FACULDADE MADRE THAIS DESENVOLVE O PROJETO “PARASITOLOGIA EM AÇÃO”

Professora/Mestra Ana Paula Adry, coordenadora do Curso de Biomedicina da Madre Thais. Imagem: Ascom.

O projeto de extensão “Parasitologia em Ação” foi criado na Faculdade Madre Thais (FMT) sob a responsabilidade da coordenação do Curso de Biomedicina e da professora Dra. Flamélia Carla Oliveira. Os objetivos são: levar educação, prevenção e promoção de saúde aos alunos de escolas públicas e comunidades carentes.

A cada semestre, os alunos e professores definem as comunidades e escolas da rede municipal de Ilhéus para a realização das ações. Entre os serviços prestados pelo projeto destacam-se: a distribuição de kits de higiene, coleta de amostras, realização de exames parasitológicos e entrega dos resultados. As atividades incluem palestras, apresentação de peças teatrais focadas nos problemas mais evidentes na comunidade, distribuição de lanches, entrega dos kits e brinquedos às crianças da rede pública.

Na avaliação da professora Flamélia Carla, um dos passos importantes no projeto “Parasitologia em Ação” é a realização dos exames parasitológicos pelos alunos do 4º semestre do Curso de Biomedicina. Aos alunos do 3º semestre do Curso de Enfermagem caberá a tarefa de entregar os laudos com os resultados dos exames, junto com as cestas básicas, às famílias das crianças.

O projeto “Parasitologia em Ação” tem frequência semestral e vai realizar a 11ª edição no segundo semestre deste ano, sempre com caráter educativo e de prevenção às parasitoses intestinais. “Dessa forma levamos conhecimento e informação sobre prevenção e cuidados aos pais e às crianças das escolas públicas de Ilhéus, sem falar na excelente oportunidade que oferecemos aos nossos discentes, que é o exercício da cidadania e a prática de exames parasitológicos sob nossa supervisão,” informa a professora Flaméllia.

Para a coordenadora do Curso de Biomedicina, Ana Paula Adry, “trata-se de uma ação de grande relevância, pois as parasitoses intestinais se constituem num problema de saúde pública no Brasil e no mundo, por estarem diretamente associadas à falta de educação sanitária, preventiva e infraestrutura básica. A incidência em crianças compromete o desenvolvimento físico e intelectual”.



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