Prefeitura de Ubaitaba entrega novo CRAS à população

Novo CRAS. Foto: Ascom/Ubaitaba.

A partir da 9 horas da próxima segunda-feira, dia 18, o novo Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) passa a funcionar no antigo prédio da Prefeitura de Ubaitaba, na Avenida Presidente Vargas no centro da cidade. O “CRAS – Casa das Famílias” vai centralizar todo o atendimento que a Secretaria da Assistência Social, Promoção e Trabalho presta a quem mais precisa.

A secretária Elied Soares explica que outros serviços de acolhimento e convivência continuarão funcionando em todos os bairros e no distrito de Faisqueira. Além disso, a ação dos profissionais do CRAS será ampliada para a zona rural, já que a Prefeitura quer dar atenção especial às pessoas que moram no campo, a exemplo das comunidades de Melos, Piraúna, Oricó, etc.

“As pessoas que precisam de assistência social, orientação e demais serviços na área rural serão atendidas uma vez por semana com equipes móveis integradas por assistentes sociais e psicólogos. Nos demais dias os atendimentos ocorrerão no ‘CRAS – Casa das Famílias’”, afirma a secretária.

A centralização do CRAS no centro também atende à solicitação da prefeita Suka Carneiro de manter e conservar o prédio histórico da Prefeitura de Ubaitaba, edificado na década de 1930.

Comercialização do chocolate produzido por agricultores familiares cresce no mercado brasileiro

Produtos Bahia Cacau são produzidos em Ibicaraí. Foto: Ascom/Incra.

Bombons originais com recheios de jaca, umbu, goiaba, cupuaçu e abacaxi, além de barras de chocolate com concentrações de cacau variadas é o carro chefe da Bahia Cacau, marca da agricultura familiar que vem conquistando o mercado baiano e de outros estados. O sele envolve a produção cacaueira de 118 agricultores familiares, entre eles, 58 assentados baianos. Atualmente, o mix de produtos com o selo Bahia Cacau fatura uma média de R$ 150 mil ao mês.

Na quinta e na sexta-feira, 14 e 15, com um caminhãozinho baú refrigerado, a Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária e Adjacentes (Coopfesba), detentora da marca, está levando as iguarias da cadeia do cacau para serem comercializadas em venda direta aos consumidores, em bairros da capital baiana, como Ondina, Pituba e Barra, além da Superintendência Regional do Incra na Bahia, que fica no Centro Administrativo da Bahia (CAB). Os valores dos produtos variam de R$ 2 a R$ 15.

Metade dos produtos da marca é comercializada em Salvador. Há pontos em shopping centers e delicatessens que revendem as variações de chocolates e bombons. O restante da produção vai para estabelecimentos localizados em Pelotas (RS), Curitiba (PR), Brasília (DF) e São Paulo (SP), como também, para outras cidades baianas, entre elas, Vitória da Conquista, Itabuna, Ilhéus e Juazeiro.

Situada no município de Ibicaraí, a Coopfesba envolve agricultores cooperados de 16 municípios do Território de Identidade do Litoral Sul, inclusive, dos assentamentos Etevaldo Barreto, Vila Isabel e Loreta Valadares, implantados pelo Incra, que ficam no mesmo município.

Segundo o presidente da Coopfesba, Osaná Crisostomo do Nascimento, que é assentado na área de reforma agrária Etevaldo Barreto, a cooperativa compra a arroba da amêndoa do cacau por R$ 220, enquanto no mercado o valor é de R$ 140. “Queremos chegar a R$ 300 por arroba para cooperados fidelizados”, planeja Nascimento.

Criada em 2010, a agroindústria surgiu da necessidade de fortalecer a produção cacaueira e da cadeia do cacau para assentados e pequenos agricultores. A cooperativa atualmente trabalha com 22 famílias de agricultores que estão sendo incentivadas a produzir um cacau diferenciado, adotando novas técnicas de cultivo e cuidados específicos.

Foto: Ascom/Incra.

Nascimento frisa que o Crédito Instalação do Incra e a assistência técnica foram importantes para o desenvolvimento da cooperativa. “Fomos beneficiados com os créditos Apoio e Fomento. Também recebemos o Pronaf. Boa parte desses recursos foi aplicada na melhoria das lavouras cacaueiras”, conta o presidente da cooperativa.

As famílias assentadas aguardam o recebimento do Crédito Cacau que será aplicado na implantação de seis hectares de lavoura cacaueira irrigada por família. Como também, as mulheres assentadas estão na expectativa de serem beneficiadas com o Fomento Mulher. “Elas pretendem investir na fabricação da amêndoa cacau cristalizada e de cocadas”, acrescenta Nascimento.

Além dos derivados do cacau, a cooperativa produz também leite, aipim, banana e geleias. As barras de chocolate são comercializadas nas versões de 70%, 60%, 50% e 35% de concentração do cacau. Também são manufaturados mel de cacau, amêndoas caramelizadas, bombons e nibs.

Explorando novos caminhos, a cooperativa está começando a investir na linha orgânica. “O mercado está pedindo por isso e já estamos pesquisando formas de cultivo para atender essa demanda. Atualmente, parte do cacau que adquirimos é orgânica”, conta Nascimento.

Os produtos da marca Bahia Cacau podem ser adquiridos através do site www.bahiacacau.com.br. A Coopfesba recebe encomendas pelo endereço eletrônico: [email protected] De acordo com Ozaná Nascimento, a cooperativa tem parcerias comerciais com uma empresa de ônibus e de viação aérea para a entrega de produtos da marca em outras cidades e estados.

Sinebahia Itabuna oferece 21 vagas na próxima segunda-feira

Há uma vaga para churrasqueiro.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis na próxima segunda-feira, 18.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna. 

AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO(PCD)

Exclusiva para pessoas com deficiência

Não necessita escolaridade

Não necessita experiência

01 VAGA

OPERADOR DE TELEMARKETING (PCD)

Exclusiva Para Pessoas Com Deficiência

Ensino Médio Completo

Não necessita experiência

10 VAGAS

EMPREGADA DOMÉSTICA

Ensino Fundamental Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

01 VAGA

(mais…)

Exclusivo. Ex-secretária de saúde afirma que não assinou decreto de emergência decidido por Marão

Luciene não assinou decreto criado por Bento e Marão.

Em primeira mão.

Em depoimento ao Ministério Público Federal, a ex-secretária de saúde de Ilhéus, a médica Luciene Moura, disse que não assinou o decreto de emergência instituído pelo prefeito Mário Alexandre no dia 16 de janeiro de 2017, no início do governo. Parte das declarações de Luciene Moura consta no relatório da investigação realizada pelo Sistema Nacional de Auditoria do SUS, a pedido do ex-presidente do Conselho Municipal de Saúde, Fred Oliveira.

Quando o decreto foi decidido, Luciene estava no cargo, mas disse não ter concordado com a medida. Posteriormente, em outra auditoria do SUS, constatou-se que o estado de emergência propiciou a compra sem licitação de medicamentos, fraldas e insumos a preços acima da prática do mercado.

Na sede de Ilhéus da Procuradoria da República, Luciene Moura disse que o secretário de administração, Bento Lima, pediu que ela assinasse o decreto no dia 19 de janeiro de 2019. Por não concordar com a medida e por já ter deixado o cargo, a médica se recusou a assinar.

Luciene também afirmou não ter participado das reuniões que discutiram o lançamento do decreto, dando a entender que o mesmo foi definido apenas por Mário Alexandre e Bento Lima.

Trecho do depoimento de Luciene Moura ao MPF.

Contudo, essa justificativa não foi acatada pela auditoria, pois o processo administrativo que desencadeou o estado de emergência traz documentos que demonstram o conhecimento da então secretária. Ela enviou comunicações internas a Mário Alexandre e Bento Lima com a solicitação da medida e não informou sobre a mesma ao Conselho Municipal de Saúde.

Apesar dessa contradição, segundo a auditoria que publicamos na quinta-feira, 14, Luciene Moura não teve qualquer responsabilidade nas compras de fraldas, medicamentos e insumos com indícios de sobrepreços. Esses procedimentos suspeitos ocorreram nos períodos de Oswaldo Dunkel e Elizângela Oliveira à frente da secretaria de saúde.

Baixe o relatório da auditoria.