Prefeito “esculhamba” adversário no facebook; opositor foi chamado de “´Zé Ruela”

Dr. Almeida xinga e esculhamba seus críticos.

A linguagem do prefeito Roberto Almeida, o “Dr. Almeida” da bela Canavieiras, se caracteriza pelo uso rotineiro de palavras chulas.

O gestor, que se diz evangélico, manifesta raiva quando ex-apoiadores fazem questionamentos nas redes sociais.

Em 2016, Almeida teve o apoio fundamental do grupo do ex-prefeito Zairo Loureiro, que hoje é o seu adversário mais crítico.

Veja os prints publicados pelo site Cia da Notícia.

Como dizia minha avó: “só creolina para lavar a boca desse menino”.

Confira o texto do Cia da Notícia, do jornalista Walmir Rosário, que ironiza o alcaide “boquirroto” com a possibilidade de surgimento (com registro em cartório) de uma “Associação de Ex-amigos do Prefeito Roberto Almeida”.

Sinebahia Itabuna tem 47 vagas nessa segunda-feira

Há uma vaga para farmacêutico.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis nessa segunda-feira, 1º de julho.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna. 

OPERADOR DE TELEMARKETING (PCD)

Exclusivo Para Pessoas com Deficiência

Ensino Médio Completo

Não exige experiência

05 VAGAS

FISCAL DE CAIXA

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

01 VAGA

FARMACÊUTICO

Ensino Superior Completo em Farmácia

Experiência mínima de 6 meses na carteira

01 VAGA

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Da saga quem tem medo de Glenn Greenwald: meu juiz favorito vs jararaca

“aviso aos leitores dessas ideias permitidas que minhas reticências  a Moro não implica simpatia pela corrupção; apenas preferência pela justiça em detrimento do justiçamento. A política justicialista emplacada por Moro e o procurador Deltan Dallagnol, desde sempre violou a inviolabilidade do nosso ordenamento constitucional, mesmo que tenha sido apresentada como um movimento cruzadista contra a corrupção, chaga que asfixia nossas esperanças num país mais justo e inclusivo”.

Por Caio Pinheiro.

Bolsonaro é de fato um ser camaleônico. Parece ter lido ao menos parte das lições de como conquistar e manter o poder escritas por Maquiavel. Entrou para o meio político, fez amigos e aliados, mas esqueceu do fundamental: para quem pretende conquistar o poder não é possível prescindir de exercê-lo! Contudo, nesse aspecto faço referências elogiosas ao “mito”, ele nunca disse que iria exercer a “chefia do governo”, queria ser apenas “chefe de estado”, já que jamais abriria mão de mitificar-se reiteradamente. E assim o fez, terceirizou as responsabilidades administrativas do país entre “tchutchucas”, “olavetes” e “capitão nascimento” na sua versão “meu juiz favorito”.

A reminiscência patológica da guerra fria, o ódio às minorias, uma leitura falaciosa das disparidades socioeconômicas, um estrangeirismo subserviente e a simplificação analítica de questões muito complexas, fazem do governo Bolsonaro um campo de terra infértil. Nesse sentido, concordo com Rodrigo Maia, vulgo “fluminense”: o governo Bolsonaro é um deserto de ideais! Na verdade, o correto seria dizer que na ausência de ideias sobram convicções úteis e convenientes, mesmo que não se saiba até quando terão permeabilidade social a julgar pelos últimos levantes populares. .

Se não bastasse, como parte do greem team Bolsonarista, o ex-juiz e agora super-ministro Sergio Moro (até quando não sabemos!) tenta desencalacrar-se da mesma armadilha que usou contra seus adversários-réus. O site The Intercept, seguindo o modus operandi da Lava-Jato, deu ressonância ao que muitos cidadãos e cidadãs insistem em denunciar: há uma trama meticulosamente armada contra os interesses nacionais que, em linhas gerais, efetiva-se com a anuência de frações expressivas do executivo, legislativo, judiciário e grandes veículos de comunicação.

Antes de seguir nessa tese, aviso aos leitores dessas ideias permitidas que minhas reticências  a Moro não implica simpatia pela corrupção; apenas preferência pela justiça em detrimento do justiçamento. A política justicialista emplacada por Moro e o procurador Deltan Dallagnol, desde sempre violou a inviolabilidade do nosso ordenamento constitucional, mesmo que tenha sido apresentada como um movimento cruzadista contra a corrupção, chaga que asfixia nossas esperanças num país mais justo e inclusivo.

Contudo, todos esses imbróglios decorrentes da politização da justiça foram capitados pelos holofotes midiáticos em 2016. Logo após o então juiz Sergio Moro, titular da 13ª Vara Criminal de Curitiba, reconhecer a irregularidade no grampo que interceptou a conversa da presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, indaguei a um amigo também juiz o que ele achava do caso. Para minha surpresa ouvir como resposta: esse cara é louco! Não me dei por satisfeito e voltei a inquiri-lo. Questionei-lhe o motivo de achar um colega de ofício louco. Tive como resposta uma frase seca: o que ele fez é crime! Como a devolutiva foi seca e rapidamente descontextualizada, encerrei meus questionamentos e passei a conversar sobre amenidades.

Insatisfeito, mergulhei na compreensão dos argumentos instados pelo ex-juiz para exercer prerrogativas que não eram suas. Segundo o mesmo, havia determinado a interrupção da intercepção telefônica, por despacho de 19/03/2016, às 11:12:22. O diálogo entre Lula e Dilma havia sido recolhido às 13h32, entretanto o delegado da Polícia Federal Luciano Flores de Lima (responsável pelas investigações) e as operadoras de telefonia foram informados da suspensão dos grampos até as 12h18, mas mesmo assim Moro determinou o levantamento do sigilo de todo processo, inclusive da conversa entre a presidente e o antecessor dela.

Em despacho, Moro argumentou que o levantamento propiciaria “assim não só o exercício da ampla defesa pelos investigados, mas também o saudável escrutínio público sobre a atuação da Administração Pública e da própria Justiça criminal. A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras”. Para fortalecer seu argumento de que nem mesmo o presidente “tem privilégio absoluto” na proteção de suas conversas, Moro remeteu-se ao caso Us vs Nixon, de 1974, em que a Suprema Corte dos EUA decidiu que o então presidente Richard Nixon não poderia se negar a disponibilizar gravações de conversas na Casa Branca a outros entes do Estado.

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Atletas de Uruçuca conquistam 2º lugar no Campeonato Baiano de Karatê

João Morais (à esquerda) e Gabrielle Xavier (à direita). Foto: Ascom/Uruçuca.

Os atletas de Uruçuca, estudantes do IF Baiano, Gabrielle Xavier e João Morais participaram  do Campeonato Baiano de Karatê que aconteceu em Salvador nos dias 15 e 16 de junho. O evento é considerado um dos mais importantes da modalidade. Os atletas conquistaram o 2º lugar na competição. A Prefeitura de Uruçuca patrocinou a ida dos caratecas.

“Gostaria de agradecer a prefeitura de Uruçuca pelo patrocínio  e pelo carinho do secretário Antoine Kortbani e do prefeito Moacyr Leite. É gratificante saber que o atual gestor se importa com os jovens e o esporte do município. E que possa haver sempre mais investimentos na educação e no esportes, pois são fundamentais para a formação do cidadão”, disse a atleta Gabrielle Xavier.