UM PEQUENO EXEMPLO “FICTÍCIO” DE ACÚMULO INDEVIDO DO DINHEIRO PÚBLICO

A “estorinha” a seguir é pura ficção e não tem nada de “real”.

Numa determinada cidade do interior da Bahia, por sinal muito bela, um empreiteiro foi receber dois mil reais da autoridade que lhe contratou.

Quando chegou ao lugar marcado para receber a grana, a autoridade emitiu um recibo no valor bem acima do que lhe era devido, dez mil reais.

O prestador de serviços advertiu que o valor não estava correto.

A autoridade lembrou a existência de despesas desconhecidas, mas, necessárias, e sem querer demorar na explicação determinou: “se você não assinar, não vai receber a ‘merreca’ que tem na minha mão”.

Não tendo muito o que fazer, o pequeno empresário colocou o nome no papel “superfaturado” e deixou o recinto preocupado com a confusão que sua atitude poderia render.

A cidade continua bela, a autoridade continua mandando e o povo continua na “vidinha” de sempre.

Uma estorinha tão triste assim, ainda bem que é ficção, ainda bem!



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *