GOVERNADOR FALA SOBRE O CONFLITO EM BUERAREMA

wagner com índiosO governador Jaques Wagner terá reunião essa semana em Brasília com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para discutir o conflito entre produtores rurais e povos indígenas por terras na região de Buerarema.

Esse assunto é tema do programa Conversa com o Governador dessa terça-feira (10), que também aborda o fim da construção da Via Expressa, maior intervenção urbana em Salvador, depois da construção da Avenida Paralela, além de destacar o esforço do governo para melhorar a arrecadação e fazer mais investimentos nas áreas de saúde e educação. Ele também responde uma pergunta de internauta, sobre a BA-210.

Ouça o programa.



3 responses to “GOVERNADOR FALA SOBRE O CONFLITO EM BUERAREMA

  1. Leia a afirmação do governador e observe que em certo ponto, ele já antecipa os fatos. Ele não fala em observar a legislação, mas que vivemos em uma democracia:

    Diz o governador:

    “É melhor, nós que vivemos dentro da democracia, aguardar o desfecho desse processo e fazer uma negociação para a saída dos não-índios, pagando todas as benfeitorias”.

    Atenção pequenos agricultores, o perigo pode aumentar com a complicação que pode surgir com a interferência do Governador.

    Notem que em nenhum momento ele cita a questão dos falsos registros de Tupinambás e nem a fraude existente quanto a elaboração do laudo antropológico.

    Ainda existe a interpretação de pontos importantes da nossa legislação, que também coloca por terra todo o processo demarcatório da FUNAI.

  2. Publicado hoje no “A região edição eletrônica”

    Sobre o laudo antropológico da FUNAI:

    “A mesma historiadora usada pela Funai para indicar 47 mil hectares de Ilhéus, Buerarema e Una como “terra tradicional tupinambá” tinha escrito um livro onde afirma que não existe etnia tupinambá no sul da Bahia.
    Ela “mudou de ideia” depois de contratada pela Funai”.

  3. Caro Emílio Gusmão, amigo,

    Fui reler as portarias da FUNAI que criou a comissão que delimitou a área dos Tupinambás de Olivença e não encontrei nenhuma historiadora. A portaria nomeia 01 antropóloga, 01 antropólogo, 01 agrimensor, 01 técnico agrícola, 01 motorista e outras funções de apoio.

    Qual o problema de mudar de idéia? Mas em relação aos Tupinambás de Olivença o Jorge Luiz, para desqualificar o relatório da FUNAI, criou até uma historiadora.

    A propósito, vc publicaria um artigo meu sobre a questão Tupinambá?

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