ILHÉUS: OBRA ABANDONADA PELA PREFEITURA VIROU UM PASTO

Hoje o terreno da obra é usado por um pequeno criador de cavalos. Fotos: Thiago Dias/Blog do Gusmão.
Hoje o terreno da obra é usado por um pequeno criador de cavalos. Fotos: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Neste sábado 5, visitamos o bairro Nossa Senhora da Vitória, em Ilhéus. Na Segunda Travessa São Jorge, em frente ao Centro Educativo Fé e Alegria, encontramos um terreno de 3.000m² onde a prefeitura deveria ter construído uma Praça dos Esportes e Cultura. O projeto foi implementado pelo Ministério da Cultura em parceria com municípios de todo o país.

A obra seria inaugurada em maio de 2013, mas, não saiu do papel. Ao invés de quadras poliesportivas, pista de skate, telecentro de informática e audiovisual, o espaço virou um pasto esquisito em que máquinas abandonadas e animais se misturam.

O estado atual da placa da obra representa bem a situação de abandono.
O estado atual da placa da obra representa bem a situação de abandono. Amplie a imagem.

O projeto foi orçado em R$ 1.970.386,36. Até o momento, o governo federal liberou R$ 342.948, 73 para o município. No  ano passado, a prefeitura recebeu R$ 146.910,09 (a última liberação, de R$ 43 mil, foi em outubro de 2013).  Essas informações estão disponíveis no Portal da Transparência.

Segundo um membro da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, a obra foi embargada porque a prefeitura não prestou contas sobre os recursos liberados pelo governo federal.

LANÇAMENTO DO CIDADELLE OFFICE JÁ TEM DATA MARCADA

Projeto Cidadelle Office.
Projeto Cidadelle Office.

O Cidadelle Office vai ser lançado no dia 26 de abril. O projeto, voltado para o segmento de negócios, contará com a construção de duas torres e estará atrelado ao novo bairro planejado que a empresa já está construindo às margens da rodovia Jorge Amado (Itabuna-Ilhéus). 

Antes desse lançamento será realizado, na próxima terça-feira 8, no Espaço Cidadelle, um meeting para os corretores das imobiliárias cadastradas. Quem passa atualmente pela rodovia já pode ver que os trabalhos de limpeza e terraplenagem do terreno já começaram.

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COMO O MUNDO ESTÁ VENDO A NOSSA COPA

juca-kfouriPor Juca Kfouri

Texto publicado no Portal UOL.

Neste ano fui procurado, que me lembre bem, por cerca de 30 veículos estrangeiros para falar da nossa Copa.

Na verdade, além de meu trabalho, que não é pouco, quase não tenho feito outra coisa a não ser receber os colegas do exterior.

As entrevistas têm sido francas, é claro, até porque os jornalistas que para cá vêm, veem as coisas como as coisas estão e soa ridículo quem, como o pessoal do COL e o ministro do Esporte, tenta tapar o sol com a peneira.

Os jornais e revistas americanos The New York Times, The New Yorker, Time, Sports Illustrated, ESPM Magazine; as alemãs DPA e Der Spiegel; o ingleses BBC, The Economist e Guardian; os franceses, TVF1, Canal+, L’Équipe, Le Monde e Télérama; a TV estatal chinesa CCTV; o jornal japonês Ashai Shimbun; os italianos L’Expresso e Repubblica; o português Público; o equatoriano El Telegrafo; a rádio argentina Mitre; os jornais espanhóis Ás e Marca; a HBO latina e americana; a revista austríaca Ballesterer; os árabes da Aljazeera, além dos alemães da Fundação Rosa de Luxemburgo, fora alguns cujos cartōes esqueci de pegar, estiveram comigo nos últimos meses, assim como a TeleSur, da Venezuela.

Já os jornais Expressen, da Suécia e o Globe and Mail, do Canadá, virão na semana que vem.

Para que você tenha uma ideia, até para os padres dominicanos estive falando sobre os megaeventos no Brasil nesta manhã de sexta-feira, por convite de frei Betto.

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O QUE É UMA COMUNIDADE?

comunidade

“Algumas destas (as comunidades) serão ‘o não lugar’, ou seja, redes formadas por pessoas com interesses diferentes ou relações econômicas diversas, que acabam por se envolver. Mas, na verdade, cada pessoa nasceu em um lugar, possui um ou vários lugares ao qual se refere como ‘lar’, um lugar onde trabalha, e talvez lugares onde vá regularmente para descansar ou se divertir. Qualquer desses locais pode ser a comunidade com a qual a pessoas se relaciona”.

Brian Goodey em “Interpretar o Patrimônio – um exercício do olhar”.