Alunos da UESC participam de competição inovadora em Armação de Búzios

Alunos da UESC inscritos para a competição em Búzios (RJ).

Nesta quarta feira, 27, alunos da Uesc viajaram para atuar como árbitros em uma das modalidades mais desafiadores do mundo, a “Swim Run”, que acontece no dia 30 de março em Armação de Búzios-RJ.

De origem Sueca, a modalidade surgiu há pouco mais de 10 anos, quando um grupo de amigos criou o desafio de explorar um arquipélago nadando e correndo. No Brasil, a competição vai acontecer em 2 distâncias, 10km e 24km, nas categorias Solo ou Duplas.

Na prova em Búzios, os atletas vão percorrer pouco mais de 19 km em trilhas e pedras, alternados por etapas de natação que completam um total de mais ou menos 5 km. É importante citar que a modalidade se caracteriza pelo companheirismo, ou seja, os integrantes das duplas precisam chegar juntos. Além disso, todos os atletas devem competir sempre com os acessórios obrigatórios (bermuda de borracha ou pool buoy ou caneleira flutuadora, tênis, camisa de prova, palmar e touca de natação). Ou seja, os atletas nadam e correm de tênis, touca e etc.

Swim Run estimula o companheirismo.

Por meio de um projeto de extensão coordenado pelos professores Márcia Morel e Alberto Kruschewsky, a Uesc apoia a realização de cursos para organização de modalidades olímpicas. O projeto também apoia o transporte dos alunos certificados nesses cursos em viagens. O organizador do evento em Búzios, Fábio Inskadarian, que foi coordenador de natação na Paraolimpíada do Rio 2016, esteve em Ilhéus em novembro de 2018 para um curso sobre Paratriathlon. Daí surgiu a inclusão dos alunos da UESC no projeto.

Ciretran de Ilhéus pode voltar para o grupo de Jabes Ribeiro

Notinhas.

Marão perde e Jabes recupera a 13ª Ciretran.

A 13ª Ciretran, de Ilhéus, provavelmente terá um coordenador indicado pelo grupo do ex-prefeito Jabes Ribeiro (PP), que já comandou o órgão durante muitos anos.

O advogado José Rodrigues Filho (Dr. Rodrigues), no cargo desde junho de 2018 e indicado pelo grupo de Marão, começou a limpeza das gavetas.

Também pesa contra o grupo do atual prefeito “acenos amalucados” para o PSL do presidente Bolsonaro, representado na Bahia pela deputada federal Dayane Pimentel.

A articulação política do governo Rui Costa, que já reconhecia Marão como gestor incompetente e irresponsável, agora o vê como um aventureiro que não merece confiança.

O semeador de ódio

Por Julio Gomes.

Com a campanha eleitoral para a Presidência da República ocorrida em 2018, na qual se elegeu o então candidato Jair Bolsonaro, tornou-se muito mais visível a sistemática e desumana conduta de enaltecer e espalhar o ódio, nas mais diversas formas, locais e grupos, que foi usada como estratégia para obtenção da vitória pelo candidato e pelo grupo que o apoiou naquele pleito.

Ódio contra mulheres. Ódio contra pessoas de esquerda. Ódio contra gays e lésbicas. Ódio contra indígenas. Ódio contra pobres. Ódio contra negros. Ódio contra analfabetos. Ódio contra nordestinos. A tempestade de ódio parece não ter fim, nem limites.

Para os que esperavam que a razão, ou ao menos a dissimulação, trouxessem um ambiente de paz após a campanha e a posse do atual Presidente, a realidade mostrou-se de forma oposta: na Presidência, as manifestações mais abjetas e vulgares continuaram sem tréguas, apesar do enorme esforço de assessores e grupos palacianos para filtrar ou minorar os efeitos das loucuras do atual mandatário maior de nosso hoje tão malfadado país.

A torrente irrefreável de ódio, aliada a despreparo e irresponsabilidade, propiciou a falta de governabilidade que se transforma, cada vez mais, em crise e instabilidade política gravíssima, com efeitos econômicos e políticos dentro e fora do Brasil, já que assistimos à deterioração das relações políticas e econômicas do Brasil com relação a outros países e órgãos ou instituições políticas internacionais, como vem ocorrendo com relação à China, ao Chile, ao Paraguai, à França, aos países árabes e ao Acordo de Paris, todos sob feroz ataque da verborragia inconsequente do atual Presidente.

O clima de intolerância, maus sentimentos, maus desejos e de ânsia para que algo de ruim aconteça ao outro contaminou até mesmo nossas relações familiares, nossas amizades de infância e nossas relações de trabalho. Hoje apenas toleramos uns aos outros. Os bolsonaristas fazem enorme esforço para nos tolerar, pois muitos dos mais entusiasmados gostariam de nos ver torturados nos paus de arara da ditadura instaurada em 1964, e depois desaparecidos ou enterrados como indigentes, já que nos consideram inimigos do Brasil. E as pessoas do campo democrático e de esquerda, quando não nutrem sentimento semelhante de ver trucidados seus atuais antagonistas, ou se perdem na depressão ou se encastelam na cordialidade estritamente necessária para que uma convivência mínima seja possível.

O ódio, como se vê, não produz somente prejuízo institucional e econômico. Ele também envenena as relações pessoais, mesmo as mais íntimas ou as que deveriam ser mais formais e respeitosas, acanalhando a vida e o dia a dia de quase todos nós.

O Brasil optou pela intolerância, pelo ódio, pela insensatez, pela grosseria e pela estupidez, entre outros adjetivos de tão triste significado. E o fez de forma institucional, elegendo um excelente representante de tudo isto.

Espero que encontremos uma saída disto tudo, talvez não tanto pelo Brasil, que parece perdido ou acabado, mas por nós mesmos, para que possamos sobreviver e deixar para trás esta triste página de nossa história que hoje vivenciamos, e voltar a ser pelo menos amigos, colegas de trabalho, familiares, vizinhos, pessoas comuns vivendo em paz, longe do ódio que Bolsonaro representa, exemplifica e dissemina, de forma magistralmente competente.

Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz.

Sinebahia Itabuna oferece 18 vagas nessa quinta-feira

Há dez vagas de operadores de telemarketing para pessoas com deficiência.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis nessa quinta-feira, 28.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna. 

AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO(PCD)

Exclusiva para pessoas com deficiência

Não necessita escolaridade

Não necessita experiência

01 VAGA

OPERADOR DE TELEMARKETING (PCD)

Exclusiva Para Pessoas Com Deficiência

Ensino Médio Completo

Não necessita experiência

10 VAGAS

VENDEDOR INTERNO

Ensino Médio Incompleto

Experiência mínima de 6 meses na carteira

1 VAGA

(mais…)

Ameaça de atendado na UESC: viatura faz rondas dentro do campus

 

Caminhão da PM parado no campus da UESC. Fotos: Internet e Whatsaap.

Autoridades policiais de Ilhéus estão cientes da onda de mensagens na internet sobre um possível atentado em massa dentro da UESC.

Num áudio que circula no Whatsaap, o suposto articulador fala que o ataque vai ocorrer no Restaurante Universitário, conhecido com R.U.

“Os alunos estão com medo, mas estamos dando aula normal”, disse um professor ouvido pelo site Políticos do Sul da Bahia. Na manhã desta quarta-feira, 27, viaturas da Polícia Militar estão na UESC.

O site Galera de Ilhéus publicou um comunicado do Departamento de Letras e Artes sobre providências adotadas pela reitoria diante das ameaças.

Uma viatura policial foi autorizada a fazer rondas pelo campus e o serviço de inteligência de uma das policias foi acionado. Apesar do clima tenso, a UESC mantém suas atividades e alguns relatam tranquilidade.

O atentado que matou 10 pessoas na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), no dia 13 de março, espalhou desconfiança e clima de tensão em salas de aula pelo Brasil afora.

Dias depois do massacre em Suzano, a presença repentina de um ex-aluno de pré-vestibular, dentro das dependências do Curso Galileu, em Itabuna, gerou tensão nos estudantes que se preparam para o próximo ENEM.

A desconfiança foi dissipada rapidamente, pois o rapaz apenas foi cumprimentar professores.

5º Grupamento de Bombeiros inicia projeto “o mar não está para plástico”

O 5º Grupamento de Bombeiros de Ilhéus vai realizar no dia 14 de abril de 2019, a partir das 08 horas, a primeira versão do projeto “O mar não está para plástico”.

Inicialmente, a ação vai ocorrer na Praia do São Domingos, zona norte de Ilhéus, mas poderá ser estendida para outras praias do nosso litoral. O evento consiste na limpeza de uma área pública de visibilidade e de grande visitação.

Essa prática transcende o não sujar e vai muito além, pois objetiva contribuir com a limpeza do ambiente frequentado pelo cidadão.

A ação será registrada antes e após a ocorrência. A organização pede a cada voluntário 1kg de alimento não perecível como doação, que será entregue para uma instituição filantrópica definida posteriormente.

Deputada defende uso de componente da maconha no tratamento da epilepsia

Fabíola Mansur. Foto: Ascom.

Na última terça-feira, 26, foi comemorado o Dia Mundial da Conscientização da Epilepsia. É o “PurpleDay”, Dia Roxo. Em homenagem à data a deputada estadual Fabíola Mansur (PSB) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa para ressaltar as inúmeras ações que são realizadas ao longo de todo mês em todo país para conscientizar, informar e buscar melhores condições de tratamento para os pacientes com a doença, que atinge em média 3 milhões de brasileiros, segundo a OMS.

Representante da Bahia na Frente Parlamentar Interestadual pelos Direitos da Pessoa com Epilepsia, a deputada e médica Fabíola Mansur destacou o eixo central da campanha este ano, que é o uso medicinal do canabidiol como opção de tratamento para a epilepsia. O canabidiol é um dos componentes da planta cannabis sativa que não produz nenhum psicotativo. A parlamentar defende que seja implementada na Bahia uma política pública para normatizar e disponibilizar no âmbito do SUS medicamentos à base de canabidiol para pacientes refratários, ou seja, aqueles que não apresentam evolução com tratamentos convencionais. Esse tipo de paciente já consegue usar o medicamento através da importação, no entanto, o custo é elevado, podendo chegar com oscilação do dólar a R$ 3 mil.

“É urgente que haja uma discussão mais ampla sobre o tema, de forma mais transparente, sem preconceito, para garantir uma melhor qualidade de vida para os pacientes. O canabidiol não produz nenhum efeito psicoativo. Ou seja, não se pode confundir o uso medicinal de canabinóides com o uso in natura da maconha. Inúmeras pesquisas no mundo inteiro mostram que o medicamento reduz significativamente a frequência das convulsões epilépticas graves, proporcionando melhor qualidade de vida aos pacientes”, argumenta a deputada. O medicamento é autorizado para importação pela ANVISA e reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina. Fabíola propôs uma audiência pública na Assembleia Legislativa da Bahia para discutir o tema no dia 09 de abril.