VIDEO: PACIENTES DE HEMODIÁLISE DANÇAM A “PISADINHA” EM ILHÉUS

Imagem extraída de vídeo no Youtube.

Na manhã desta quarta-feira, 14, pacientes que fazem hemodiálise no Centro de Assistência Renal (CAR), de Ilhéus, entraram na dança da “pisadinha”.

A brincadeira agradável que serve para aliviar a tensão do longo tratamento (4 horas) também teve a participação dos profissionais da clínica. A “pisadinha da hemodiálise” começou em Feira de Santana (BA). O vídeo viralizou na internet e já acumulou 20 mil visualizações. 

Ainda bem que a “pisadinha” chegou a Ilhéus. Este, sim, é um belo exemplo de humanização nos serviços públicos de saúde. 

Assista.

SINEBAHIA ITABUNA OFERECE 22 OPORTUNIDADES DE TRABALHO

Sinebahia Itabuna tem uma vaga para confeiteiro (a) de padaria.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis nesta sexta-feira, 16.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna. 

MONITOR DE RESSOCIALIZAÇÃO/AGENTE DE DISCIPLINA (PCD)

Exclusivo para Pessoas Com Deficiência

Ensino Médio Completo

Possuir curso de vigilante

5 VAGAS 

AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO (PCD)

Exclusivo para Pessoas Com Deficiência

Não exige escolaridade

Não exige experiência

5 VAGAS 

AUXILIAR ADMINISTRATIVO – JOVEM APRENDIZ

Exclusivo para Jovem Aprendiz

Cursando Ensino Médio

Não exige experiência

Possuir 18 anos

1 VAGA

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CUBA ANUNCIA SAÍDA DO PROGRAMA “MAIS MÉDICOS”

Médico cubano do programa ‘Mais Médicos’ realiza atendimento na Ilha de Marajó, no Pará. Foto: OPAS/OMS.

Segundo informações do jornal Granma, de Cuba, “o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, lançando mão de referências diretas, depreciativas e ameaçando a presença de nossos médicos nesse país, disse e reiterou que vai modificar os termos e condições do Programa Mais Médicos, com desrespeito para a Organização Pan-Americana da Saúde”.

Em Ilhéus, os médicos cubanos criaram muita empatia com algumas comunidades, devido ao trato humanista, sensível e sem barreiras com os usuários do SUS. Em maio de 2015, a saída de uma médica cubana do posto de saúde do bairro Ilhéus II gerou comoção na comunidade (veja aqui).

Resta saber se o governo Bolsonaro vai conseguir enviar médicos brasileiros para as regiões mais pobres, distantes e inóspitas do Brasil.

Leia a nota do Ministério da Saúde Pública de Cuba.

O Ministério da Saúde Pública da República de Cuba, comprometido com os princípios de solidariedade e humanistas que nortearam a cooperação médica cubana por 55 anos, está envolvido desde a sua criação, em agosto de 2013, no Programa Mais Médicos para o Brasil. A iniciativa de Dilma Rousseff, na época presidenta da República Federativa do Brasil, tinha o nobre propósito de garantir atendimento médico para o maior número da população brasileira, em consonância com o princípio da cobertura universal da saúde, promovida pela Organização Mundial da Saúde.

Esse programa previu a presença de médicos brasileiros e estrangeiros para trabalharem em áreas pobres e remotas daquele país.

A participação cubana na mesma é feita através da Organização Pan-Americana da Saúde e se distinguiu pela ocupação de vagas não cobertas por médicos brasileiros ou de outras nacionalidades.

Nestes cinco anos de trabalho, cerca de 20 mil colaboradores cubanos atenderam 113,3 milhões de pacientes (113.359.000) em mais de 3.600 municípios, chegando a ser atingidos por eles um universo de 60 milhões de brasileiros, constituindo 80% de todos os médicos participantes do programa. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história.

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UBAITABA: PROJETO EJA FINALIZA COM SARAU CULTURAL

Foto: Ascom Ubaitaba.

Aconteceu na sexta-feira passada, dia 9, às 19h30min, no Colégio CEU de Ubaitaba, a culminância do Projeto EJA II: Sarau Cultural a Arte de Viver sob a coordenação pedagógica da professora Rosana Magalhães.  Durante a semana foram realizadas oficinas de artesanato, música, dança, teatro e pintura.

As oficinais tiveram como objetivo trazer a cultura para os jovens e adultos, elevar a autoestima e melhorar as perspectivas de vida através da arte.

Esse projeto da secretaria de educação de Ubaitaba é interdisciplinar e estruturante na educação de jovens e adultos (EJA) II.

Este é o segundo ano que está sendo realizado. Uma das últimas atividades envolveu um passeio e aula cultural no Centro Histórico de Ilhéus, onde os participantes visitaram a Casa de Jorge Amado, Catedral de São Sebastião, Bar Vesúvio, Teatro Municipal de Ilhéus e Mercado de Artesanato. Em sala de aula foi trabalhada a história e a cultura da região cacaueira da Bahia.

COMO É BOM TE VER, FREDDIE MERCURY

Por Julio Gomes.

Nos dias sombrios em que vivemos, nos quais a barbárie parece ter virado moda, a boa educação tornado-se algo indesejável, o fino trato social um anacronismo e o amor ao próximo um grave defeito, faz bem à alma e ao corpo voltarmos às nossas referências de civilização laica e de desejo de progredir em liberdades, tolerância e garantias humanas.

Esse é o sentimento que pode assaltar e permanecer em que assistir ao filme Bohemian Rhapisody, baseado na vida e obra de Freddie Mercury, o eterno líder da banda Queen.

Longe de ser um filme piegas, do tipo feito para exaltar as qualidades de quem já se foi, vemos na fita um Freddie Mercury cheio de paixões e fraquezas, mas capaz de elevar-se acima de seus defeitos, como a dizer-nos que também nós, apesar de todas as nossas imperfeições, também podemos realizar algo de bom e, talvez, de grandioso!

Freddie Mercury.

Freddie Mercury, o protagonista, tem coragem de sê-lo de fato em sua própria vida, deixando fluir seu talento, sua arte, sua vocação plena, que aparecem tão exuberantes quanto sua incontinência em busca de prazeres, que lhe seria fatal em função das contingências da época em que viveu, os anos 80, na qual um diagnóstico de HIV positivo significava uma sentença de morte, pois naquele momento simplesmente não havia drogas medicinais capazes de conter o avanço da AIDS no organismo humano.

Trabalhando, produzindo, indo em busca de ser o que sempre desejou ser, Freddie Mercury deixa para nós, e especialmente para quem viveu os anos 70 e 80, além da beleza, originalidade e energia inesquecíveis de suas músicas, o desejo de reviver uma época em que começávamos a descobrir que era necessário aceitar e conviver com homossexuais; em que se sonhava com um mundo melhor, mais livre e mais solidário; e em que descobríamos em campanhas com USA For Africa (1985) que podíamos e devíamos fazer algo por nossos semelhantes, ao invés de dar-lhes as costas ou indicar-lhes a possibilidade de melhoria por meio de uma meritocracia que, na prática, é total e absolutamente impossível para as massas que passam fome e vivem na miséria física e moral.

Libertário, polêmico, vasto, livre e incrivelmente vocacionado e competente naquilo que fazia: música e arte. Este é o legado de Freddie Mercury e da banda Queen, que podemos revisitar ao assistir ao filme e, quem sabe, descobrir algo de extraordinário em pessoas comuns e falíveis como nós, para que nossa estrela também possa brilhar, apesar de todos os pesares.

Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz.