Medicamentos de procedência duvidosa: Magela contesta publicação e o BG pede notas fiscais

Em contato com o BG na noite de ontem, o secretário de saúde de Ilhéus, Geraldo Magela, contestou a publicação sobre os medicamentos de origem duvidosa que foram distribuídos em alguns postos de saúde, sem antes passar pelo controle da farmácia básica do município. Segundo fontes confiáveis, os contratos que permitiam a aquisição desses remédios expiraram no dia 31 de dezembro de 2018.

De acordo com Magela, há remédios nos postos devido ao estoque de alguns produtos, uma vez que houve outra licitação. O secretário disse que a informação é falsa e, sem mencionar o nome, acusou um ex-funcionário da secretaria de saúde: “o restante é notícia falsa produzida por funcionário demitido que não vinha trabalhando corretamente”.

A reportagem pediu ao secretário, em nome da transparência, o envio das notas fiscais dos referidos medicamentos. Ressaltamos que a última licitação realizada habilitou o município para a compra de remédios de alto custo. A informação questionada por Magela remete a produtos farmacêuticos da atenção básica, cujo valor de cada item é bem menor.

Até o fechamento deste texto, Magela não respondeu os últimos questionamentos.



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