ASSASSINATO EM OLIVENÇA

Na noite da sexta feira (27), a polícia foi informada sobre um homicídio ocorrido no bairro de Olivença. Ao chegar ao local indicado, a delegada plantonista Magda Suely e o agente Márcio Anderson encontraram o corpo de um adolescente chamado Patrick Christ de Jesus, 17 anos, nascido na Alemanha, porém residente no Brasil com a mãe.

A perícia constatou que o jovem foi atingido por doze disparos, com dez perfurações pelo corpo e duas de raspão. O mesmo era estudante do Colégio Jorge Calmon e estava com o fardamento do colégio na hora da morte.

Testemunhas afirmam que dentro do carro estava um casal que fugiu pela praia em direção a Ilhéus. Segundo policiais o autor dos disparos estava em um veículo Astra, de cor prata, que foi abandonado pouco tempo depois na rodovia Ilhéus-Olivença.

Uma adolescente de nome Carolina foi apresentada no sábado (28), acusada de ter participado do assassinato do referido. Ainda não se sabe a causa do ocorrido.

TELEANÁLISE: A MORTE DE VOLTA À VIDA

Por Malu Fontes

malu fontesA morte está de volta, e no pior sentido. As gerações urbanas que adolesceram nas últimas três décadas foram desacostumadas com a morte, no que se refere ao contato visual com a presença de um corpo morto. Os percursos e os rituais da morte há muito se afastaram dos espaços privados, da casa onde se mora. Migraram para os hospitais e destes para velórios nos cemitérios. O que alguns historiadores chamam de morte burguesa se caracteriza justamente por ocorrer e ser embalada, durante e depois, num processo de medicalização, institucionalização, assepsia e distanciamento físico em que o corpo morto praticamente desaparece do raio de visão até mesmo dos familiares mais próximos.

Quem viveu a infância nos idos dos anos 60, 70, ou longe dos grandes centros urbanos, certamente traz na memória imagens e cenas de um conhecido ou ente querido morto, geralmente em casa, onde eram realizados os velórios. Os ritos fúnebres em espaços privados eram tão comuns como os batizados e os casamentos. Com a institucionalização da morte e sua transferência para os domínios da medicina, as crianças, os adolescentes e os adultos jovens contemporâneos sempre, com raras exceções, foram mantidos à distância do fenômeno pontual da morte e mais ainda das imagens reais de um corpo morto.

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A PROVA DOS ERROS

Os candidatos que fizeram a seleção pública para agentes de combate à endemias (dengue), da prefeitura de Ilhéus, neste domingo (29), no momento em que receberam as provas, foram avisados que quatro questões não valeriam, estavam anuladas.

A reclamação foi geral, pois a prova foi mal redigida, apresentando diversos erros gramaticais.

Funcionários da secretaria de saúde foram encarregados de fazer a correção.

Que beleza!

Viva “Sarney”!

O PALÁCIO FORA DA REDE

Os visitantes que trabalham na prefeitura (o pessoal da procuradoria jurídica, do gabinete do prefeito, do setor de tributos e a galera que labuta no anexo das secretarias) não poderão prestigiar os blogs: Pimenta na Muqueca, O Sarrafo e o Blog do Gusmão, pois a internet  da “prefeitchura de ilheuzu” está cortada por falta de pagamento.

Que tristeza!!!

MOÇÃO DE REPÚDIO CONTRA O ABANDONO DO MUSEU DO CACAU EM ILHÉUS

E-mail enviado por Edson de Souza Carvalho

A III Conferência Estadual de Cultura, que ocorreu de quinta a domingo(26 a 29/11) no Centro de Convenções em Ilhéus, contou com aproximadamente 3.000 participantes, entre delegados, convidados e ouvintes dos 26 Territórios de Identidade da Bahia, que teve como tema central “Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento”.

Foram discutidos cinco eixos temáticos: I-Produção Simbólica e Diversidade Cultural; II-Cultura, Cidade e Cidadania; III-Cultura e Desenvolvimento Sustentável; IV-Cultura e Economia Criativa e V-Gestão e Institucionalidade da Cultura.

Os eixos que mais chamaram a atenção foram: Cultura, Cidade e Cidadania e Cultura e Desenvolvimento Sustentável, nos seus sub-eixos, Memória e Transformação Social e Patrimônio Cultural, Meio Ambiente e Turismo, respectivamente. Pelo simples fato de Ilhéus abrigar uma conferência a nível estadual e não cuidar de seu patrimônio, neste caso o Museu do Cacau que se encontra abandonado há mais de dez anos.