Tarcisio Paixão e Lukas Paiva são acusados de desviar recursos públicos várias vezes; assessores deles são investigados

Tarcisio Paixão e Lukas Paiva.

Fontes confiáveis do BG afirmaram que ao determinar a prisão preventiva dos vereadores Tarcisio Paixão e Lukas Paiva, ex-presidentes da Câmara de Vereadores de Ilhéus nos biênios 2015-2016, 2017-2018, a justiça baiana baseou-se em provas contundentes.

Na presidência do legislativo municipal, segundo o poder judiciário, os dois agiram de maneira organizada e contínua para cometer irregularidades com o dinheiro público. A máquina administrativa e a estrutura da Câmara foram colocadas à disposição de operações irregulares e nocivas ao interesse da coletividade.

O MP-BA também investiga Angelo Souza dos Santos e Ariel Firmo da Silva Batista (assessores lotados no gabinete de Tarcisio), e Joilson Santos Sá e Rodrigo Alves dos Santos (assessores lotados no gabinete de Lukas Paiva). As ações iniciadas nesta quarta-feira fazem parte da Operação Chave E.

Em agosto de 2016, durante pronunciamento na Câmara de Vereadores de Ilhéus, Lukas Paiva afirmou que Tarcisio “é o maior malandro da política de Ilhéus”, pois quando presidiu a casa, alugou uma máquina de xerox por quatro mil e trezentos reais por mês. Ao assumir a presidência, Lukas suspendeu o aluguel e comprou uma máquina nova por seis mil reais.

Lamentavelmente, com o passar do tempo, os dois são alvos da mesma investigação.

Vale destacar que Lukas e Tarcisio são investigados e não há sentença condenatória contra os dois.

Atualizado às 14h19min de 16/05/2019.

A decisão da juíza Emanuele Vita, que determinou as prisões preventivas de 7 acusados, nomeia as investigações do MP-BA como “Operação Chave E”, contudo, segundo o promotor Frank Ferrari, o nome correto é “Operação Xavier”, nome ainda mais cifrado (opinião do BG).



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *