FILHA DO EX-PREFEITO DE UNA PEDE EXONERAÇÃO

Discussão com Ledívia teria levado Gleiciane a pedir exoneração

Segundo o Blog Agravo, Gleiciane Birschner, filha do ex-prefeito de Una, Dejair Birschner, pediu exoneração do cargo que ocupava na vigilância sanitária de Ilhéus. O pedido foi feito na última quinta-feira (2) e aceito pelo prefeito Jabes Ribeiro.

De acordo com o blog, uma discussão entre Gleiciane e a secretária de Saúde do município, Ledívia Espinheira, foi a razão do afastamento. Ledívia teria rasgado um documento na presença de Gleiciane, acusando-a de falsificar a sua assinatura.

No início do mês de abril,  o Blog do Gusmão relatou uma “queda de braço” entre as duas.  Clique aqui para ler a publicação.



4 responses to “FILHA DO EX-PREFEITO DE UNA PEDE EXONERAÇÃO

  1. Queda de braço de duas pessoas prepotentes, de um lado uma secretária arrogante, recalcada, frustrada que acha que sabe tudo e na verdade não sabe nada, não entende nada de SUS e assistência, deveria arrumar a bagagem e voltar para onde nunca deveria ter saído.Do outro lado a “outra que se acha” a filha do ex prefeito de Una, uma relação que não daria certo nunca, uma quer ser mais que a outra, briga de vaidades e disputa de espaço e notoriedade.
    Agora é admirável a falta de entendimento do prefeito de Ilhéus Jabes Ribeiro em permitir a permanência dessa secretária de saúde, entendemos as questões políticas de partido, e a influência do mais novo dono da Bahia Jorge Solla, porém, pensavamos que Jabes teria voltado ao palacio mais inteligente, depois de anos fora do poder, mais não, permitir Ledivia Espinheira é a mais absoluta falta de sensatez.
    Os fatos acontecidos diariamente envolvendo a pose da sra
    Ledivia já são comuns na secretaria, rotineiramente já vivenciamos sua falta de experiência e habilidade para conduzir uma pasta tão sofrida e importante.
    Não se atribui competência a quem não tem perfil!
    Vamos aguardar cenas dos proximos capitulos!

  2. Com um discurso de campanha com argumentos vazios, literalmente desgastados; sem projeto de governo; sem nenhum planejamento estratégico para assumir uma prefeitura que sabia falida ao extremo. O prefeito levantou-se zonzo do estado de dormência onde se encontrava há oito anos sem mandato. O Seu “despertar” da latência esporulada em que se debatia no porão do ostracismo político foi surpreendente; para lançar-se candidato a prefeito/salvador de uma Ilhéus ora carcomida e saqueada por dois mandatos deletérios sucessivos: Valderico/Newton e Newton/Newton (PSB/PT). Ora convenhamos; sem projeto e sem cancha para agregar valores de fora ao seu atual péssimo governo; o futuro prefeito de Ilhéus brandiu e gritou afinidades eletivas; conhecimento; intimidade política e acesso irrestrito ao gabinete principal do Palácio de Ondina e as Secretarias de Estado, de onde manariam leite gordo; os recursos salvadores para a Ilhéus caótica, com o aval do amigo e correligionário político, o Governador Wagner. Ploft! Foi mau!
    Esse mesmo que o mandou chorar em outra freguesia! E que o redarguiu em público que: “Nenhum prefeito eleito é obrigado a tomar posse do cargo”, fechando a bolsa à vista de todos. No mais, tendo limitado a mínimos óbolos do Estado, um inútil elefante branco, ou seria baleia branca, denominado pomposamente de Terminal Pesqueiro de Ilhéus, para tilápias, bagrinhos e piaus, quando nem “A.O.” pesca mais por aqui! Fala sério! E o Departamento de Polícia Técnica, uma minissérie que se arrastou por anos, até a sua conclusão no centro da cidade, para dissecações e autópsias dos nossos defuntos involuntários. E tudo esses “shows” sendo inaugurados tendo o prefeito à vista de todos, como feliz papai de tão magnificentes obras públicas!
    Com o cronômetro rolando para os cinco meses da posse, sem que a cidade tenha se dado conta de que Newton e baia já foram, a não ser pela piora miserável do quadro geral da saúde pública; urbana e suburbana de Ilhéus; só assim nos apercebemos da presença do novo prefeito; dos seus dois supersecretários e demais cortesãos nomeados.
    Quem, como eu, acreditou num renascimento político que envolvia novos paradigmas; novas ideias e conceitos; novas e desafiadoras metas a serem atingidas na sua carreira política via um governo com transparência; que retirasse Ilhéus do caos para a uma normalidade urbana e social estável e aceitável, seguido mínimas obras e realizações prioritárias; desenvolvimento econômico e social; reinserção de Ilhéus no lugar e ranking que já ocupou antes dos Governos Valderico/Newton e Newton/Newton.
    Nós que nos iludimos com essas fantasias utopistas dos políticos profissionais, somos os mais arrependidos e prejudicados, pois, de certa forma, também nos sentimos culpados por havermos votado em quem não dá a mínima para Ilhéus e seus cidadãos; e ainda por cima, conluia com maioria na Câmara de Vereadores, que fazem vistas condescendentes com relação a atos e fatos que mereceriam, no mínimo, serem acompanhados e fiscalizados por esse legislativo preguiçoso e escatológico.
    Agora é tarde. É difícil, mas inevitável, assumirmos que obramos feio e errado: Estamos fodidos! E sós nessa parada.

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