ARRAIÁ NO ABRIGO SÃO VICENTE DE PAULO

Festa está marcada para o dia 1º de julho, às 19 horas, na sede do abrigo centenário.
Festa está marcada para o dia 1º de julho, às 19 horas, na sede do abrigo centenário.

No dia 1° de julho, um sábado, o Abrigo São Vicente de Paulo vai promover o Arraiá do Vicente. A festa começará às 19 horas, na sede da entidade, localizada no Alto da Conquista, em Ilhéus.

O som da noite vai ficar por conta do Grupo Nova Geração. Balaio junino, sorteio de brindes e comidas típicas vão completar o ambiente festivo.

O ingresso custa cinco reais. Todo o dinheiro será usado em benefício do abrigo de idosos carentes. As entradas podem ser adquiridas na sede da instituição centenária e na loja Zum Decorações e Ortomédica.

FESTA JUNINA NA APAE DE ILHÉUS

APAEA Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Ilhéus vai realizar nessa terça-feira (20), a partir das 15 horas, o “Arraiá dos Apaexonados, abrace esta causa”. Localizada no bairro Hernani Sá, nas proximidades da central de abastecimento, a sede da entidade vai ser o palco da festa.

O evento vai ter apresentações de quadrilhas juninas e teatro encenado por alunos da escola, comidas típicas e sorteios de balaio e micro-ondas.

De acordo com Vitória Penalva, diretora da entidade, atualmente a Apae acolhe cerca de 200 crianças, com profissionais qualificados, coordenação, supervisão e direção. A instituição recebe alimentos da prefeitura por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Para a criança desenvolver-se tem que estar bem alimentada e bem assistida”, ressalta. A escola funciona nos dois turnos, com turmas das 7h40min às 11h40min e das 13h20min às 17h20min.

“Passamos por momento difícil, principalmente de dívidas deixadas por gestões anteriores. Seus parcelamentos têm dificultado a direção de obter verbas do governo federal. Hoje, possuímos cinco professores (que geram custos), antes contávamos mais de 20. Houve permuta e três professores foram para o Centro de Referência à Inclusão Escolar  (Crie) e outros três entraram graças à intervenção da secretaria municipal de Educação (Seduc) e do prefeito Mário Alexandre (PSD)”, disse a diretora.

SINEBAHITA ITABUNA TEM 7 OPORTUNIDADES DE EMPREGO

Confira abaixo as novas oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas ficarão disponíveis nessa terça-feira (20).

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

AUXILIAR DE COZINHA

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

1 VAGA

CALDEIREIRO DE MANUTENÇÃO

Ensino Fundamental Completo

Experiência mínima de 6 meses na função com traçado de peças

1 VAGA

ENCANADOR INDUSTRIAL

Ensino Fundamental Completo

Experiência mínima de 6 meses na função em tubulação encanizada

1 VAGA

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BAIXA COMPLEXIDADE ECONÔMICA PREJUDICA O DESENVOLVIMENTO DE ILHÉUS

Professor Sérgio Ricardo Ribeiro Lima.
Professor Sérgio Ricardo Ribeiro Lima.

A conclusão é do professor Sérgio Ricardo Ribeiro Lima, membro do Departamento de Economia da UESC. Colaborador eventual do Blog do Gusmão, Sérgio oferece aos nossos visitantes uma análise de fôlego sobre dois setores econômicos de Ilhéus: a produção dos derivados do cacau e as atividades do polo de informática.

A análise considera esses dois setores e o seu nível de complexidade como parâmetros para a avaliação do desenvolvimento de Ilhéus. O estudo se concentra no intervalo entre 2000 e 2016.

Ao justificar a escolha das atividades analisadas, o professor explica que, do ponto de vista da produção, os dois setores são os mais dinâmicos da economia ilheense.

Para demonstrar o percurso da sua pesquisa, Sérgio apresenta uma série de imagens e de tabelas. Elas facilitam a compreensão do texto e, ao mesmo tempo, dão consistência aos argumentos do economista.

O estudo conclui que Ilhéus tem um índice de complexidade econômica negativo. Considerando os impactos negativos dessa realidade sobre a geração de empregos qualificados e a consequente valorização do trabalho, Sérgio Ricardo avalia que, no início deste século, o município não tem vivenciado “um processo de desenvolvimento econômico que possa inserir econômica e socialmente o conjunto da sociedade num padrão digno de bem-estar e de vida.”

Leia o resumo do próprio autor.

Complexidade Econômica e desenvolvimento econômico em Ilhéus: uma análise sobre as atividades de cacau-derivados e o “polo de informática”, 2000-2016[1]

Por Sérgio Ricardo Ribeiro Lima[2]

O estudo e a pesquisa que apresentaremos aqui tiveram como base a teoria da complexidade econômica. Essa teoria é fundamentalmente baseada na pauta de exportações dos países, estados ou municípios. O objetivo desse estudo é analisar o desenvolvimento econômico de Ilhéus, no período 2000-2016, sob a óptica da complexidade econômica. Em adendo a esta perspectiva, trouxemos dados sobre empresas, renda e emprego nas atividades de cacau-derivados e de informática-eletro-eletrônicos[2]. Nos detivemos nessas duas atividades por serem, do ponto de vista da produção, as mais dinâmicas.

A Teoria da Complexidade Econômica (TCE), ou simplesmente, Complexidade Econômica é caracterizada fundamentalmente, para efeito de mensuração, por dois conceitos: ubiquidade e diversidade.

Os produtos não-ubíquos, ou raros, são aqueles bens de alto conteúdo tecnológico e muito escassos, que poucos países têm capacidade de produzir. Um dos grandes requisitos para sua produção é o alto investimento de capital.

A diversidade, por sua vez, diz respeito à capacidade que um município, estado ou país tem de diversificar sua pauta de produção e de exportação. Portanto, quanto mais diversificada essa pauta, mais complexa é a economia e, sendo assim, mais desenvolvida é uma sociedade. Quanto mais complexa, mais rica; quanto menos complexa, mais pobre.

“Os países hoje considerados ricos são aqueles que desenvolveram muito os setores de serviços sofisticados e as manufaturas. Os países pobres são aqueles que basicamente produzem commodities para exportação e tem um setor de serviços de baixíssima qualidade (GALA, 2017, 42-43)”.

A complexidade econômica envolve quatro possibilidades. Mas isso não quer dizer que a análise teórica que vamos fazer sobre os mapas (treemaps) tenham que se encaixar exatamente nos quatro aspectos abaixo, pois há outros fenômenos econômicos – de natureza qualitativa e de juízos de valor – que não entram na explicação. Inclusive há de se fazer uma ressalva que uma economia pode ter uma base produtiva diversificada, mas com uma pauta exportadora não-diversificada. Isso quer dizer que esta economia tem sua base produtiva voltada primordialmente para o atendimento do mercado interno.

  1. a) bens não-ubíquos com pauta exportadora não-diversificada: embora uma economia tenha uma pauta exportadora limitada, mas, desde que produza e exporte bens escassos e de alto conteúdo tecnológico em relação aos demais países, a mesma tem alta complexidade.

  2. b) bens não-ubíquos com pauta exportadora diversificada: essa é a situação ideal; uma economia cuja estrutura econômica é caracterizada por bens escassos e de alta tecnologia e, ao mesmo tempo, diversificada, esse é o que caracteriza uma sociedade desenvolvida economicamente.

  3. c) bens ubíquos com pauta exportadora diversificada: uma economia mesmo não tendo (ou que tenha baixo nível de) produção de bens escassos e de alto conteúdo tecnológico (não-ubíquos), mas que tenha uma pauta diversificada, é considerada de complexidade mediana.

  4. d) bens ubíquos com pauta exportadora não-diversificada: essa situação é característica de uma economia de baixa complexidade econômica, portanto, relativamente com baixa renda per capita e baixo nível de desenvolvimento econômico.

Mas a complexidade econômica é estatisticamente mensurada através do Índice de Complexidade Econômica (ECI) para cada país, região, estado ou município.

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BEBETO LAMENTA A MORTE DE CACÁ DA ETESI

Deputado Bebeto.
Deputado federal Bebeto Galvão.

Por meio de nota divulgada nesse domingo (18), o deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA) manifestou pesar pelo falecimento do ex-vereador Carlos Alberto França (Cacá da Etesi), empresário de Ilhéus. Leia a íntegra.

“Foi com muita tristeza que recebi na noite de ontem a notícia do falecimento do querido amigo, presidente do Bloco Carnavalesco Os Caretas, ex vereador em Ilhéus e empresário Carlos Alberto França, Cacá da Etesi.

Homem de bem, de uma irreverência ímpar, Cacá deixará um enorme vazio em nossos corações. Seu legado e seus relevantes serviços prestados a Ilhéus e aos ilheenses jamais serão esquecidos. Desejo que Deus o receba em bom lugar e que traga conforto aos corações enlutados da família e dos amigos”.

“ESTUPIDEZ” É MARCA DO TRÂNSITO EM ILHÉUS, AFIRMA PROFESSOR

Felipe de Paula. Imagem: Karoline Vital.
Felipe de Paula. Imagem: Karoline Vital.

Nas últimas semanas, Ilhéus registrou uma série de atropelamentos com vítimas fatais. O mais recente vitimou o empresário e ex-vereador Cacá da Etesi. O caso acendeu o debate sobre a educação no trânsito.

Ao comentar publicação deste blog, o professor Felipe de Paula, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), escreveu que ama Ilhéus, “mas o trânsito ilheense é de uma estupidez absurda”.

Ainda segundo Felipe, quando um condutor dá a vez a outro parece uma “ofensa”, “imagine pra um pedestre!”. “Enquanto não houver mudança de mentalidade, continuarão a surgir notícias tristes como essa”, concluiu.

VILA NOVA PEDE A RENÚNCIA DO PRESIDENTE DO COLO-COLO

Raimundo Borges, presidente do Colo-Colo.
Raimundo Borges, presidente do Colo-Colo.

O radialista Vila Nova, apresentador do programa O Tabuleiro (Conquista FM), pediu hoje (19) que o presidente do Colo-Colo, Raimundo Borges, renuncie ao cargo.

O contexto do pedido é a crise financeira e administrativa do clube, que se soma à eliminação na Série B do Campeonato Baiano 2017. No sábado (17), o Colo-Colo empatou em três a três com o Cajazeiras, mas precisava de uma vitória para se classificar.

Jogadores do Tigre cobram o pagamento de salários atrasados. Segundo Vila Nova, provavelmente essas dívidas vão se transformar em novos processos trabalhistas contra o time de Ilhéus.

Nessa temporada, a diretoria terceirizou a gestão do Colo-Colo. O negócio ainda rende críticas severas da maior parte da imprensa esportiva.