Sinebahia Itabuna oferece 41 vagas nessa quinta-feira

Há duas vagas para carpinteiros.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis nessa quinta-feira, 6 de junho.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna. 

GERENTE DE LOJA

Ensino Superior Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

Experiência no segmento de moda

01 VAGA 

CHEFE DE COZINHA (PROFESSOR)

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

Possuir cursos na área

01 VAGA

GERENTE ADMINISTRATIVO

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

Experiência com liderança de equipes, financeiro e compras

Possuir CNH ‘B’ e carro

01 VAGA

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Sobre a greve das Universidades Estaduais do Estado da Bahia

“Estou tomando emprestado aqui um título de uma obra de Hannah Arendt, Verdade e Política, na qual a pensadora afirma que a política é a arte da mentira e a verdade é a arte do conhecimento, dos fatos. Política, mentira e discurso são, em se tratando da política brasileira, idênticos. Argumentar cientificamente contra o discurso (a mentira) é muito mais difícil do que fazer afirmações discursivas, sem base real. Para Hannah Arendt, é muito mais fácil convencer um público com discursos, mesmo falsos, do que com verdades, pois estas exigem base concreta, sólida, enfim, conhecimento”.

Por Sérgio Ricardo Ribeiro Lima.

Prezados leitores e acompanhadores desse importante meio de comunicação que é o Blog do Gusmão.

Nesse momento peço a atenção das senhoras e senhores para tratar de um assunto que nos tem trazido profundo constrangimento material, moral e emocional: a greve das universidades estaduais do Estado da Bahia.

Esta greve iniciou-se há, aproximadamente, dois meses. Ela desencadeou-se em razão dos ataques (intromissões) – externos e internos – do governo da Bahia, Rui Costa, sobre as universidades, com corte de R$ 110.720.553,20 no orçamento das 4 universidades, o que tem comprometido várias atividades acadêmicas.

Há quatro anos que professores e funcionários das universidades estaduais, em particular, e os servidores públicos do estado, em geral, não tem reposição das perdas inflacionárias, o que vem corroendo os salários reais, cuja perda já chegou a, aproximadamente, 24% (segundo o IPC – Indice de Preços ao Consumidor -, o percentual acumulado da inflação desde 2015, quando Rui Costa assumiu, é de 23,66%). Não se trata de aumento de salário, mas sim, reposição das perdas decorrentes da inflação. Isso é um direito de todo trabalhador brasileiro, seja de instituição particular ou pública. Está na Constituição de 1988 (Capítulo II, Art. 7, item IV).

Por último, o governo da Bahia respondeu arbitrariamente aos professores com o não pagamento dos salários nos meses de maio (em torno de 30% de corte) e junho (total).

Na última negociação com os representantes do governo, o mesmo solicitou uma contraproposta. Ontem, 04/06/2019, em Salvador, os professores foram impedidos de protocolarem uma nova proposta na Secretaria de Educação, fechada e ocupada pela polícia.

Não faz parte do comportamento dos professores atitudes violentas em suas manifestações e reivindicações. No entanto, o governo mandou a polícia ocupar a secretaria.

O gráfico abaixo ilustra a RLI (Receita Líquida de Impostos) e o orçamento das universidades. Esse orçamento exposto no gráfico é o executado (efetivo) e não o orçado (apresentado pelo governo). O orçamento das universidades diminuiu de 5,14% da RLI, em 2015, para 4,46%, em 2018 (R$110 milhões).

Desde dezembro de 2016 que a Associação dos Docentes das quatro universidades vem protocolando uma pauta de diálogo com o governo sobre estas questões e o governo, até este momento, não respondeu em nenhuma delas.

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Advogado tenta evitar na justiça leilão de lotações apreendidas

Lotações apreendidas e o advogado Mesaque Soares. Fotos: Gidelzo Soares e internet/reprodução.

O advogado Mesaque Soares, defensor voluntário dos motoristas de táxis lotação de Ilhéus, disse ao BG nesta quarta-feira, 05, que vai ingressar com um pedido de medida judicial para suspender ou cancelar o leilão público de carros apreendidos pela Superintendência Municipal de Transporte, Trânsito e Mobilidade (Sutram).

Soares afirma que os proprietários dos carros, hoje sob o domínio da Sutram, sequer tiveram condições de apresentar defesa nos processos administrativos da autarquia municipal. Outro questionamento levantado diz respeito aos veículos que estão “sub judice”. Segundo o advogado, essa condição impossibilita que sejam vendidos.

Na última terça-feira, 05, Mesaque Soares encaminhou um ofício ao diretor da Sutram, Gilson Nascimento, com pedido de cancelamento do leilão previsto para a próxima sexta-feira, 07 de junho. O órgão de trânsito não acatou os questionamentos e manteve o certame

Nesta quarta-feira, o BG tentou ouvir Gilson Nascimento, mas no momento da ligação (16h57min.) ele estava conduzindo seu veículo numa viagem a outro município.

Atualizado às 17h38min,

Em contato com nossa reportagem, Gilson Nascimento esclareceu que os carros apreendidos como táxis lotação não serão leiloados. 

Segundo o diretor, os veículos se encontram estacionados no pátio da autarquia municipal de trânsito, por isso, foram incluídos na lista do leilão, como exigência da lei em vigor.

Sinebahia Ilhéus tem 7 vagas de trabalho nessa quinta-feira

Há uma vaga para cabeleireiro.

Confira abaixo as vagas de emprego disponíveis nessa quinta-feira, 6 de junho, na agência do Sinebahia Ilhéus, que fica na sala 13 do SAC, situado na Rua Eustáquio Bastos, 308, Centro.

Não esqueça de levar a carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e de chegar antes das 9. Para que não ocorram dúvidas sobre a existência das vagas, confira a lista enviada por Érico Fontes, coordenador do Sinebahia Ilhéus.

PROMOTOR DE VENDAS (PCD)

Vaga exclusiva para pessoas com deficiência

Ensino Médio Completo

Experiência na Função

Possuir CNH categoria A

Apresentar Laudo

01 VAGA 

OFICIAL DE SERVIÇOS GERAIS (PCD)

Vaga exclusiva para pessoas com deficiência

Ensino Fundamental Completo

Apresentar Laudo

01 VAGA 

CONSULTOR DE VENDAS (PCD)

Vaga exclusiva para pessoas com deficiência

Ensino Médio Completo

Possuir CNH categoria A

Apresentar Laudo

01 VAGA 

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MPF pede desaprovação das contas da última campanha eleitoral de Ângela Sousa

Ângela Sousa e o filho prefeito Mário Alexandre.

Em primeira mão.

Parecer do procurador federal Claudio Gusmão, assinado no dia 02 de maio, pede que a justiça desaprove as contas da última campanha política da ex-deputada estadual Ângela Sousa (veja aqui).

Após análise do setor técnico do judiciário, foram encontrados vícios que podem resultar na rejeição da contabilidade da campanha.

Dentre as inconsistências, houve suposta omissão de receitas e gastos eleitorais, informações fornecidas pela assessoria da ex-deputada sobre gastos de campanha divergem das notas fiscais que constam na base de dados da justiça eleitoral, ausência de extratos bancários, dentre outros problemas.

A assessoria jurídica de Ângela Sousa (PSD) apresentou justificativas que serão analisadas pelo desembargador do TRE-BA, José Edvaldo Rocha Rotondano, relator do processo eleitoral.

De acordo com os extratos do processo, a última campanha da mãe do prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, custou R$ 657 mil. Deste montante, R$ 640 mil foram doados pelo PSD, partido da ex-deputada.

Nem todos os economistas se rendem

Texto publicado no site Outras Palavras.

Entidade a ser lançada em Brasília sustenta: “pensamento único” será superado. Papel da profissão é pensar caminhos para garantir bem-estar, igualdade e projetos que resgatem país do atraso e dependência.

 

Por Paulo Kliass.

Dia sim, outro também, os grandes meios de comunicação oferecem alguma manchete para seus leitores afirmando que “os economistas” pensam isso ou propõem aquilo. Nossos jornalões e as redes de televisão não se cansam de se apoiar na suposta narrativa técnica, neutra e isentona dessa entidade inatingível chamada de “os economistas” para oferecer suporte para medidas de política econômica de inspiração conservadora. Em geral, diga-se de passagem, trata-se de decisões a respeito das quais a maioria do povo nem imagina a natureza e muito menos as consequências.

Já falei e escrevi milhares de vezes a respeito de tal falácia. Não existe apenas uma única visão a respeito do fenômeno econômico. A economia não é uma ciência ou um campo do conhecimento que possa ser tratado como pertencendo ao ramo das chamadas “ciências exatas”. Muito pelo contrário! A economia é uma ciência social, um filão das tais “ciências humanas”, essas mesmas que o capitão considera desnecessárias e que pretende inviabilizar em nossas universidades a partir de agora.

Como muitas vezes a expressão final das movimentos da dinâmica da economia surge sob a forma de números, os mal intencionados tendem a tratá-la como algo unânime e tecnicamente consensual. No entanto, os resultados de variáveis como índice de inflação, taxa de câmbio, mensuração do Produto Interno Bruto (PIB), taxa de salários, reservas internacionais, balança comercial, superávit primário e tantos outros não têm quase nada de técnico em sua definição ou apuração.

Economia política ou apenas economia?

Pouco gente comenta, mas os famosos economistas clássicos como Adam Smith, David Ricardo e Karl Marx tratavam sua área de estudo e pesquisa como sendo “economia política”. Ocorre que, aos poucos, a corrente de economistas mais ligados à tradição anglo-americana no século XX promoveu a sutil subtração do adjetivo “política” dessa expressão. Com isso, a antiga “political economy” transformou-se simplesmente em “economics”. Ao retirar o segundo termo imaginavam que tudo ficaria mais fácil, pois essa coisa de “política” só faz complicar a vida das pessoas.

Toda segunda-feira as editorias de economia em nossas terras abrem suas colunas afirmando que “os economistas” preveem menor crescimento do PIB ou maior taxa de inflação. No entanto, quase nunca explicam que se trata de uma pesquisa encomendada pelo Banco Central (BC) junto à nata do dos dirigentes do sistema financeiro para avaliar a política econômica do governo e as expectativas desse seleto grupo para algumas variáveis relevantes da economia. Assim, fica evidente que a Pesquisa Focus não reflete o pensamento dos economistas em seu conjunto. Na verdade, há muito tempo que a maioria desses profissionais reclamamos por mudanças nesse modo de o BC avaliar a política monetária. Por que não incluir, por exemplo, na amostra da pesquisa professores universitários e pesquisadores de centros independentes dos interesses do financismo?

Em geral, os integrantes do “establishment” tem horror ao debate e à polêmica. Assim, preferem ficar isolados na ilha do conservadorismo da ortodoxia e evitam que vozes dissonantes tenham acesso aos meios de comunicação. Esse é o caso dos momentos em que se propõem ajustes fiscais às custas da maioria da população, como se não houvesse outras formas de se promover algumas mudanças nos rumos da economia. São típicos os momentos de busca de apoio desesperado às medidas de política monetária arrochada, onde a nossa taxa de juros ficou no patamar de campeã mundial sem nenhum tipo de espaço para questionamento no interior da nata das finanças.

Contra a voz única do conservadorismo ortodoxo!

Manipulação de dados e informações revelou-se como prática rotineira na tentativa de obter algum grau de apoio às medidas antinacionais, antipopulares e antidemocráticas. Ao envelopar o saber econômico com o véu da coisa técnica e inacessível, as elites evitaram a ampliação do debate a respeito dos rumos do país para o conjunto da população. No entanto, acabaram por entregar o poder de decisão a um reduzido grupo de profissionais umbilicalmente vinculados a uma parcela das nossas classes dominantes – os arautos do financismo.

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