Vereador Jerbson Moraes emplaca a esposa na Superintendência de Cultura

Notinhas.

Jerbson Moraes e a esposa Jeniffer de Jesus. Foto: Facebook/reprodução.

No jogo da pequena política, fazer elogios rasgados a um prefeito impopular e incompetente tem preço.

O vereador Jerbson Moraes (PSD), conhecido como Jerbinho, conseguiu a nomeação da esposa, Jeniffer de Jesus Santos, no recém-criado cargo de superintendente de cultura.

O martelo foi batido na manhã desta quarta-feira, 12, durante uma reunião do prefeito Mário Alexandre com vereadores no Centro Administrativo. Alguns parlamentares se opuseram à nomeação, mas no final saíram convencidos. O decreto será publicado nos próximos dias.

Jeniffer exercia o cargo de chefe de divisão no antigo organograma da secretaria de cultura, com o salario de R$ 3.800,00. No exercício da nova função terá o vencimento mensal de R$ 8.000,00.

É muito provável que Jerbson, agora super-secretário de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Urbanismo, passe a elogiar o governo Marão ainda mais.

Sinebahia Itabuna tem 37 vagas de trabalho nessa quinta-feira

Há uma vaga para técnico em refrigeração.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis nessa quinta-feira, 13 de junho.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna. 

AUXILIAR DE LIMPEZA (PCD)

Exclusivo Para Pessoas com Deficiência

Não exige escolaridade

Não exige experiência

02 VAGAS 

OPERADOR DE TELEMARKETING (PCD)

Exclusivo Para Pessoas com Deficiência

Ensino Médio Completo

Não exige experiência

05 VAGAS 

AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses com embalagens de cacau

02 VAGAS 

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Governador anuncia antecipação de 40% do salário de junho

Governador Rui Costa. Foto: Secom/BA.

O governo baiano vai antecipar o pagamento de 40% do salário do mês de junho para os cerca de 270 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas.  O recurso estará disponível na conta bancária do funcionalismo público a partir do dia 20 de junho. Já a segunda parte dos vencimentos será quitada no próximo dia 28 de junho, conforme tabela anual de pagamento divulgada em janeiro de 2019. O anúncio foi feito pelo governador Rui Costa no programa Papo Correria desta quarta-feira, 12.

A medida – que já foi adotada pelo Governo em anos anteriores – visa contribuir para o incremento da economia do Estado, além de beneficiar os servidores estaduais, que poderão contar com recursos para arcar com as despesas dos festejos juninos, tradicionais em todo o estado.

Sinebahia Ilhéus tem 5 vagas de trabalho nessa quinta-feira

Há uma vaga para técnico agrícola.

Confira abaixo as vagas de emprego disponíveis nessa quinta-feira, 13 de junho, na agência do Sinebahia Ilhéus, que fica na sala 13 do SAC, situado na Rua Eustáquio Bastos, 308, Centro.

Não esqueça de levar a carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e de chegar antes das 9. Para que não ocorram dúvidas sobre a existência das vagas, confira neste link a lista enviada por Érico Fontes, coordenador do Sinebahia Ilhéus.

AUXILIAR ADMINISTRATIVO (PCD)

Vaga exclusiva para pessoas com deficiência

Ensino Médio Completo

Experiência na Função

Apresentar Laudo

01 VAGA 

OFICIAL DE SERVIÇOS GERAIS (PCD)

Vaga exclusiva para pessoas com deficiência

Ensino Fundamental Completo

Apresentar Laudo

01 VAGA 

TÉCNICO AGRÍCOLA

Ensino Médio Técnico Agrícola ou Agropecuário

Possuir CNH Categoria A

01 VAGA

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Secretário do Meio Ambiente busca parcerias com universidades do Sul da Bahia

O secretário estadual do meio ambiente, João Carlos, e a reitora da UFSB, Joana Angélica.

Com o objetivo de dotar a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) de ferramentas estratégicas, o titular da pasta, João Carlos Oliveira foi buscar parcerias com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb). “O diálogo com a academia é o caminho para tornar o meio ambiente uma pauta positiva. Precisamos estimular os projetos e pesquisas que estão nas universidades. Juntos podemos planejar e executar políticas públicas com maior eficiência e eficácia, trabalhando a sustentabilidade e atendendo as demandas da sociedade”, destacou João Carlos.

O secretário se reuniu na tarde desta terça-feira (11) com o reitor da Uesc, Evandro Freire; o vice-reitor Elias Guimarães; o pró-reitor de Extensão, Alessandro Guimarães; e o diretor do Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais (DCAA), Gustavo Braga. “A Uesc já tem um bom relacionamento com o meio ambiente, além de estarmos em um local estratégico para o Estado. Temos o maior interesse em colaborar com o Governo. Estamos aqui disponíveis para trocar experiências e fechar parcerias”, pontuou o reitor.

Nesta quarta-feira (12), acompanhado da coordenadora regional do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Cibelle Pinto, o secretário teve uma conversa com a reitora da Ufsb, Joana Angélica e sua equipe. “Essa parceria com a Sema vai ampliar as ações que já são desenvolvidas na universidade. Precisamos de mais braços e mais recursos para trabalhar, por isso essa cooperação entre as instituições é tão importante”, ressaltou a reitora.

Convênio – Em maio, a Sema e o Inema assinaram um acordo de cooperação técnica com a Universidade Federal da Bahia (Ufba). O Acordo prevê a participação mútua das três entidades na troca de dados e informações técnico-científicas, a qualificação profissional dos respectivos quadros técnicos e estudo das áreas de interesse comum relacionadas à sustentabilidade e ao meio ambiente.

Da Ascom/Sema-BA.

Breve ensaio: o ponto de ruptura não é constitucional

“Estruturalmente a anatomia estética humana é bela, perfeita, mas a essência da sua personalidade, seu conteúdo abstrato, sua natureza, índole, ímpetos comportamentais ególatras, superam muitas vezes a monstruosidade voraz e instintiva da irracionalidade animal”.

 

Por Mohammad Jamal.

Não é a Inês de Castro.  Eu te perdoo. Perdoo porque tu não és a verdadeira ré neste senário inquisitório onde acólitos e prosélitos do futebol, membros ativos numa sociedade autofágica que prioriza o consumo, que subverte e deprecia os valores morais e te apedrejam até a morte. Perdoo-te porque sei que subsistem entre nós muitas mentes que provaram ser fortes e resilientes, no entanto, igualmente envolvidas pelas adversidades existenciais que magoam e ferem sentimentos, humilhadas, ao atingirem limites máximos do seu psiquismo, prorrompem em lágrimas e cedem ao desespero quando se lhes destroem o pouco que ainda resta da autoestima que baliza a razão. Os limites sensoriais da razão são tênues não obstante à flexibilidade incidente que relativiza e subverte valores da ética e da moral no âmbito do consciente coletivo.

Objeto imemorial. A coisificação do ser racional, sua despersonalização; a negação dos valores primordiais do ente humano, a banalização do pudor em paralelo à ablação de todos os limites constitutivos da personalidade social condizente, equivalem a um impositivo processo de monetarização de todo o contexto filosófico, ético e moral, valores primordiais que orientam o comportamento humano em sociedade, onde a moral são os costumes, regras, tabus e convenções estabelecidas por cada sociedade. Suprimir tais valores é como nos impedir de respirar. “A razão ou o juízo é a única coisa que nos faz homens e nos distingue dos animais.“ Está no livro Discurso do Método, de 1637. (René Descartes)

Levantamento do patrimônio abstrato. O inventário da sua sensibilidade e valores morais, se flexibilizados, poderão ser comercializados por preços acessíveis, para não dizer, irrisórios de mercadoria ordinária. Qual é o teu valor monetário? Tem desconto? É à vista ou pode parcelar? Cartão ou dinheiro? Nossos sentimentos, nossas condutas, nossas ações e nossos comportamentos são modelados pelas condições em que vivemos (família, classe e grupo social, escola, religião, trabalho, circunstâncias políticas, etc.). Somos formados pelos costumes da nossa sociedade que nos educa para respeitarmos e reproduzirmos os valores propostos por ela como bons e, portanto, como obrigações e deveres. Dessa forma, valores e maneiras parecem coexistir por si e em si mesmos, parecem ser naturais e intemporais, fatos ou dados com os quais nos relacionamos desde o nosso nascimento. Somos recompensados quando os respeitamos ou punidos quando os transgredimos.

A teoria das Incertezas imprecisas. Mas aí vem uma questão ambígua: A sociopolítica, a etnologia política, língua, costumes, práticas, cultura, são elementos evolutivos logo, mutagênicos. Velhos hábitos, costumes e práticas sociais são esquecidos no obsoletismo e assim, substituídos por modus vivendi “mais modernos”, ergonômicos; convenientes em forçosa adequação aos diferentes futuros, dada a perspectiva teórica segundo a qual os fenômenos sociais e culturais da vida humana estão sujeitos a leis gerais de transformação, sendo análogas e complementares às da evolução biológica darwiniana, e que determinam o surgimento de formas mais complexas ou, inversamente mais primitivas a partir de formas mais simples e a crescente diferenciação entre as várias sociedades e culturas em estágios sociais ditos “evolutivos”. Eu acrescentaria instintivo-estagnado.

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“A Globo e a força-tarefa da Lava Jato são parceiras”, afirma jornalista que publicou conversas de Moro com Dallagnol

Da Agência Pública.

Glenn Greenwald. Foto: Danilo Verpa/Folhapress.

Em entrevista à Pública, jornalista coautor das reportagens do The Intercept Brasil diz que “a grande mídia não estava reportando sobre a Lava Jato, ela estava trabalhando para a Lava Jato” e que a “arrogância de Sergio Moro causou seu comportamento antiético”.

“Se você não quer esses riscos, você não deve fazer jornalismo”, afirma Glenn Greenwald sobre a série do The Intercept Brasil que revelou no último domingo trocas de mensagens nada republicanas entre o então juiz federal Sérgio Moro e a força-tarefa da Lava Jato.

As revelações, frutos de documentos enviados por uma fonte anônima, podem ter influenciado os rumos das últimas eleições no país e seu conteúdo dinamitou uma série de reações em todas as esferas de poder e da opinião pública.

Na entrevista à Pública, Greenwald fala sobre as reações dos envolvidos e trata da cobertura da imprensa sobre a Lava Jato antes e depois das reportagens do The Intercept Brasil. “Quando a grande mídia transforma Moro e a Força Tarefa em deuses ou super heróis, se torna inevitável o que aconteceu. Os jornalistas pararam de investigar e questionar a Lava Jato e simplesmente ficaram aplaudindo, apoiando e ajudando”, avalia.

Segundo ele, há exceções como a Folha de S. Paulo e jornalistas independentes. E pondera: “preciso falar que depois de publicar o que publicamos, acho que com uma exceção, que é a Globo, a grande mídia está reportando o material de forma mais ou menos justa, com a gravidade que merece”.

Durante o processo de recebimento do material da fonte anônima e da própria produção das reportagens quais foram os momentos mais complicados na tomada de decisão jornalística? Como foi esse processo para vocês?

Para mim foi muito parecido com a reportagem que fizemos com o caso Snowden. Quando você recebe um arquivo gigante, é muito difícil, num primeiro momento, entender o que você tem e o contexto dos documentos que estão nesse arquivo. Segundo, quais os principais documentos que você vai usar, porque, obviamente, estamos lendo conversas privadas entre pessoas, e tem a questão do direito à privacidade mas, por outro lado, essas pessoas estão usando o poder público, então também precisam de transparência — exatamente o que eles fizeram quando interceptaram e divulgaram as conversas privadas do Lula.

Como você avalia a repercussão a partir da própria imprensa brasileira? Hoje, por exemplo, você disse que “a estratégia da Globo é a mesma que os governos usam contra aqueles que revelam seus crimes” e que “a Globo é sócia, agente e aliada de Moro e Lava Jato”.

É incrível porque, para mim, o tempo todo, a grande mídia não estava reportando sobre a Lava Jato, ela estava trabalhando para a Lava Jato. Com uma exceção que é a Folha de S. Paulo. A Folha, para mim, manteve uma distância, uma independência, estava criticando, questionando… Mas a Globo, Estadão, Veja, o tempo todo estavam simplesmente recebendo vazamentos, publicando o que a Força Tarefa queria que eles publicassem. Mas, na realidade, preciso falar que depois de publicar o que publicamos, acho que com uma exceção, que é a Globo, a grande mídia está reportando o material de forma mais ou menos justa, com a gravidade que merece.

Por exemplo, o editorial de hoje do Estadão — que era um dos maiores fãs do Moro — falando que ele deve renunciar e Deltan ser afastado. Isso mostra a gravidade das revelações.

A única exceção é a Globo mas essa é uma exceção enorme por causa do poder do Jornal Nacional que está quase tratando a história somente como um crime — e o único crime que interessa é o da nossa fonte, que eles acham que ela cometeu. Eles não têm quase nenhum interesse nas gravações e no comportamento do Moro, do Deltan. Eles estão falando sobre o comportamento da fonte e, na realidade, eles não sabem nada. Mas é interessante por que isso é comportamento de governo.

Como assim?

Quando você denuncia ações de corruptos ou trata de problemas sobre o governo, ele sempre tenta distrair falando somente sobre quem revelou essa corrupção, quem divulgou esses crimes para criminalizar pessoas, jornalistas ou fontes que revelaram o material. Essa estratégia, não dos jornalistas, é o que a Globo está usando. Porque a Globo e a força-tarefa da Lava Jato são parceiras. E os documentos mostram isso, né? Não é só eu que estou falando isso por causa da Globo. Os documentos mostram como Moro e Deltan estão trabalhando juntos com a Globo e nós vamos reportar, então eu sei disso já e a reportagem está mostrando. Mas o resto da grande mídia está tratando a história com a gravidade que merece. É impossível para todo mundo que está lendo esse material defender o que Moro fez. Impossível!

Se eu entendi, Glenn, você está me dizendo que os documentos que vocês ainda estão trabalhando vão apontar uma relação mais próxima da Globo nesse processo com Dallagnol e Moro, é isso?

Eu não posso falar muito sobre os documentos que ainda não publicamos porque isso não é responsável. Precisa passar pelo processo editorial mas, sim, posso falar que exatamente como disse hoje, a Globo foi para a Força Tarefa da Lava Jato aliada, amiga, parceira, sócia. Assim como a Força Tarefa da Lava Jato foi o mesmo para a Globo.

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