MILHARES DE APOIADORES?

A candidata petista à prefeitura de Ilhéus, Carmelita Ângela, oficializou seu vice num ato político na tarde de ontem (quinta, 21), Mário Alexandre (PSD), sem nenhuma novidade.

Depois do evento, releases enviados à imprensa informaram que além dos sete partidos (PT, PPS, PV, PSD, PMN, PT do B e PSC) que apoiam a candidatura, Carmelita conta também com o apoio de “milhares” de lideranças comunitárias, sindicais e religiosas.

Não seria exagero fazer tal afirmação? Carmelita talvez conte com o apoio de dezenas de lideranças, no máximo uma centena ou duas. 

Com a rejeição recorde de seu padrinho, o prefeito Newton Lima, fica difícil arrebanhar milhares de apoiadores.

“É UMA GREVE DE RESISTÊNCIA, UM DUELO ENTRE DAVI E GOLIAS”

Rui Oliveira.

Afirmou no programa Alerta Geral (Rádio Santa Cruz) nessa sexta (22), o presidente da Associação dos Professores da Bahia (APLB), Rui Oliveira.

Na conversa com Gil Gomes, o dirigente sindical questionou a suspensão dos salários dos grevistas, que estão sem vencimento há quase 3 meses. Hoje a greve completa 73 dias. 

Segundo Rui, o governo do estado gasta cerca de 500 mil reais por dia com propaganda para tentar desqualificar o movimento, mas se recusa a dar os 22% de aumento que nivelaria os vencimentos ao piso nacional.

Nessa sexta, Rui e a direção do sindicato dos professores de Ilhéus (APPI) realizam uma assembleia para dar repasses do movimento. O encontro será no colégio estadual, a partir das 09h.

OS PERSONAGENS DE JORGE AMADO

Por Nelson Cadena, no Correio

Gabriela, a bela que encanta Nacib e seduz Tonico Bastos, é apenas um dos mais de cinco mil personagens que povoam as 44 obras editadas por Jorge Amado em vida.

Se você estranhou a quantidade de personagens de ficção criados pelo romancista baiano precisa ler para conferir as Criaturas de Jorge Amado, obra de Paulo Tavares, esgotada nas livrarias, mas com fartura nos sebos brasileiros, com preço que varia entre R$ 7 e R$ 180, a variável de preço a depender do estado de conservação, primeira ou segunda edição; as mais valorizadas levam o autógrafo de Tavares e do próprio Jorge Amado.

Obra rara que merecia ser reeditada neste ano em que se comemora o centenário do escritor. Clique aqui para ver toda a matéria.

ROUBO DE URNA, AGRESSÃO E POLÍCIA NA ELEIÇÃO DO DCE-UESC

O bicho pegou nas eleições do DCE-UESC.

O que era para ser mais uma eleição tranquila do Diretório Central dos Estudantes da UESC, virou caso de polícia, tomou as redes sociais e pode parar na justiça.

Na última segunda-feira (18), começou a votação para a escolha da nova diretoria da entidade. Duas chapas concorriam. A chapa 1, com candidatos da fração minoritária da última gestão, e a 2, com membros da porção majoritária.

Na terça-feira (19), por volta das 21h, quando a votação estava prestes a ser encerrada, dois integrantes de um movimento interno da universidade, conhecido como Mobiliza UESC, roubaram a urna onde estavam cerca de 200 votos dos alunos de Administração e Ciências Contábeis.

No ato de vandalismo, o estudante que furtou a caixa agrediu a mesária, que prestou queixa por agressão na delegacia da mulher, em Ilhéus.

O ato fez com que todas as urnas fossem fechadas às pressas, levadas sob escolta da guarda do campus e guardadas na sede do DCE.

Três dias depois do acontecido, as urnas ainda não foram apuradas e as duas chapas têm posicionamentos distintos sobre o que fazer.

Em carta aberta divulgada nas redes sociais, a chapa 1 defende a apuração dos votos. Representantes da chapa 2 pedem a anulação do pleito e convocação imediata de outra consulta.

Pesa a favor da anulação o fato de, no momento do roubo da urna, todas as outras terem sido fechadas  fora do tempo previsto para o encerramento da votação e sem que as atas fossem lavradas. Nesse caso, o estatuto da entidade prevê a anulação.

A chapa 1 alega que só necessita nova consulta onde a urna foi roubada. 

A decisão final cabe à comissão eleitoral. O problema é que os comissionários ainda não se posicionaram. A justiça pode ser um dos meios para resolver o caso.