O OPORTUNISTA

A imagem abaixo é do ano passado (2008).

Quando as eleições estão próximas, aqueles que fazem de tudo pelo voto mostram a cara de qualquer jeito.

O voto não tem etnia, pois não é Tupinambá, Tupiniquim ou Camacan.

Antes das eleições, dar as mãos a um índio é normal, depois, se a onda do momento for propícia, com argumentos idiotas, tudo é relativo, inclusive a “natureza” do próprio índio, que de uma hora para outra, passa a ser chamado de mestiço aculturado. Quanta burrice!

Neste caso, só o voto é objetivo.

O oportunismo é um método. Nele até dançar o “toré” é válido.

É assim que muitos vencem as eleições, com muita coragem e uma tremenda cara de pau.

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4 responses to “O OPORTUNISTA

  1. E agora A…, como fica a sua repulsa aos que não são “indios”, será que a zanga e por causa dos votos em Claudio Magalhães e Valdelice??
    Será que os produtores de boa fé vão cair no seu engodo?

    Como diz Bocão “A casa caiu”

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