IVETE PIROU

Do blog de Mário Kertész.

Ivete, como sempre, arrasou no sábado (05) durante o circuito Barra-Ondina. Mas a cantora teve dois melhores momentos na noite de ontem.

O primeiro foi quando ela flagrou um folião chamando-a de “cheirada” e deu uma bronca nele. “Você me respeite seu sacana que eu sou uma mãe de família. Eu malho para caramba, cuido da minha alimentação, tenho um filho. Não estou aqui para um vagabundo me chamar de cheirada. Não projete para os outros a imagem que tem de si. Vá cuidar de tirar sua pança, porque eu ainda estou tentando tirar a minha”, disse a musa do axé baiano.

SERPENTINA CHINESA PARA INGLÊS LER

Por Malu Fontes

Além da convulsão social e política no mundo árabe e no norte da África, os telejornais têm se voltado, nos últimos dias, quase que totalmente para o Carnaval, desde os preparativos das Escolas de Samba do Rio (e de São Paulo, é bom não esquecer), a qualquer cobertura local que junte um punhado de gente e que atenda pelo nome de ensaio, feijão ou lavagem. Nas semanas e dias que antecederam a festa, no entanto, quatro eventos trágicos turvaram um tantinho o tom festivo da cobertura. No início de fevereiro, um grande incêndio na Cidade do Samba, uma espécie de barracão construído pelo poder público no Rio de Janeiro para funcionar como local de construção e montagem de fantasias e carros alegóricos das Escolas de Samba, destruiu boa parte dos elementos já prontos de três escolas. Uma delas, perdeu quase 100% dos adereços, fantasias e carros do desfile.

Na última semana, uma tragédia surreal ocorreu em uma cidade do interior de Minas, Bandeira do Sul, onde cerca de 100 pessoas foram eletrocutadas em uma festa de pré-carnaval, das quais 16 tiveram morte fulminante. O acidente foi causado por uma inocente serpentina atirada ao ar, como é natural em tempos de Carnaval, por um dos foliões. A serpentina perde a inocência e, por incrível que pareça, o seu dono também, sob a ótica dos telejornais que reproduziam o discurso de suspeição da Polícia, primeiro por ser importada da China e lhe faltar algum selo de qualidade desses que autorizariam sua venda num armarinho de uma esquina mineira, depois por ter uma liga metálica e finalmente porque a advertência para não ser usada nas proximidades de fios elétricos estava escrita em inglês. Quem já leu um rótulo de serpentina que atire a primeira pedra. Se for ‘Made in China’ e ainda por cima trouxer instruções em inglês então…

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