PREFEITURA DE ILHÉUS PREPARA A CIDADE PARA O FIM DE ANO

Projeto de limpeza do fim de ano. Imagem: SECOM/Ilhéus.

A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Secsurb) intensificou as ações de limpeza das praias, ruas e avenidas de Ilhéus.

O secretário de Serviços Urbanos, Jorge Cunha, destacou que os trechos entre a cabeceira do aeroporto, entrada do Teotônio Vilela, Avenida Esperança, todos estes, tendo como destino final a praça Cairu, no Centro, passam por capina, raspagem e roçagem de meios-fios. “O objetivo é deixar a cidade mais atraente para o verão”.

Cunha ainda ressaltou a Operação Praia Limpa – veja aqui. “Pelos nossos cálculos, 40 por cento do serviço emergencial está concluído e chegaremos à totalidade ainda para o natal”.

Para a execução desta operação, a Secsurb disponibilizou 10 roçadeiras, oito caçambas, duas pás carregadeiras e uma retroescavadeira.

Para informações sobre a Operação Praia Legal, acesse aqui.

EXCLUSIVO: INVESTIGAÇÃO REVELA EXÉRCITO DE PERFIS FALSOS USADOS PARA INFLUENCIAR ELEIÇÕES NO BRASIL

Cada funcionário seria responsável por controlar de 20 a 50 perfis falsos | Ilustração: Kako Abraham/BBC.

Da BBC Brasil.

São sete da manhã e um rapaz de 18 anos liga o computador em sua casa em Vitória, no Espírito Santo, e dá início à sua rotina de trabalho. Atualiza o status de um dos perfis que mantém no Facebook: “Alguém tem um filme para recomendar?”, pergunta. Abre outro perfil na mesma rede. “Só queria dormir a tarde inteira”, escreve. Um terceiro perfil: “Estou com muita fome”. Ele intercala esses textos com outros em que apoia políticos brasileiros.

Esses perfis não tinham sua foto ou nome verdadeiros, assim como os outros 17 que ele disse controlar no Facebook e no Twitter em troca de R$ 1,2 mil por mês. Eram, segundo afirma, perfis falsos com fotos roubadas, nomes e cotidianos inventados. O jovem relatou à BBC Brasil que esses perfis foram usados ativamente para influenciar o debate político durante as eleições de 2014.

As evidências reunidas por uma investigação da BBC Brasil ao longo de três meses sugerem que uma espécie de exército virtual de fakes foi usado por uma empresa com base no Rio de Janeiro para manipular a opinião pública, principalmente, no pleito de 2014.

A estratégia de manipulação eleitoral e da opinião pública nas redes sociais seria similar à usada por russos nas eleições americanas, e já existiria no Brasil ao menos desde 2012. A reportagem identificou também um caso recente, ativo até novembro de 2017, de suposto uso da estratégia para beneficiar uma deputada federal do Rio.

A reportagem entrevistou quatro pessoas que dizem ser ex-funcionários da empresa, reuniu vasto material com o histórico da atividade online de mais de 100 supostos fakes e identificou 13 políticos que teriam se beneficiado da atividade. Não há evidências de que os políticos soubessem que perfis falsos estavam sendo usados.

Com ajuda de especialistas, a BBC Brasil identificou como os perfis se interligavam e seus padrões típicos de comportamento. Seriam o que pesquisadores começam a identificar agora como ciborgues, uma evolução dos já conhecidos robôs ou bots, uma mistura entre pessoas reais e “máquinas” com rastros de atividade mais difíceis de serem detectados por computador devido ao comportamento mais parecido com o de humanos.

Parte desses perfis já vinha sendo pesquisada pelo Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo, coordenado pelo pesquisador Fábio Malini.

“Os ciborgues ou personas geram cortinas de fumaça, orientando discussões para determinados temas, atacando adversários políticos e criando rumores, com clima de ‘já ganhou’ ou ‘já perdeu'”, afirma ele. Exploram o chamado “comportamento de manada”.

“Ou vencíamos pelo volume, já que a nossa quantidade de posts era muito maior do que o público em geral conseguia contra-argumentar, ou conseguíamos estimular pessoas reais, militâncias, a comprarem nossa briga. Criávamos uma noção de maioria”, diz um dos ex-funcionários entrevistados.

Esta reportagem é a primeira da série Democracia Ciborgue, em que a BBC Brasil mergulha no universo dos fakes mercenários, que teriam sido usados por pelo menos uma empresa, mas que podem ser apenas a ponta do iceberg de um fenômeno que não preocupa apenas o Brasil, mas também o mundo.

Segundo Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (USP), a suspeita de que esse seria um serviço oferecido normalmente para candidatos e grupos políticos “faz pensar que a prática deva já estar bem disseminada nesse ambiente político polarizado e que vai ser bastante explorada nas eleições de 2018, que, ao que tudo indica, serão ainda mais polarizadas que as últimas de 2014”.

Philip Howard, professor do Instituto de Internet da Oxford, vê os ciborgues como “um perigo para a democracia”. “Democracias funcionam bem quando há informação correta circulando nas redes sociais”, afirma, colocando os fakes ao lado do problema da disseminação das fake news, ou seja, notícias falsas.

Robôs estariam tentando manipular opinião pública nas redes sociais no Brasil desde 2012.

Exército fake

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VANESSA DA MATA FAZ SHOW DE REABERTURA DA CONCHA ACÚSTICA

Cantora mato-grossense Vanessa da Mata.

Na próxima sexta-feira (15), a cantora Vanessa da Mata se apresenta na reinauguração da Concha Acústica de Ilhéus, às 20h. O show faz parte da turnê Caixinha de Música.

A Concha Acústica passou por obras de requalificação nas últimas semanas. As melhorias incluíram a recuperação do sistema elétrico e hidráulico, a substituição do piso, pintura das áreas interna e externa, reforma dos portões de acesso, recuperação dos banheiros, camarins, além de nova iluminação.

É HORA DE DEFENDER A UNIVERSIDADE

Luiz Carlos Cancellier de Olivo, ex-reitor da UFSC.

Da Folha.

Na quarta (6), três meses depois do episódio que levou o então reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ao suicídio, a Polícia Federal (PF) resolveu repetir a dose com o da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O procedimento foi o mesmo. Agentes chegam de surpresa à casa da vítima, que nunca fora intimada a depor, cedo de manhã, e a levam, sob vara, para alguma instalação policial.

O engenheiro Jaime Arturo Ramirez teve mais sorte do que o advogado catarinense Luiz Carlos Cancellier, sendo liberado após algumas horas. O segundo, submetido à humilhação de algemas, correntes nos pés, desnudamento, revista íntima, uniforme de presidiário e a cela onde teve que dormir, matou-se 15 dias mais tarde.

Ao deixar as dependências da PF, Ramirez, levado ao mesmo tempo que outros seis quadros da UFMG, fez uma declaração sucinta: “Fomos conduzidos de forma coercitiva e abusiva para um depoimento à Polícia Federal. Se tivéssemos sido intimados antes, evidentemente teríamos ido de livre e espontânea vontade”. Alguém duvida?

Segundo os documentos disponíveis, o Ministério Público foi contrário à condução coercitiva. Mas a PF insistiu, e a juíza encarregada acatou a demanda, alegando “possibilitar que sejam ouvidos concomitantemente todos os investigados, (…) impedir a articulação de artifícios e a subtração de provas”. Sem qualquer justificativa consistente, a direção da universidade, tal como havia ocorrido em setembro na UFSC, foi tratada como uma quadrilha de assaltantes, justificando o aparato —84 policiais— destinado a capturá-los.

Na realidade, de acordo com o reitor de uma instituição congênere, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a onda de criminalização dos campi começou no final de 2016, quando “a Polícia Federal irrompeu na UFRGS [a federal do Rio Grande do Sul], em vista de uma suspeita de fraude em um programa de extensão”. Em fevereiro de 2016, a própria UFPR foi atingida: 180 agentes cumpriram vários mandados de prisão e oito conduções coercitivas. Depois veio a prisão de Cancellier, a condução de Ramirez e, para cúmulo, mais uma incursão semelhante, na quinta, de novo na UFSC.

Reparem nos nomes das operações sequenciais da PF: “Research”, “PhD”, “Ouvidos moucos”, “Esperança equilibrista” e “Torre de Marfim”. É óbvio que estamos diante de uma ação orquestrada e arbitrária, usando os mecanismos de exceção abertos pela conjuntura política, com o objetivo de desmoralizar o sistema público de ensino superior no Brasil.

Se a sociedade civil não for capaz de superar divergências e se unir na defesa da universidade, teremos perdas irreparáveis. Não só na educação como na democracia.

 

MEDITAÇÃO COLETIVA ACONTECE NESSE DOMINGO EM ILHÉUS

Meditação coletiva.

Amanhã (10), o movimento “MeditAr Livre” vai realizar mais uma edição da meditação coletiva. O objetivo é semear a paz individual e coletiva. O encontro acontecerá ao lado da Tenda Teatro Popular, em Ilhéus, às 10h.

Para participar, basta levar uma canga ou esteira e água para consumo próprio. Os organizadores sugerem que os participantes vistam camisa branca e levem alimentos leves para um lanche colaborativo.

A programação conta com som curativo das Tigelas de Cristais, Danças Circulares, Yoga e Reiki.

SINEBAHIA ILHÉUS OFERECE 10 VAGAS DE EMPREGO NESSA SEGUNDA-FEIRA

Confira abaixo as vagas de emprego disponíveis nessa segunda-feira (11) na agência do SineBahia Ilhéus, que fica na sala 13 do SAC, situado na Rua Eustáquio Bastos, 308, Centro.

Não esqueça de levar a carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e de chegar antes das 9.

Muitos candidatos se antecipam e preenchem as vagas por meio do site Mais Emprego.

Por esse motivo, acontece do pretendente ir até o SAC e não encontrar a oportunidade anunciada pelo Blog do Gusmão.

Recomendamos aos candidatos que se cadastrem no site quando forem a uma agência do SineBahia.

ENCARREGADO DE LIMPEZA (HOSPITALAR)

Ensino Médio Completo

Conhecimento em Informática

Experiência de 6 meses em Carteira de Trabalho

04 VAGAS

ALMOXARIFE

Ensino Médio Completo

Conhecimento em Informática

Experiência de 6 meses em Carteira de Trabalho

01 VAGA

SUPERVISOR DE LIMPEZA

Ensino Médio Completo

Conhecimento em Informática

Experiência de 6 meses em Carteira de Trabalho

01 VAGA 

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