SEGUNDO A COELBA, LEI QUE REGULAMENTA “CALL CENTERS” É SÓ “TEORIA”

Pelo telefone, a Coelba aplica um "gato" nos clientes.
Pelo telefone, a Coelba aplica um "gato" nos clientes.

Na madrugada da última terça-feira (11), um pouco antes da primeira hora, faltou energia em boa parte de Ilhéus, deixando vários bairros às escuras.

Daí em diante, as muriçocas não me deixaram dormir. Sem “luz” para usar o mata-mosquito, decidi ligar para a COELBA, ela mesmo, a saudosa e eficiente COELBA, dos tempos em que pertencia ao governo do nosso estado.

Hoje, a companhia que foi dos baianos, está  disputando com a Telemar (OI), o título de pior empresa  no atendimento aos consumidores.

A Telemar ainda lidera, mas, devagarzinho, a “instável elétrica” ainda chega lá.

Fiquei na linha por 16 minutos, aguardando atendimento e ouvindo o péssimo “repórter COELBA”, personagem que dá dicas óbvias, na enfadonha e repetitiva gravação.

Quando consegui falar com a atendente, lembrei da lei que regulamenta o atendimento pelo telefone, através dos chamados “call centers”. O texto prevê que em 70% dos casos, o consumidor seja atendido em até um minuto de espera. Em casos excepcionais, o limite será de dois minutos.

Ouça na Rádio Gusmão, a explicação dada a este blogueiro.

PS: para não abusar da paciência dos visitantes, cortamos os 15 minutos “iniciais” da gravação.  Quem quiser na íntegra, basta pedir por email.



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