EXONERAÇÃO DE CONSELHEIROS FOI DETERMINADA PELA JUSTIÇA

O chefe de gabinete da prefeitura de Ilhéus, José Nazal, refutou informação publicada neste blog sobre a exoneração dos conselheiros Gilvan de Jesus e Jivanilton da Silva, membros do conselho tutelar (Centro-Sul). Explica Nazal que o decreto, assinado por Mário Alexandre (prefeito em exercício), obedeceu determinação do judiciário.

Entenda o caso

Shirley Cardoso Moraes e Antonio Raimundo dos Santos Matos foram eleitos para o conselho tutelar, mas não assistiram o percentual mínimo das aulas do curso preparatório (70%).

O Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA), que rege o conselho tutelar, emitiu resolução determinando o afastamento dos titulares e a posse dos suplentes Gilvan de Jesus e Jivanilton da Silva.

Os titulares entraram com uma ação no judiciário e conseguiram retornar.

Entretanto, Eduardo Citron, membro do CMDCA, alega que o texto da decisão judicial não determina a exoneração dos suplentes, apenas o retorno dos titulares. Baseado nessa interpretação, o conselho tutelar poderia ter, até o veredicto final, 7 conselheiros.

O chefe de gabinete José Nazal discorda categoricamente da tese, já que a lei municipal nº 2384/91 determina que o conselho deve ter, no máximo, cinco membros efetivos.

Comentário do Blog.

Os titulares Shirley Cardoso Moraes e Antonio Raimundo dos Santos Matos, membros da igreja Assembléia de Deus, são tidos como fiéis seguidores da cartilha da deputada Ângela Sousa. A parlamentar comanda a secretaria de assistência social, desde o tempo em que Augusto Macedo cumpria funções em meio a escândalos (clique aqui).

Os suplentes Gilvan de Jesus e Jivanilton da Silva, quando assumiram, passaram a discordar dos métodos do secretário Emenson Silva (sucessor de Macedo na SAS).

A decisão do judiciário (obedecida por Marão, filho de Ângela), mesmo provisória, aliviou o grupo da deputada.

COLO COLO FICA MAIS PERTO DO REBAIXAMENTO E PALHAÇO TREMENDÃO PASSA MAL

Na tarde deste domingo (03), o Colo Colo perdeu dentro de casa para o Fluminense de Feira, por 2×0, e ficou mais perto da 2ª divisão do campeonato baiano.

Só um milagre de “São Jorge Guerreiro” é capaz de salvar o clube.

Segundo o comentarista Neo Bastos (Rádio Santa Cruz), para fugir da segundona, o Colo Colo deverá torcer para que o Fluminense de Feira vença suas duas últimas partidas, contra Ipitanga e Juazeiro. Além disso, o Tigre deverá vencer a mesma dupla, nas derradeiras rodadas.

A próxima partida será contra o Juazeiro, quarta-feira (06), fora de casa. A participação do time ilheense no torneio da morte será encerrada contra o Ipitanga, no próximo domingo (10), no Mário Pessoa.

Quando faltavam 20 minutos para encerrar o jogo, o Palhaço Tremendão, símbolo da alegria do torcedor, nos bons tempos, teve uma crise nervosa e foi socorrido pelo SAMU.

ISRAEL NUNES NEGA CANDIDATURA

Neste domingo (03), este blogueiro teve a oportunidade de almoçar com o procurador federal Israel Nunes, amigo de longas datas.

Israel negou qualquer possibilidade de sair candidato a prefeito de Ilhéus, muito menos a vice, como informamos na última sexta-feira (clique aqui), graças a uma fonte do PCdoB, partido do procurador.

Insistente, perguntei se ele havia “perdido o sonho” de mudar essa realidade, onde gestores desastrados dão as cartas. Ele respondeu:

“Não perdi o sonho, mas também não quero perder o sono. Não serei candidato em 2012”, ratificou.

Por outro lado, os comunistas insistem na idéia, e acham que podem fazer Israel mudar de posicionamento, talvez até, como candidato a prefeito, encabeçando uma chapa.

MAIORIA NA CÂMARA E MODELO DE GESTÃO PÚBLICA


Por Gustavo Kruschewsky

Muitos municípios estão repletos de “líderes políticos” que dão péssimos exemplos reiteradamente. Não só no município, mas, no manejo da “política” estadual e de âmbito federal, convive-se com o já consagrado “Instituto” da “Maioria na Câmara”. De grande aceitação no meio palaciano e cantada em prosa e verso pelo povo desde priscas eras. Esta velha prática pode causar um efeito profundamente  deletério para a sociedade. É uma ingerência que encerra ou exprime mandamento entre as duas casas, ou seja, de parte maior de edis que compõem o legislativo em conluio com o “senhor” prefeito do município.

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