“SARNEY” E DINHO: A RUPTURA

Uma barata imersa no esgoto da câmara de vereadores de Ilhéus contou a este blogueiro que Jailson “Sarney” Nascimento e o presidente Dinho Gás estão em vias de rompimento.

“Sarney” pede demais e pensa que ainda manda. Dinho lhe deve favores, mas não tantos.

O antecessor tentou manter a fiel escudeira Núbia Medauar na chefia de gabinete. O atual preferiu Agdo Júnior, seu ajudante de ordens, “pau pra toda obra”.

Dinho quer fazer carreira solo e se desvencilhar do “queimado” ex, que acumula reprovações no TCM, onde foi acusado de ter falsificado documentos (clique aqui).

Na política, a traição é uma prática comum. No caso Dinho X Sarney é muito fácil encontrar justificativas.

GERALDO RETALIA OS “CURURUS”

Do Cia da Notícia

O deputado federal Geraldo Simões deu mais uma demonstração de coronelismo ao tentar retaliar o PCdoB de Ilhéus por não ter obedecido a suas ordens.

A pretensão de Geraldo era dar guarida ao seu companheiro Nilton Cruz no PCdoB, com a intenção de bagunçar a eleição de Ilhéus, onde nunca teve vez, voz e voto.

Como os comunistas não aceitaram a pintura vermelha impingida por Geraldo Simões no empresário Nilton Cruz, o deputado começou a tramar a retirada do cargo destinado ao PCdoB no Hospital Regional Luiz Viana Filho, em Ilhéus.

A proposta de Geraldo Simões foi abortada na mesa de Jaques Wagner e o fisioterapeuta Gustavo César continua exercendo o cargo de diretor-geral do Regional.

O “coronezinho” não se emenda.

MORADORES DE PONTA DO RAMO RECLAMAM DA ESTRADA

Moradores da Ponta do Ramo, zona norte de Ilhéus, reclamam da falta de infra-estrutura no vilarejo, principalmente quando se trata do transporte.

As empresas de transporte (São Miguel e Viametro) não permitem que os veículos trafeguem na estrada, por causa dos buracos e da lama, obrigando a população a se deslocar até a rodovia para pegar o sofrido buzu.

Uma máquina que deveria fazer a manutenção da estrada que dá acesso ao vilarejo está parada há meses. O último trabalho realizado foi a serviço da BAMIM, já que agora a Ponta do Ramo, Ponta da Tulha, Retiro e o vilarejo de Tibina são as meninas dos olhos da empresa do Cazaquistão.

A comunidade reclama também da falta d’água, segurança e da ausência de um administrador que faça a “ponte” dos moradores com o governo.

MAIS UMA GAFE NO TWITTER

O perfil da Secretaria de Cultura do Governo de São  no Paulo no twitter publicou, alguns minutos após o anúncio da morte do ex-vice-presidente da República, José Alencar, nesta terça-feira (29), a frase “PQ foi o José Alencar e não o #Sarney?”.

A gafe foi apagada logo após, mas internautas já haviam repercutido a mensagem.

A assessoria de imprensa do órgão paulista informou ao G1 que o erro foi cometido por um funcionário que, ao usar um programa gerenciador de múltiplas contas do microblog, acreditou estar em sua conta pessoal e postou no perfil oficial da Secretaria.

SEMENTE DE MACONHA PELA INTERNET

Se você acha que já viu de tudo na internet, é por que ainda não visitou o site Semente de Maconha. Uma espécie de mercado livre para vender, como o próprio site diz: Cogumelos Mágicos, Suplementos alimentares, Produtos Afrodisíacos além de substâncias psicodélicas e legais.

A loja virtual vende Cachimbos, bongs, papel de seda, extasy de ervas naturais. E eles ressaltam: enviamos nossos produtos para todo o Brasil, envio rápido e discreto (clique aqui).

LIVRO DE JORGE AMADO COMPLETA 80 ANOS

Do blog Sopa de Poesia

O livro foi escrito quando Jorge tinha apenas 18 anos e sua primeira edição foi publicada em 1931, no Brasil. Mais tarde, foi traduzido para três línguas diferentes: espanhol, francês e italiano, além de ter sido editado em Portugal.

O livro foi considerado “revolucionário” pelo Estado Novo e, junto a outros títulos de Jorge, foi queimado em praça pública, em Salvador, em 1937.

O País do Carnaval conta a história de Paulo Rigger, um brasileiro que não se identifica com o país. É um relato sobre a formação e a situação dos intelectuais brasileiros nos momentos que antecedem a Revolução de 1930.

O que pouca gente sabe é que antes disso, em 1929, Jorge escreveu uma novela com Dias da Costa e Edison Carneiro e a publicou em “O Jornal”, onde trabalhava.

Trata-se de Lenita, de fato sua primeira obra publicada, mas que ele renegou. No ano seguinte, 1930, portanto, um ano antes de O País do Carnaval, a obra é editada em livro por A. Coelho Branco Filho, no Rio de Janeiro.