Sinebahia Itabuna tem 33 vagas na próxima segunda-feira

Há uma vaga psicólogo.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis na próxima segunda-feira, 8 de julho.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna. 

AUXILIAR DE COZINHA (PCD)

Exclusivo Para Pessoas com Deficiência

Ensino Fundamental

Não exige experiência

05 Vagas

AUXILIAR DE LIMPEZA (PCD)

Exclusivo Para Pessoas com Deficiência

Ensino Fundamental

Não exige experiência

05 Vagas

MONITOR DE RESSOCIALIZAÇÃO (PCD)

Exclusivo Para Pessoas com Deficiência

Ensino Médio Completo

Possuir curso Informática Básica

Possuir Curso de Vigilante ou Bombeiro Civil

Não Exige Experiência

05 VAGAS 

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Moro pediu provas ao MPF, negou delação de Cunha e tentou driblar o STF, diz revista Veja

Sérgio Moro e Deltan Dallagnol atuavam juntos, segundo mensagens reveladas pelo The Intercept Brasil. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

 

Reproduzido do Jornal CGN.

O atual ministro da Justiça, Sergio Moro, pediu para que a acusação, representada pelo Ministério Público Federal em Curitiba, incluísse provas nos processos da operação Lava Jato, antes de chegarem em suas mãos, quando juiz responsável por julgar os processos. A revelação é matéria de capa da revista Veja, em parceria com The Intercept Brasil.

O site de notícias recebeu de uma fonte anônima quase 1 milhão de mensagens, totalizando 30.000 páginas. A Veja diz que, para a reportagem, analisou 649.551 mensagens. “Palavra por palavra, às comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave”, escrevem os jornalistas que assinam a matéria.

“Moro cometeu, sim, irregularidades. Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem”, completam.

A reportagem também conseguiu comprovar a veracidade de um dos trechos dos diálogos que menciona o apresentador da TV Globo, Fausto Silva. Em uma conversar entre Moro e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, no dia 7 de maio de 2016, o então juiz comenta com o procurador que havia sido procurado pelo apresentador:

“Ele disse que vcs nas entrevistas ou nas coletivas precisam usar uma linguagem mais simples. para todo mundo entender. Para o povão. Disse que transmitiu o recado. conselho de quem está a (sic) 28/anos na TV. Pensem Nisso”, escreveu Moro pelo Telegram.

A Veja diz que procurou Fausto Silva e o apresentador confirmou o encontro e o teor da conversa entre ele e Moro.

A matéria aponta, principalmente, que Moro se comportou como chefe do Ministério Público Federal, ferindo o princípio de neutralidade exigido de um magistrado, postura que pode anular sentenças.

A reportagem destaca trechos de conversas onde Moro atuou com o papel duplo de juiz e assistente de acusação nos casos do pecuarista e amigo de Lula, José Carlos Bumlai, do ex-deputado Eduardo Cunha, do almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva (ex-diretor da Eletronuclear), do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, e do próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 17 de dezembro de 2015, em uma conversa onde Moro informava que era preciso uma manifestação do MPF no pedido de revogação de prisão preventiva de Bumlai, “até amanhã meio dia”, Dallagnol respondeu que a ação seria feita, acrescentando: “Seguem algumas decisões boas para mencionar quando precisar prender alguém…”. Em outras palavras, o procurador deu dicas de argumentos para garantir a prisão.

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Medicamentos de procedência duvidosa: Magela contesta publicação e o BG pede notas fiscais

Em contato com o BG na noite de ontem, o secretário de saúde de Ilhéus, Geraldo Magela, contestou a publicação sobre os medicamentos de origem duvidosa que foram distribuídos em alguns postos de saúde, sem antes passar pelo controle da farmácia básica do município. Segundo fontes confiáveis, os contratos que permitiam a aquisição desses remédios expiraram no dia 31 de dezembro de 2018.

De acordo com Magela, há remédios nos postos devido ao estoque de alguns produtos, uma vez que houve outra licitação. O secretário disse que a informação é falsa e, sem mencionar o nome, acusou um ex-funcionário da secretaria de saúde: “o restante é notícia falsa produzida por funcionário demitido que não vinha trabalhando corretamente”.

A reportagem pediu ao secretário, em nome da transparência, o envio das notas fiscais dos referidos medicamentos. Ressaltamos que a última licitação realizada habilitou o município para a compra de remédios de alto custo. A informação questionada por Magela remete a produtos farmacêuticos da atenção básica, cujo valor de cada item é bem menor.

Até o fechamento deste texto, Magela não respondeu os últimos questionamentos.