“O GOVERNO SE COMUNICA MAL”

fogo-amigo

A revista CartaCapital dessa semana traz uma entrevista com o empresário Abilio Diniz, que antes controlava a rede de supermercados Pão de Açúcar, e que agora está à frente do conselho de administração da BRF (fusão da Perdigão com a Sadia).

Amigo do ex-presidente Lula, Diniz faz questão de externar seu forte apreço pela Presidenta Dilma, mesmo assim, faz críticas pontuais ao Palácio do Planalto, e utiliza o termo “o governo se comunica mal”.

Uma das principais vozes do empresariado, com essa declaração, Abilio Diniz parece mandar mensagens, na tentativa de rediscutir interesses frustrados de sua classe.

Voltemos à nossa linda Ilhéus, onde a pequena política dá o tom.

Setores da imprensa, muito simpáticos ao prefeito Jabes Ribeiro, iniciaram uma onda de ataques à secretaria de comunicação social. O objetivo é atingir o respeitado jornalista Paixão Barbosa, responsável pela pasta.

Há indícios de que a trama tem a colaboração de um prestigiado secretário jabista, especialista em “aglutinar para não dividir”.

Interessado em licitações, o importante secretário tentou “alterar os ventos” do processo que vai contratar uma agência de publicidade, por 600 mil reais.

Como não conseguiu, utiliza do “fogo amigo” para minar Paixão Barbosa.

A imprensa insatisfeita, assim como o famoso empresário Abilio Diniz, também afirma que “o governo se comunica mal”.

Trata-se de uma tentativa de criticar tecnicamente a secretaria de comunicação, sendo que o verdadeiro interesse é evidenciar a frustração empresarial de uma agência de publicidade, ávida pelo contrato de 600 mil reais.

Nesse texto expomos duas variações do fogo amigo.

Em Abilio Diniz não faltou sinceridade.

O mesmo não se pode dizer do setor da imprensa que tenta queimar a secretaria de comunicação.



One response to ““O GOVERNO SE COMUNICA MAL”

  1. Eu só acho que não tinha necessidade de trazer jornalista de fora, que não conhece as peculiaridades locais com tantos bons jornalistas, inclusive nos quadros da prefeitura. É o velho ranço jabista de querer trabalhar com “notáveis” que não funcionam e são totalmente dispensáveis.

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