A DEMORA PARA PAGAR OS CONTRATADOS DO PST

Contratados pela secretaria de educação do estado, por meio dos Contratos de Prestação de Serviços (PST), continuam passando aperto para receber os salários.

Apesar da greve dos professores, esses funcionários continuam trabalhando, mas não recebem os salários nas datas certas.

Desde que a paralisação dos docentes começou, os contratados estão com as contas zeradas.



7 responses to “A DEMORA PARA PAGAR OS CONTRATADOS DO PST

  1. Parabéns vereador, junto com a Profesora Carmelita 13, tenho certeza que faremos bem mais por nossa Ilhéus, pois a Ilhéus de 20 ou 30 anos atrás não fomos nós que construimos,mas tenha certeza que construiremos uma cidade cada vez melhor basta que cada um cidadão Ilhense acredite.

  2. gusmao eu respeito as pessoas para poder ser respeitado jamais teria coragem de inventar qualquer tipo de mentira para poder mim beneficiar quero dizer a senhora MARTA se existe alguma mentirosa é ELA porque talvez a mesma seja cargo de confiança da DIREC06 e todo mes a bolada estar certinha na conta corrente para não fazer nada cometendo injustça com as pessoas portanto fica aqui minha justificativa e resposta a unica mentirosa é ELA ou seja a DONA MARTA OBRIGADO AMIGÃO E UM BOM DIA E QUE DEUS CONTINUE SEMPRE LHE ABENÇOANDO.

  3. gusmao eu sou sou ligado em seu blog que tem compromissio com a verdade coloquei a resposta a senhora que estar chamando agente de mentirosos é voce nao publicou entao mas uma vez vou reafirmar mentiroda é ela ou seja a d marta que deve ser cargo de confiança da direc06

  4. Solidarizo-me com os contratados PST, mas a situação dos REDA é muito pior: os que foram aprovados no último concurso para assistente administrativo e convocados em 15 de março estão em situação indefinida desde então, ou seja, há mais de quatro meses! Se para o PST basta uma indicação, para o REDA temos que prestar concurso (que é pago), apresentar exames admissionais (também pagos em sua maioria devido o prazo entre convocação e apresentação) para trabalhar na mesma carga horária (30 horas semanais) e por salário-mínimo, conforme estipulado em edital, sem informações quanto eventuais direitos trabalhistas ou quaisquer outros benefícios. Ninguém na DIREC 6 ou na Secretaria de Educação sabe informar nada efetivamente, o que não é surpresa. As “justificativas” dos mais antigos são como “no meu tempo, esperávamos uns nove meses…”, como se fosse aceitável essa subordinação a tamanha morosidade.

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