RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA: UM GRANDE DESAFIO

Do blog Esperança-Conduru

Rones Flagordes.

O Instituto Floresta Viva tem desenvolvido projetos pioneiros em restauração da Mata Atlântica no sul da Bahia, tendo como foco principal, áreas desflorestadas do Corredor Ecológico Esperança Conduru. Confira nessa entrevista com o pesquisador Rones Flagordes, como vem sendo realizado esse trabalho, e quais são os seus desafios.

Há quantos anos o Instituto Floresta Viva atua na recuperação de áreas degradadas?

O Instituto vem trabalhando com restauração florestal e reflorestamento desde 2007, embora, anteriormente, tenha havido algumas ações isoladas. Em 2003, realizamos plantio nas margens da rodovia Ilhéus/ Itacaré com objetivos estéticos, já que se tratava de uma Estrada- Parque; e, em 2005, produzimos 25 mil mudas em parceria com 25 famílias que tiveram suas terras desapropriadas. Isto foi lá no início. Sabia-se pouco, e, de lá para cá, já aprendemos muito; adquirimos algum conhecimento. Esse processo começou a tomar corpo com um projeto maior, em 2007, através da Secretária de Meio Ambiente do Estado da Bahia.

Qual a área estimada que se encontra em processo de restauração?

No Parque Estadual Serra do Conduru (PESC), já foram restauradas 168 hectares, e plantadas 255 mil mudas. Englobando todo o Corredor, perfazemos um total 196 hectares, e pouco mais de 310 mil mudas de espécies nativas plantadas.

Clique aqui para ver a entrevista completa.



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