SECULT LANÇA EDITAL DE OCUPAÇÃO DE PAUTA DO TEATRO MUNICIPAL DE ILHÉUS

Foto: Clodoaldo Ribeiro.

A Secretaria da Cultura (Secult) recebe, de 2 a 31 de janeiro de 2019, inscrição para a pauta do Teatro Municipal de Ilhéus que será executada no primeiro semestre do próximo ano. O processo de seleção é dirigido a pessoas físicas ou jurídicas estabelecidas em qualquer parte do Brasil, que deverão obedecer às condições e exigências estabelecidas no regulamento. Serão considerados espetáculos do município de Ilhéus aqueles em que pelo menos 75% dos envolvidos comprovar que nasceram e, ou, residem na cidade há pelo menos dois anos.

O secretário da Cultura de Ilhéus, Pawlo Cidade, informa que o objetivo do edital é colaborar com a política de transparência e democratização do acesso de artistas e produtores aos projetos e pautas nos Teatro Municipal, bem como difundir o fazer das mais diversas artes em espaço cênico destinado a este fim.

O chamamento de construção de pautas do teatro, denominado de edital Pauta Livre tem por finalidade a seleção de propostas de teatro (auto, comédia, drama, farsa, melodrama, ópera, monólogo, revista, stand-up comedy, musical, surrealismo, tragicomédia, teatro infantil, teatro de fantoches, teatro de sombras), dança (ballet, salão, break, contemporânea, dança do ventre, moderna, flamenco, frevo, hip hop, jazz, kuduro, lambada, salsa, samba, sapateado, tango) e música (afro, músicas de câmara, erudita e folclórica, samba, pagode, gospel, pop, blues, rock, rap, MPB, jazz e reggae).

As pautas do teatro a serem preenchidas compreendem de quarta-feira a domingo, no período de 1º de março a 21 de junho de 2019. Serão selecionados espetáculos de teatro infantil e de adulto, dança e música, inéditos ou já estreados. “As propostas selecionadas terão isenção da taxa de agendamento e não receberão quaisquer ajuda financeira por parte do município, mas ficam condicionadas à divisão de bilheteria. Cada proponente poderá marcar até quatro pautas, sequencialmente, ou de forma alternada”, ressalta o secretário.

Texto da Secom Ilhéus.

O PARDAL TE PEGOU? TIRE AS PRINCIPAIS DÚVIDAS E SAIBA COMO RECORRER

Pardais instalados em Itabuna. Foto: Gabriel de Oliveira.

Do site Jusbrasil.

As multas por excesso de velocidade estão no ranking das penalidades mais aplicadas no Brasil. Em grande parte das vezes, esse tipo de infração é flagrada através dos chamados “radares de velocidade”, que são aparelhos eletrônicos cuja função é identificar a velocidade na qual trafegam os veículos.

Distribuídos em vias e rodovias por todo o país, os radares podem ser fixos, móveis, estáticos e portáteis. Cada um desses modelos desempenha um papel diferente e deve obedecer a normas específicas, estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito, o CONTRAN.

Neste artigo, respondemos às principais dúvidas sobre radares eletrônicos e multas por excesso de velocidade. Além disso, explicamos como recorrer. Confira!

Como funcionam os radares?

Os radares são aparelhos eletrônicos cuja função é detectar a velocidade na qual trafegam os veículos. Os radares fixos têm sensores magnéticos, que, na prática, são inseridos no asfalto, a pouca distância um do outro. Com isso, é possível calcular o tempo que o veículo demora a passar entre os sensores, sabendo, assim, com qual velocidade trafega.

Esses sensores já estão programados com o limite máximo de velocidade permitido na via. Se o veículo ultrapassa esse limite, os sensores acionam a câmera presente no radar, que, em seguida, registra a imagem do automóvel, na intenção de captar as características básicas, como placa e modelo.

Os radares do tipo móvel, por sua vez, conseguem identificar a velocidade dos veículos através da percepção de ondas magnéticas, que são emitidas na direção do veículo em movimento, permitindo, dessa forma, saber a sua velocidade.

O que o CTB e o CONTRAN estabelecem sobre a regularidade dos radares?

Para estarem em perfeito estado de funcionamento e, assim, serem considerados regulares, os radares devem obedecer a uma série de normas, estipuladas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo CONTRAN. Quando essas normas não são seguidas, as multas geradas a partir do flagrante feito pelos radares se tornam irregulares e, como tais, são passíveis de cancelamento.

Para que os radares sejam regulares, devem seguir algumas normas.

O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), especificamente em sua Resolução Nº 396/11, estabelece alguns “requisitos mínimos” para os radares. Essa Resolução diz que:

“Art. 2º O medidor de velocidade dotado de dispositivo registrador de imagem deve permitir a identificação do veículo e, no mínimo:

I – Registrar:

  1. a) Placa do veículo;

  2. b) Velocidade medida do veículo em km/h;

  3. c) Data e hora da infração;

  4. d) Contagem volumétrica de tráfego.

(mais…)

DIREITO AO SOSSEGO: CIPPA APREENDE VEÍCULOS BARULHENTOS NO MAMOAN E NO SOL E MAR

“Carretinha” apreendida no Mamoan. Foto: CIPPA/Porto Seguro.

A Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA/Porto Seguro) tem realizado várias operações para garantir o sossego dos moradores de Ilhéus e dos turistas que procuram a cidade para descansar.

No último domingo , 23, por volta das  10h15min., uma guarnição do 2° pelotão de Ilhéus flagrou no Mamoan (zona norte) equipamentos sonoros em cima de uma “carretinha”. A aparelhagem emitia poluição em alto volume, tendo sido constatado  80,5dB de pressão sonora. Os militares da CIPPA lavraram termo circunstanciado (nº040) contra Pedro Fontes de Araújo Neto, de 35 anos, responsável pelo equipamento. Veículo e aparelhos foram apreendidos.

No mesmo dia, por volta das 13h30min., a CIPPA encontrou no Condomínio Sol e Mar um veículo modelo Saveiro com aparelhagem sonora em total desrespeito às leis ambientais. A medição constatou 91,8dB de pressão sonora. José Neto dos Santos de Souza, de 41 anos, vai responder pela infração cometida, após o termo circunstanciado ser enviado ao poder judiciário.

Flagrante de poluição sonora no Condomínio Sol e Mar, zona sul de Ilhéus. Foto: CIPPA/Porto Seguro.

A poluição sonora, quando propagada por muito tempo, pode afetar o sistema nervoso, gerar estresse, irritação, cansaço e impedimento do sono. Em alguns casos, a depender do nível do ruído e do seu tempo de exposição, pode causar surdez. O excesso de barulho prejudica a qualidade de vida das pessoas incomodadas.

No dia 28 de março de 2018, um morador do bairro Teotônio Vilela foi condenado pela justiça por emitir poluição sonora (veja aqui).