O BLOG DO GUSMÃO NÃO ESQUECE: PAULO SOUTO ABANDONOU ALA PSIQUIÁTRICA DO HOSPITAL REGIONAL

O ex-governador Paulo Souto é uma pessoa educada e atenciosa com este blog, não temos nada contra ele, pessoalmente, porém, na saúde pública, a sua última gestão deixou muito a desejar.

Em 2007, início do atual governo, acompanhamos de perto a chegada do médico Ruy Carvalho à direção do Hospital Regional Luís Viana Filho, de Ilhéus. Ficamos chocados com o estado lastimável da ala psiquiátrica, deixado pelo governo de Souto.

Este blog não tem dúvidas, a secretaria estadual de saúde, na época do DEM, não tinha  respeito pelas pessoas que sofrem devido a transtornos mentais. Infelizmente, eram tratados como lixo.

Veja imagens desabonadoras no ínício deste vídeo, que mostra também a reforma feita pela direção do hospital, comandada por Ruy Carvalho, que em pouco tempo e sem recursos adicionais, recuperou a unidade.

TEODORICO MAJESTADE ESTRÉIA HOJE NO RIO DE JANEIRO

Tudo pronto para a estréia do espetáculo Teodorico Majestade – as últimas horas de um Prefeito no Teatro de Arena da Caixa, no Rio de Janeiro. Há quase 4 anos em cartaz, o espetáculo já fez duas temporadas em Salvador, e outras tantas pelo interior, recebeu duas indicações ao Prêmio Braskem de Teatro da Bahia (melhor texto, Romualdo Lisboa e melhor ator, Ely Izidro) e agora faz temporada no Rio de Janeiro com patrocínio da Caixa Econômica Federal.

O ano de 2010 é bastante especial para o Teatro Popular de Ilhéus. O grupo completa 15 anos de atividades e comemora com uma agenda apertada:

– Em fevereiro estreou o espetáculo Vida de Galileu, de Bertolt Brecht – uma ocupação do Palácio Episcopal, prédio histórico de Ilhéus – a montagem que conta com o apoio do Laboratório de Astrofísica Teórica e Observacional da UESC, tem quatro horas e meia de duração e reune atividades como observação do céu e exposição do Sistema Solar.

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AGENTES DA SUBSERVIÊNCIA

Texto recebido por e-mail. O autor preferiu não se identificar.

Absurdos imorais aconteceram na sessão da Câmara Municipal de Ilhéus, nesta última 3ª feira, dia 31 de agosto. A tarde era de expectativa para a votação da Mensagem de Veto nº 001/2010, de 21 de julho de 2010, enviada ao Legislativo Municipal para discussão e votação do Projeto de Lei nº 022/2010, que Dispõe sobre o Regimento Interno da Guarda Civil do Município de Ilhéus.

Aliás, a imoralidade já começava no dia anterior, 30/08, quando o secretário de governo do município, conhecido como Pai Cidão, numa articulação maquiavélica com o sindico da cidade, também apelidado de Nilton Boneca, esquematizaram uma exoneração num sentido diabólico de manter os vetos do executivo, assim, prejudicando os interesses da Guarda Municipal. Além da falta de respeito com a sociedade, zombaram do vereador-suplente Francisco Sampaio, que foi forçado a deixar a tribuna da Câmara. Regimentalmente pode ser legal, mas, o ato da indecência é totalmente imoral.

Muitos absurdos foram vistos pelos presentes, a exemplo da falta de conhecimento e pulso do Presidente da Câmara, Jailson Nascimento, que gaguejava na leitura da mensagem, na falta de objetivos nos momentos de pedir votação e muita indecisão de como deveria se proceder as votações dos artigos e razões dos vetos. Muito fraca a condução da sessão. Jailson e os demais edis foram salvos pelas brilhantes intervenções de pé-de-ouvido do procurador jurídico de fato e de direito daquela casa, Jobs Ribeiro. Aliás, houve momentos que o próprio Pai Cidão orientava Jailson Nascimento. Uma vergonha.

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CENTENÁRIO DO CORINTHIANS: MEMÓRIAS DE UM MENINO QUE DECALCAVA O ESCUDO DO “TIMÃO”

Atenção! Postagem Fixa. Atualizações abaixo.

Por Emílio Gusmão.

Nasci em São Paulo, mas moro em Ilhéus desde os seis anos de idade.

Quando cheguei nesta terra, em 1982, apesar de menino, percebi que pouquíssimos se interessavam pelo alvinegro do parque São Jorge. Os times do Rio de Janeiro já eram os de maior preferência.

As informações sobre o dia-a-dia do meu “TIME” eram escassas. Era outra cultura, pouco se falava no futebol paulista por aqui. Foi difícil me adaptar, pois em São Paulo, a pronúncia da palavra “TIMÃO” é tão frequente quanto “bom dia”, “Deus” ou “Nossa Senhora”.

O Globo Esporte Nacional trazia notícias e me deixava saudoso. O menino nem sempre interpretava corretamente, cada jogo decisivo representava a final de um campeonato. Ansioso diante das expectativas, eu me dedicava a uma tarefa complicada para quem  nunca teve habilidade com o desenho, decalcar o escudo do Timão, estampado em uma camisa surrada.

Com isso, mantive a minha paixão, o meu amor pelo Sport Club Corinthians Paulista, não me converti, não passei a gostar de nenhum clube do Rio, permaneci “colorido em preto e branco”.

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CAMPANHA DE RENATO COSTA TEM BOM NÍVEL DE ORGANIZAÇÃO

Neste domingo (29) aconteceu uma carreata em Dias D’Ávila, da  coligação “Para chegar e resolver”, de Geddel Vieira Lima. O evento mostrou como a campanha de Renato Costa, candidato a deputado estadual (PMDB) está bem organizada.

Embora sem a presença física do candidato, seu comitê político local, organizado pela Esquerda Democrática do PMDB, compareceu e não deixou a desejar. Os correligionários de Renato colocaram cinquenta carros plotados. Na região, a campanha é coordenada por Jeane Cruz, liderança da “ED” no município.

ÚLTIMO DIA DA VERSÃO IMPRESSA DO JB É MARCADO POR PROTESTO

Do Comunique-se.

A tarde desta terça-feira (31/08) foi marcada por protesto contra o fim da edição impressa do Jornal do Brasil. O movimento reuniu cerca de 200 jornalistas, incluindo ex-funcionários do jornal. O veículo adotou a versão 100% digital do jornal, que será lançado nesta quarta-feira.

Com um passivo de R$ 800 milhões, em dívidas trabalhistas e fiscais, a direção do veículo optou por manter apenas a edição online. A empresa de Nelson Tanure, dona do Jornal do Brasil, alega que o modelo de negócio do papel era insustentável econômica e ecologicamente.

Nos anos 60, o jornal alcançou a marca de 230 mil exemplares vendidos aos domingos, já nos últimos meses, a média era de 30 mil exemplares.

Muitos jornalistas que não concordaram com as mudanças se demitiram do veículo. De acordo com o diretor do JB, Humberto Tanure, houve poucas demissões pela empresa e o número de profissionais na Redação, entre jornalistas, fotógrafos e diagramadores chega a perto de 100 pessoas. No entanto, repórteres que preferiram não se identificar, dizem que esse número é bem menor, cerca de 60 funcionários.