SINEBAHIA ITABUNA OFERECE 20 VAGAS

Sinebahia Itabuna tem 8 vagas para motorista entregador.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis nesta sexta-feira, 28.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna. 

AUXILIAR ADMINISTRATIVO (PCD)

Exclusivo Para Pessoas Com Deficiência

Experiência mínima de 6 meses na função

Possuir CNH ‘B’

1 VAGA 

MOTORISTA ENTREGADOR

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

8 VAGAS 

EMPREGADA DOMÉSTICA

Ensino Fundamental Incompleto

Experiência mínima de 6 meses na carteira

1 VAGA

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LÍDICE DA MATA DESTINOU MAIS DE R$ 3 MILHÕES EM EMENDAS PARA ILHÉUS

Em discurso na tribuna do Senado, senadora Lídice da Mata (PSB-BA)

Lídice da Mata, candidata a deputada federal, destinou mais de R$ 3 milhões em emendas para Ilhéus. Os recursos que foram distribuídos nas áreas da saúde, educação, infraestrutura, agricultura  e turismo.

No Congresso Nacional, Lídice, hoje senadora, lutou pelo fortalecimento da lavoura cacaueira. Ela é autora de um projeto de lei que estabelece percentual mínimo de 35% de cacau em todo chocolate produzido e comercializado no Brasil, fazendo com que a região exporte produtos com valor agregado e não somente commodities.

Em Brasília, Lídice sempre cobrou a revitalização da Ceplac. A senadora baiana também é uma das proponentes da Estrada do Chocolate, que começará a funcionar a partir de dezembro e será um vetor de desenvolvimento do turismo rural na região, ajudando a divulgar os atrativos de Ilhéus por todo o mundo.

No Turismo, Lídice trabalhou pelo desenvolvimento da Costa do Cacau. A senadora ainda atuou junto à Infraero para que o aeroporto de Ilhéus fosse liberado para retomar seus voos noturnos.

Confira a lista de emendas.

TCM MULTA PREFEITO DE JITAÚNA POR FARRA DE DIÁRIAS

Patrick, prefeito de Jitaúna, não provou interesse público nas diárias que recebeu. Foto: Eurípedes News.

Na sessão desta quinta-feira, 27, o Tribunal de Contas dos Municípios julgou parcialmente procedente a denúncia pelo pagamento ilegal de diárias, ao longo do ano de 2017, pelo prefeito do município de Jitaúna, Patrick Gilberto Lopes.

Por sugestão do relator do processo, conselheiro Mário Negromonte, o pleno do TCM aplicou multa ao gestor no valor de R$1 mil, e determinou um ressarcimento, com recursos próprios, da importância de R$31 mil.

A denúncia, formulada pela vereadora Rúbia Rocha ao TCM, destacou a ausência de comprovação do efetivo interesse público para concessão de diárias a servidores municipais. O gestor, no processo, não apresentou documentos para justificar as despesas.

O Ministério Público Especial de Contas sustentou que a ausência de comprovação da realização da viagem e/ou de seu motivo, configura dano nos recursos públicos de Jitaúna.

SINEBAHIA ILHÉUS OFERECE 12 OPORTUNIDADES NESTA SEXTA-FEIRA

Sinebahia Ilhéus tem uma vaga para garçon de restaurante.

Confira abaixo as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira, 28, na agência do SineBahia Ilhéus, que fica na sala 13 do SAC, situado na Rua Eustáquio Bastos, 308, Centro.

Não esqueça de levar a carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e de chegar antes das 9.

AUXILIAR DE COZINHA

Ensino Médio completo

Experiência mínima de 06 meses com registro em CTPS

01 VAGA 

AUXILIAR DE MECANICO

Ensino Fundamental completo

Experiência na função

01 VAGA 

GERENTE FINANCEIRO

Ensino Superior completo em Administração ou Contabilidade

Experiência mínima de 06 meses comprovada em Carteira de Trabalho

Conhecimento em informática

01 VAGA

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CAIXA LANÇA CONSIGNADO COM GARANTIA DOS RECURSOS DO FGTS

A Caixa Econômica Federal disponibilizou a seus clientes, desde quarta-feira, 26, o crédito consignado com garantia dos recursos do FGTS. A modalidade é autorizada pela Lei 13.313/2016, que possibilita ao trabalhador oferecer, em garantia do consignado, parte dos recursos de sua conta vinculada do FGTS, nos casos de rescisão de contrato sem justa causa, culpa recíproca ou por força maior.

Com essa medida, a Caixa pretende aumentar o volume de crédito direcionado a trabalhadores do setor privado, por meio da oferta de taxas mais competitivas aos clientes. A determinação legal é de que a taxa máxima para a modalidade com garantia FGTS seja de 3,5% a.m.. Na Caixa, as taxas para a modalidade serão a partir de 2,63% a.m., de acordo com o perfil do empregador e do cliente pessoa física.

Os interessados devem preencher, dentre outros, os seguintes requisitos: empregador possuir convênio de consignado ativo com a CAIXA; empregado possuir margem consignável disponível para averbação de parcela em folha de pagamento; empregado com vínculo empregatício de, no mínimo, 12 meses junto à empresa do setor privado; cliente receber salário em conta corrente da CAIXA; e ter saldo de FGTS compatível com o valor do empréstimo desejado. Os valores de reserva para garantia são limitados ao somatório de 10% do saldo disponível na conta do FGTS e de 100% da multa rescisória prevista.

As empresas que desejarem disponibilizar a modalidade a seus empregados já podem procurar a agência CAIXA de relacionamento para saber como assinar o Convênio de Consignação CAIXA. O banco também coloca à disposição o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) em caso de dúvidas, por meio do telefone 0800 726 0101.

Crédito Consignado:

O consignado é um tipo de empréstimo pessoal, cujo pagamento é descontado do contracheque ou do benefício recebido pelo INSS. A CAIXA detém participação significativa desse mercado, de 18,9%, com uma carteira de R$ 61,4 bilhões. Atuante na oferta do produto para os beneficiários aposentados e pensionais do INSS, com carteira de R$ 29,1 bilhões, a CAIXA agora reforça seu o pioneirismo na oferta do consignado com garantia de FGTS. A contratação é limitada aos valores disponíveis de garantia e margem consignável, conforme legislação.

ALEXANDRE FROTA É CONDENADO A PAGAR INDENIZAÇÃO A GILBERTO GIL

O pretenso ministro da cultura de um eventual governo Bolsonaro, Alexandre Frota, foi condenado a pagar R$ 20 mil ao cantor e compositor Gilberto Gil.

De acordo com o blog de Ancelmo Gois, Frota fez postagens ofensivas contra Gil no Twitter, disse que o baiano “não poderia mais roubar livremente recursos da Lei Rouanet”.

A juíza Rafaella Ávila Tuffy Felippe, da 50ª Vara Cível do Rio, considerou na sentença que o ator fez comentários “desprovidos de qualquer comprovação, causando danos à imagem e à honra do compositor”.

STF MANTÉM CANCELAMENTO DE 3,4 MILHÕES DE TÍTULOS ELEITORAIS

Luís Roberto Barroso. Foto: Ailton de Freitas/Agência O Globo.

De O Globo.

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta quarta-feira pedido do PSB para permitir que os eleitores que perderam o prazo do cadastramento biométrico sejam autorizados a votar nestas eleições. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há 3,4 milhões de títulos nessa situação, porque seus portadores não compareceram à revisão eleitoral, ocorrida entre 2016 e 2018. O recadastramento ainda não foi totalmente concluído no país. Até agora, a maior parte dos títulos cancelados está na Região Nordeste, com 45%.

Os ministros do STF explicaram que o recadastramento servia não apenas para cadastrar os dados das impressões digitais dos eleitores, mas também para verificar quem está apto a votar. Foram excluídos do cadastro, por exemplo, títulos em duplicidade e eleitores falecidos. Portanto, não é correto afirmar que 3,4 milhões de eleitores ficarão de fora das eleições. Com isso, não seria possível inserir todos esses títulos no cadastro da Justiça Eleitoral novamente, sem antes passar um pente fino nos dados.

Ainda segundo os ministros, inserir todas essas pessoas na lista de votantes às vésperas das eleições provocaria insegurança na votação. Em parecer enviado ao STF, o TSE afirmou que uma liminar concedida agora poderia prejudicar o calendário eleitoral, por falta de capacidade técnica de ampliar a lista de votantes agora. Ainda segundo o setor, a demanda envolveria “custos e eventuais licitações ou aditamentos de contratos já firmados”.

— Sob o risco de inviabilizar a eleição e lançar o país no caos, a cautelar deve ser indeferida — disse o relator do processo, ministro Luís Roberto Barroso.

— É de fato uma logística complexa e delicada — concordou Gilmar Mendes.

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DESMATAR VIROU “PATRIMÔNIO CULTURAL” DO BRASIL

Por Maria Tereza Jorge Pádua, publicado em O Eco.

Há alguns dias o sistema agrícola tradicional das comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, no sudeste paulista, foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O tal sistema é o “plantio das roças tradicionais que requer o corte de pequena área de vegetação nativa de Mata Atlântica para fazer a roça”. Em bom português isto significa desmatar, ou seja, derrubar árvores e queimar. Verdade é que, no caso, pode se tratar de áreas discretas, mas que ocorre numa das regiões mais desmatadas do Brasil, abrindo um curioso e perigoso precedente num país que pretende lutar contra o desmatamento.

A agricultura de roça e queima

A descrição do cultivo que agora é “patrimônio cultural” oferecida pelos defensores da proposta, no caso do Vale do Ribeira, diz que a floresta é cortada e que “a vegetação  é queimada em forma controlada permitindo que as cinzas fertilizem o solo”. Estas áreas abertas na floresta são cultivadas por períodos de dois a três anos, ou até que o solo não esteja mais tão fértil. Depois o produtor abandona este trecho e a floresta “se regenera”.

Esta forma de agricultura primitiva é praticada por indígenas e quilombolas, mas, também, é usada por populações tradicionais e não tradicionais de outras regiões. Esta forma de agricultura, conhecida como agricultura migratória é, como bem demonstrado, uma das principais causas do desmatamento da Amazônia e de outras florestas tropicais e subtropicais do mundo, junto com a pecuária e a agricultura moderna. A área desmatada cada ano pode, realmente, ser pequena, como se pretende que sejam as dos quilombolas, mas, frequentemente, alcançam de meio hectare a mais de um hectare. Como essa prática, que em geral é realizada por agricultores informais, se repete a cada ano, seu impacto acumulado é muito grande. No Brasil este tipo de agricultura pode estar aumentando. Nos países andino-amazônicos a prática abre enormes frentes de destruição e fogo que se somam aos ocasionados por outros atores.

Esta forma de agricultura era até adequada no caso das populações indígenas originais, com baixa população e muita terra e, sem dúvida, também para os quilombolas do passado que se assimilaram culturalmente aos anteriores. Porém, a sua validade na situação socioeconômica atual é altamente discutível fora dos territórios indígenas. Vários fatos devem ser lembrados: (i) trata-se de uma forma muito ineficiente de agricultura, com baixa produtividade que consolida a pobreza da população que a usa; (ii) requer a destruição de florestas naturais sobre uma extensão muito maior que a que é realmente necessária para alimentar os que a praticam; (iii) requer uso do fogo que, muitas vezes, sai do controle e provoca incêndios florestais; (iv) embora a floresta eliminada possa se “regenerar”, a área desmatada nunca recupera sua riqueza biológica original.

Sob qualquer parâmetro social, econômico ou ecológico, a agricultura de roça e queima deve ser progressivamente transformada em uma das tantas opções de agricultura mais produtivas e estáveis como, diga-se de passagem, usaram os próprios indígenas amazônicos com a prática conhecida como “terra preta”, dentre outras. Para conservar as supostas virtudes das variedades cultivadas pelos quilombolas existem muitas formas de fazê-lo, sem continuar desmatando. Para isso se inventaram os bancos genéticos e a Embrapa, sem dúvida, sabe fazer isso com extraordinária competência. Também se alega que é agricultura orgânica. Tudo bem. No entanto, destruir árvores nativas centenárias, que suportam uma rica e diversificada fauna, para plantar milho e mandioca não é muito “orgânico” e, para ser orgânico, não se precisa abrir roças novas anualmente.

O caso do Vale do Ribeira em São Paulo

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