O “NIVER” DE ELIVAL VIEIRA, O SALDANHA

Cavaco? Caipirinha? Feijoada, uma "óva". No Canabrava só deu Whisky 12 anos e camarão pistola.
Cavaco? Caipirinha? Feijoada uma "óva". No Canabrava só deu Whisky 12 anos e camarão pistola.

Tenho para mim que a descrição com fino humor feita pelo inconfundível Sarrafo na Madrugada, do maior acontecimento do século, realizado ontem, dia 22 de agosto, no Canabrava Resort, é na verdade uma radiografia precisa, ou melhor, uma ressonância magnética (feita em São Paulo) da essência do “colunismo de celebridades”, deste empobrecido “planeta Cacau”, como diria o mestre das “Anunciações”.

Vale a pena ler e se deliciar.

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GOVERNO TENTA EVITAR SAÍDA DE RUY

Dr-Ruy-aUma grande liderança do PT no estado foi incumbida de evitar a saída do médico Ruy Carvalho do Partido do Trabalhadores.

A tarefa foi designada pelo próprio governador Jaques Wagner que teme perder sua principal liderança em Ilhéus.

A simpatia do prefeito Newton Lima pelo ministro Geddel (PMDB), outro que sonha com Ondina, fez a cúpula petista voltar os “olhos” para Ruy.

Em contato com o Blog do Gusmão agora há pouco, Dr. Ruy reafirmou que a decisão já foi tomada, mas, não entrou em detalhes.

TARSO GENRO DEFENDE JULGAMENTO PARA TORTURADORES DO REGIME MILITAR

Fonte: Agência Brasil.

Tarso GenroO ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou neste sábado, durante a comemoração dos 30 anos da Lei da Anistia no Brasil, que julgar os torturadores da ditadura não significa revanchismo, mas um ato de justiça e respeito aos direitos humanos. “Tortura é crime imprescritível e inanistiável. Julgar esses casos representa a continuidade do processo de democratização do País”, disse o ministro em evento realizado no Arquivo Nacional, no centro do Rio de Janeiro.

Segundo o ministro, levar os torturadores aos tribunais é fundamental para que, aos poucos, os direitos fundamentais e a dignidade humana sejam internalizados pelas instituições e pela sociedade brasileira. “Para que nunca mais haja tortura no País, seja contra presos políticos, seja contra presos comuns que ainda são torturados no Brasil”.

Para Tarso Genro, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve considerar procedente a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental que foi apresentada pelo Ministério Público para responsabilizar civil e penalmente as pessoas que cometeram tortura durante a ditadura.

“Aqueles que alegam que o governo exige o julgamento dos responsáveis por crimes de tortura na época da ditadura no Brasil para desmoralizar o Exército são os mesmos que estiveram a serviço da tortura nesse período”, disse o ministro.

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