PROCURADOR DO MPF EXPLICA IRREGULARIDADES DO PORTO SUL

Neste vídeo, o procurador federal Eduardo Hage, do ministério público federal, explica algumas das inúmeras irregularidades do projeto Porto Sul.

Hage afirma que segundo a legislação, a derrubada de áreas de mata atlântica só é permitida se for para viabilizar questões de interesse público. No caso do porto de exportação de minério de ferro da BAMIN, a destruição atenderia “meramente” interesses privados.

As imagens foram gravadas no dia 17 de junho deste ano, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília.



8 responses to “PROCURADOR DO MPF EXPLICA IRREGULARIDADES DO PORTO SUL

  1. Quem vive de passado é falido de cacau, O IBAMA já autorizou com aval do Number 1 ( LULA ), não adianta desculpas e quem não tem dinheiro conta História.

  2. muito chato todo esse “blá blá”……. cansativo, repetitivo e enfadonho esse sujeito….
    não tive paciência de assistir….

    abraços….

  3. O IBAMA não aprovou o que o Senhor está pensando. O maior problema das pessoas é acreditar demais no que veem ou ouvem ao invés de ler, ou seja, estudar.

    Pode não ser ali, vamos aguardar. Assista o vídeo onde falar o Procurador, ouça atentamente e depois faça questionamento, pois assim, estará enriquecendo o processo. E pode ficar tranquilo, pois não estaremos contrariando Lula não! Ele sabe o que está errado e quem continua errado é o tal “Juquinha” da VALEC, pois esse pode se auto atropelar com o trem dele, na linha dele, no quintal dele, pois o dos outros ele terá que respeitar.

  4. “O IBAMA já autorizou com aval do Number 1 ( LULA ), não adianta desculpas e quem não tem dinheiro conta História.”

    Paulo, lamento ser eu que trago pra você essa notícia de primeira mão: não estamos mais no tempo de Médici. Em qualquer democracia que se preze a lei está acima das vontades do “Number 1”. O Brasil, pelo menos em tese, é um Estado de Direito, e não um regime personalista de molde fascista, onde impera a vontade do líder.

    Se educar não dói,

    Abraços

  5. Parabés para este promotor público Eduardo…
    Ele demonstra ser um excelente ator na arte do ventriloco, pois em nada difere Ruy Rocha que se dá ao luxo de escrever tudo que ele lê. Discusso atrazado e de quem não tem nenhum compromisso com o povo da nossa região. Mostre as fotos dos animais em extinção? mostre esta biodiversidade dentro de uma área atntropizada, fraca e remechida…è por esta e outras que esta região vai continuar atrasada, enquanto tiver gente deste estirpe.

    Abraços

  6. Os nomes das espécies ameaçadas de extinção vc pode ler no EIA e no RIMA do projeto da BAMIN.
    Atrazado é ótimo! Com Z? O nível do debate está excelente.

  7. Respondendo ao Sr. Castro Beecker
    O sr. tem toda razão, sr. Becker, a minha intimidade com as letras muitas vezes nos faz confudir diante da riqueza de verbos e regras muito complexas, principalmente para mim que durante 50 anos presto serviços naquela região norte. Mais com “Z ou S”, o sr. entendeu o meu recado. Seria interessante que o sr. tirasse os seus saltos luiz XV de pura arrogância e viesse para outro nivel de debate.Se o sr. teve a oportunidade de cursar uma faculdade, ótimo, eu não tive, mas lhe garanto que seu conhecimento acadêmico não consegue enxergar a realidade melhor do que o meu conhecimento empirico acumulado durante 50 anos de campo ao ponto de lhe dizer que jamais confundiria uma lagarta com uma cobra em extinção?
    O que observo sr. é que todos vcs estão equivocados na linguagem preservacionista, deveriam tomar uma aula de vivencia em cada local para conhecer realmente sobre o que se escreve.
    Bom dia

  8. Precisamos entender melhor algumas coisas. Existem vários tipos e níveis de Licensas Ambientais.
    A primeira delas é a Licensa Prévia, que permite o avanço dos estudos e atividades preliminares para implantação. Após esta, temos a Licensa de Instalação, que permite a construção de verdade. Só depois temos a Licensa de Operação, que permite o funcionamento do empreendimento.

    Pelo que sei, no caso do Porto Sul, estamos ainda na Licensa Prévia.
    Ainda tem água pra correr embaixo da ponte, mas não muita. O projeto vai acontecer, é fato. Coisa importante a ressaltar é que a derrubada de uma reserva ecológica vai contra alguns princípios legais. Vamos ver se a Licensa de Instalação vai sair mesmo assim…!!

    O Porto poderia ser deslocado alguns poucos quilômetros ao Sul, poucos mesmo, e já faria diferença no impacto à APA. Mas o local foi escolhido por menor demanda de terraplanagem (leia-se: pra ficar mais barato).

    Não sei se isto já ocorreu, mas todo empreendimento deste porte tem um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), onde a empresa se compromete a realizar as contrapartidas ambientais e sociais. É neste momento que a sociedade pode exigir ações que minimizem os impactos. Coisas do tipo replantio de área florestal, realocação de espécies vegetais e animais (mudança para novo local de indivíduos vivos), questão do sistema de drenagem e tratamento de água descartada do retroporto (não queremos água vermelha no mar e nos mangues quando chover…), adequação das rodovias do entorno, cinturão verde, etc. Se é pra acontecer, que seja bem feito.

    Lembrem-se disto: TAC – Termo de Ajustamento de Conduta.

    Mas, sinceramente, duvi-d-o-dó que tantos cuidados sejam tomados. Se fosse a Vale do Rio Doce, ou uma MBR, eu até colocaria fé, mas uma mineradora indiana? Afff….

    O município deve fazer sua parte também, adequando o Plano Diretor da região para imedir a favelização e outros problemas urbanos no entorno do retroporto.

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