SE A JUSTIÇA DEIXAR, GERALDO É O CANDIDATO

Por Walmir Rosário

Nos últimos dias Itabuna passou a ser o centro das atenções dos possíveis “prefeituráveis”. Constantemente, em eventos públicos e privados, lá estavam desfilando garbosamente políticos de todos os matizes e agremiações partidárias, com a desenvoltura de sempre, cumprimentando pessoas, distribuindo sorrisos, amabilidades nem sempre gratuitas.

Mas, enfim, é esse o comportamento do político que pretende agradar a pessoas ou grupos, além de apresentar um comportamento politicamente correto. Melhor demonstração de procedimento republicano, para usar uma palavra em moda, não existe. Circular de mesa em mesa, perguntar por pessoas, mesmo as indesejáveis, faz parte desse protocolo.

São nessas apresentações e aparecimentos públicos que o candidato, ou muitos deles dão uma pista de qual o caminho pretendem seguir. Nesse périplo, também ficam conhecidos os correligionários, camaradas, companheiros ou simples coligados. Claro, eles fazem parte do séquito e buscam um lugar ao sol, ou melhor, na futura chapa. É a lei que rege a política.

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