FREITAS AFIRMA QUE A “POLITICAGEM” DO PT PREJUDICA O GOVERNO

 

Freitas: "Newton não tem mulher na rua".

O secretário de serviços urbanos de Ilhéus, Carlos Freitas, concedeu entrevista ao programa Alerta Geral, do radialista Gil Gomes, na edição desta terça-feira (29).

Freitas criticou tudo e todos, do presidente do Colo Colo, Zé Maria, ao partido dos trabalhadores em Ilhéus. O secretário, chamado de “el loco” por um bloco famoso do Malhado (clique aqui), chegou a dizer que Newton Lima é um homem honesto e não tem “mulher na rua”. Afirmou que chamou a polícia militar pra bater em garis e disse que o PT e sua politicagem, dividida em três facções, atrapalha o governo.

Ouça o “homem de confiança” do prefeito de Ilhéus.

 

 

MANIFESTAÇÃO DOS ESTUDANTES LOTA O CENTRO DE ILHÉUS

Na manha desta terça-feira (29), milhares de estudantes fizeram um grande protesto nas ruas do centro de Ilhéus, contra o  aumento da tarifa do transporte coletivo, reajustado em 10% no último domingo (de R$ 2,00 para R$ 2,20).

Os estudantes lotaram a praça JJ Seabra, em frente ao Palácio Paranaguá, e exigiram uma audiência com o prefeito, em exercício, Mário Alexandre.

Por volta do meio-dia, representantes das entidades estudantis (UNE, DCE/UESC e UEB) foram recebidos pelo prefeito e secretários: Antônio Bezerra (administração), Marcelo Barreto (transportes e trânsito), além do presidente da câmara de vereadores, Dinho Gás.

Ficou acertado que uma proposta será entregue ao prefeito Newton Lima, na próxima segunda-feira (04). Caso os pedidos não sejam acatados, a estudantada promete retornar às ruas no dia posterior, terça-feira (05).

Veja as imagens da manifestação, feitas pelo aluno de comunicação social, Andrei Sansil.

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DEPUTADA QUER “INIBIR” MÚSICAS PEJORATIVAS

Fátima sugeriu censura.

A deputada estadual Fátima Nunes (PT) decidiu travar discussão numa esfera polêmica, que cai na subjetividade.

Durante reunião na comissão dos direitos da mulher, a parlamentar propôs a “inibição” de canções pejorativas em relação ao “sexo frágil”.

Fátima quer mergulhar na semântica da “novíssima poesia baiana” e justifica: “é importantíssimo que a gente discuta mais sobre as letras dessas músicas. Quantas vezes ouvimos canções que desqualificam a mulher e indiretamente promovem a violência contra elas? É uma coisa absurda e eu não posso me calar, conformar e dizer que isso é normal”.

Opinião do blog.

O verbo “inibir”, usado pela deputada, sugere também proibição e censura, medida que a Constituição Brasileira não admite, uma vez que garante plena liberdade de expressão, seja ela como for, do jeito que for. Os caluniados ou difamados que recorram à justiça, e  busquem provar que o crime foi cometido.

Talvez, Fátima Nunes esteja levando a sério músicas que apelam para o humor. Resta saber se todas, ou, quantas mulheres ficam ofendidas, da mesma forma que ela.

O máximo que a deputada pode fazer é encabeçar uma campanha contra as letras das músicas, cobrando dos autores mais cuidado no trato com as mulheres. Ou então, pedir que as mesmas não ouçam as canções. Qualquer atitude que tente proibi-las, além de não ser da competência da parlamentar, fere o direito à liberdade de expressão, princípio básico garantido em nossa Carta Magna.

Além do mais, para ela um refrão pode ser ofensivo, mas para outra pode ser apenas uma piada.

“É importantíssimo que a gente discuta mais sobre as letras dessa músicas. Quantas vezes ouvimos canções que desqualificam a mulher e indiretamente promovem a violência contra elas? É uma coisa absurda e eu não posso me calar, conformar e dizer que isso é normal”,

PESSOAS COM DEFICIENCIA: QUANTOS SOMOS?

Por Ângela Góes

São vários municípios, pelo país afora, que têm aprovado leis municipalis para realizar censo das pessoas com deficiência. São leis que criam o Programa Censo-Inclusão.

Essa lei municipal prevê que a Prefeitura faça periodicamente um levantamento sócio-econômico da população com deficiência na sua cidade. O objetivo é levantar informações detalhadas do segmento, para que possam ser elaboradas políticas públicas específicas voltadas à inclusão destas pessoas.

O dado estatístico ao qual se tem acesso é o Censo IBGE, realizado por amostragem de dez em dez anos, de modo que não há um número confiável e atualizado para que os governos municipais possam trabalhar com eficiência, ojetivando atender esse segmento da população. As entidades que representam as pessoas com deficiência, insistem na pergunta: quantos somos?

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