DRUMMOND: “OH! SEJAMOS PORNOGRÁFICOS”

O livro Brejo das Almas, publicado em 1934, do Itabirano Carlos Drummond de Andrade, não era considerado importante, dentre os melhores do poeta.

De uns tempos para cá, muitos estudiosos redobraram a atenção sobre a obra, passando a rediscuti-la e valorizá-la.

Este blogueiro, ousadamente, decidiu recitar “Em Face dos Últimos Acontecimentos”, poema notável,  parte do livro. A gravação não ficou muito boa (feita no celular).

Se possível ouça e leia.

Em face dos últimos acontecimentos

Oh! sejamos pornográficos
(docemente pornográficos).
Por que seremos mais castos
Que o nosso avô português?

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ACIDENTE COM UM CICLISTA NA RUA DA LINHA

Trafegar de bicicleta pelas ruas movimentadas do centro de Ilhéus, a cada dia torna-se mais perigoso.

Hoje (domingo/21), na Rua da Linha, um ciclista se chocou com um carro, mas precisamente com a porta que dá acesso ao motorista, aberta sem os devidos cuidados, segundo relatos de alguns populares.

Socorrido pelo Samu, o rapaz foi levado ao Hospital Regional.

Muita atenção aos motoristas e ciclistas.

“BRASIL NÃO RECONHECE JORGE AMADO”

Reportagem do Terra Magazine, por Cláudio Leal.

A família do escritor Jorge Amado desmente os boatos de que esteja à venda a casa do Rio Vermelho, onde o romancista baiano viveu a partir dos anos 60, em Salvador (BA). “Essa notícia não tem nenhum fundo de verdade. A casa é nossa, cuidamos dela, nunca nos deram um tostão para preservar”, reage Paloma Amado, filha de Jorge e Zélia Gattai. Em conversa com Terra Magazine, ela afirma que não pretende “entrar em polêmica” sobre o assunto, mas rebate uma nota publicada pela revista “IstoÉ”.

Inicialmente, houve a ideia de que a casa se transformasse num memorial ou museu, como relatou a escritora Zélia Gattai no livro “Memorial do Amor” (2004). “Por que não aproveitá-la para um museu?”, sugeriu Jorge Amado. Para escrever suas obras, ele dividia-se entre a casa da rua Alagoinhas, 33, em Salvador, e um apartamento no bairro do Marais, em Paris. “Por que ficaria eu sozinha nessa casa? Por que não manter abertas as portas para os admiradores de Jorge Amado, aqueles que aparecem diariamente, ansiosos de conhecer o ambiente onde o escritor viveu durante tantos anos, inspirou-se e escreveu seus romances?”, cogitou Zélia.

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