VANE E OS FERIADOS CATÓLICOS

Vane e o Bispo de Itabuna, Dom Ceslau Stanula, no dia 18 de agosto de 2012, antes das eleições.
Vane e o Bispo de Itabuna, Dom Ceslau Stanula, em agosto de 2012, antes das eleições.

A vinculação do prefeito de Itabuna com o protestantismo tem rendido discussões entre muitos itabunenses.

Vane tem se recusado a participar de eventos profanos, a exemplo da tradicional Lavagem do Beco do Fuxico. Também não esteve presente na católica Procissão de São José (padroeiro da cidade).

Acima do político, eleito por pessoas de indistintas religiões, Vane coloca o homem de fé específica (o estado é laico, o homem público não).

A postura (um direito individual) tem gerado boatos.

Nessa semana, funcionários públicos do município questionam o prefeito por não decretar ponto facultativo na próxima quinta-feira, 28, véspera da Sexta-Feira da Paixão, feriado nacional e católico.

Alguns servidores dizem que o gestor, membro da Assembléia de Deus, não quer adiantar o início do feriadão por discordância religiosa.

Por se tratar de um boato, é possível que não seja verdade. Talvez Vane queira mais trabalho dos funcionários, mais atenção com o povo.

Porém, a rejeição a manifestações culturais fora do mundo protestante e o fato de estar rodeado de pastores reforçam a boataria.



10 responses to “VANE E OS FERIADOS CATÓLICOS

  1. Vejo que vcs gostão ou estão a mando de alguem pra criar polemica para o prefeito Vane. Não basta os probemas que ele já tem internamente com as alinças de campanha.Vamos deixar o homen se organizar sem atrapalhar E TRABALHAR EM PAZ.O prefeito com certeza prometeu ao bispo fazer um governo sem corrupção e não prometeu participar de atos religiosos.
    TÔ CHEIO.

  2. Por que tantas perseguições aos políticos evangélicos?
    Todas as vezes que se refere à deputada Ângela, coloca antes a palavra irmanzinha. Agora, critica Vane porque não aparece nos eventos religiosos, pra que existem assessores, vice, secretários? Dentre as suas atribuições, representar o prefeito é uma delas.

  3. Na minha opinião, deve-se respeitar a liberdade de credo. O Brasil é Laico, já está mais do que na hora de suspender os feriados santos. Se for assim, teremos que atribuir feriados ao camdoblé, a umbanda, budismo, ou qualquer data importante de outra religião. Feriado só os nacionais e pronto.

  4. Se o Estado fosse realmente Laico, não haveria feriado relacionado à esta ou àquela religião, mas sim feriados que apontassem para determinada data importante da construção do País.

  5. Acho que estão criando muita polemica visando atrapalhar o prefeito Vane, se Ele é Cristão Protestante e a Biblia é bem clara quando fala sobre imagens, temos que respeitar a crença dele, a liberdade religiosa é Lei e Vane não vem tentando atrapalhar os eventos do Catolicismo, cada um faz e participa daquilo que acredita. O Prefeito não é obrigado a participar de eventos dos seguimentos religiosos, daqui a pouco vamos criar eventos publicos para Cadomblé, Espiritismo, Umbanda, Budismo e etc. e aí os prefeitos vão ter que participar de todos e o Bispo, irá também participar deste outros eventos, as igrejas Protestantes realizam grandes eventos na nossa região, pergunta-se: Os Bispos, Padres e seus seguidores participam destes eventos?
    Ora gente, cada um no seu cada um!

  6. O canto do Prefeito é no meio do povo, foi pra isso que ele foi eleito. Porque antes da eleição, ele não falou abertabente que era a favor ou contra a essa ou aquela religião? Você Caetano não tem obrigação de participar, mas ele tem.

  7. Quer dizer que os servidores que não querem trabalhar em dia útil estão “culpando” o Prefeito por ser evangélico e ainda tem gente colocando o estado laico na discussão…!?!?
    Pelo amor de Deus, deixa o homem (e a maioria responsável dos servidores) trabalhar.

  8. Apenas duas correções ao autor da matéria: o prefeito de Itabuna não é protestante, é evangélico ou pentecostal. Os protestantes no Brasil não são intolerantes quanto a outras religiões e até ordenam pastoras, o mesmo não se pode dizer dos evangélicos. Segundo, e mais grave, o autor foi preconceituoso ao dizer que a Lavagem do Beco é um ato profano. Veja no dicionário o que significa profanar! Se é um evento religioso, ele é sagrado e não profano, mesmo que você não concorde com a crença dos outros, não pode dizer que só a sua é sagrada e que a dos outros é profana, isso é dogmatismo e intolerância.

    Editor responde.

    A lavagem do Beco do Fuxico não é um evento religioso. Tradicionalmente abre os carnavais de Itabuna. O uso do adjetivo profano está correto.

  9. “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.” Mateus 5:11

  10. Então quer dizer que vocês (do Blog) preferem uma ladrão que devia milhões e participa destas festas do que um prefeito que quer trabalhar sério mas não se contamina com essa política de pão e circo? Pelo amor de Deus, deixe Vane trabalhar, e é por isso que tem vice (Wenceslau).

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