BLOG DO GUSMÃO VAI PARTICIPAR DO 1º ENCONTRO NACIONAL DOS BLOGUEIROS PROGRESSISTAS

Com muito entusiasmo, o Blog do Gusmão anuncia que será parte integrante e atuante do 1º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, nos dias 20, 21 e 22 de agosto (próximo final de semana), em São Paulo.

O evento está sendo organizado por blogueiros muito conhecidos e acessados no país, a exemplo de Luiz Carlos Azenha (Vi o Mundo), Paulo Henrique Amorim (Conversa Afiada) (Luís Nassif (Luís Nassif Online), Leandro Fortes (Brasília Eu Vi), Rodrigo Vianna (Escrevinhador) e outros.

Este blogueiro foi convidado a moderar um painel (grupo 5) ao lado do editor do Cloaca News, do Rio Grande do Sul. Na oportunidade, falarei da minha vivência na blogosfera, dando ênfase ao que mais me estimula: denunciar políticos corruptos, sobretudo os de Ilhéus.

Uma frase do ministro do STF, Carlos Ayres Brito, inspira o encontro: “A liberdade da internet é ainda maior que a liberdade de imprensa”.

Clique aqui para ver a programação.

RESENHA LITERÁRIA: MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS

Por Evorah Landi.

Cada dia que passa fico mais propenso a crer que a vida realmente imita a ficção, e esta também à vida; relembro um parente meu, que apesar de nascido de família ilustre, jamais fez algo de importante; uma pessoa sem projetos que passou pela existência sem construir qualquer realização efetiva; não se casou, nem teve filhos, tampouco trabalhou, vivendo sempre do sustento da sua família. E, até o momento que escrevo, permanece com setenta anos neste mesmo labor; bebendo, comendo e dormindo! Uma vida inteiramente desperdiçada, vazia, sem conhecer vitórias nem derrotas!

Este é a vida e cópia fiel de Brás Cubas, personagem da ficção classificado pelos críticos como o grande hipócrita da literatura brasileira, criação de Machado de Assis (1839-1908) em seu livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”,

Se José de Alencar foi o grande expoente do romance, Machado colocou a prosa brasileira no mais alto nível mundial do seu tempo. Sua obra não apenas divertia, moralizava os costumes ou os valores nacionais, mas a sua pena esmiuçava o espírito humano, a realidade psicológica dos personagens, desviando o foco de espaços externos e investindo no interior das pessoas, expondo-as em suas contradições e problemáticas existenciais.

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