Sinebahia Ilhéus tem 7 vagas de trabalho nessa quinta-feira

Há uma vaga para costureira.

Confira abaixo as vagas de emprego disponíveis nessa quinta-feira, 08 de agosto, na agência do Sinebahia Ilhéus, que fica na sala 13 do SAC, situado na Rua Eustáquio Bastos, 308, Centro.

Não esqueça de levar a carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e de chegar antes das 9. Para que não ocorram dúvidas sobre a existência das vagas, confira neste link a lista enviada por Érico Fontes, coordenador do Sinebahia Ilhéus.

VENDEDOR INTERNO (PCD)

Vaga exclusiva para pessoas com deficiência

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 06 meses na função

Apresentar Carta de Referencia e Laudo

01 VAGA 

TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Ensino Médio Técnico em Segurança do Trabalho

Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho na área da Construção Civil

Informática Avançada

01 VAGA

ARQUIVISTA

Ensino Superior Cursando Engenharia Civil a partir do 4° Semestre

01 VAGA  (mais…)

Delirante, perseguidor e ambientalmente devastador: os atributos do governo Bolsonaro que seduzem a classe média

“Num quadro como este, passamos a ter uma economia mais refém das oscilações nos mercados externos. Para piorar, o presidente trata as relações comerciais internacionais como a luta do bem contra o mal. Orientando-se por um ideologismo barato, ataca parceiros comerciais estratégicos, a exemplo do Irã. Fiel à doutrina Monroe, o mito arrisca até mesmo o apoio da bancada ruralista, tão fundamental na sua corrida ao palácio do planalto, mas que ainda o suporta dada sua anuência em torno da orgia dos agrotóxicos (com uma só canetada foram liberados 239 novos registros dessas substâncias) e os ataques ao complexo florestal amazônico e outros biomas protegidos legislativamente”.

Por Caio Pinheiro.

Há aqueles (as) que afirmam ser o Brasil um país sem lei, eu, ao cambo de algumas reflexões, concluo que não é a ausência de leis o problema do nosso país, mas a interpretação e aplicação das leis de forma política. Com essa realidade, nossa nação vem ganhado o status de terra da insegurança jurídica. Uma terra onde prevalece um sistema jurídico que reiteradamente extrapola suas prerrogativas em favor dos interesses daqueles que ocupam o topo da cadeia socioeconômica.

Numa terra dirigida por um “banana” apoiado por “laranjas”, rico-corrupto jamais sente o frio do cárcere, salve casos excepcionais. Mas tudo vai bem, já que muitos miseráveis são midiaticamente levados a acreditar que basta defender as pautas da elite para automaticamente integrar suas fileiras. Assistimos uma espécie de delírio coletivo como atesta a filósofa Marcia Tiburi, ao cabo dele, infelizmente ainda desconsideramos onde e como iremos ficar.

Evidencias desse estado delirante sobram. Ver frações substantivas da classe média apoiando abertamente a Reforma da Previdência, sem conhecer suas especificidades e malefícios é surreal. Com efeito, para isso, Jessé Sousa nos oferece uma explicação sociológica brilhante no seu livro “A classe média no espelho”. Na visão deste sociólogo, “a estratégia da elite em relação à classe média foi recorrer ao uso da violência simbólica”. Trata-se de uma violência que não parece violência, mas que se vende como convencimento, retirando a capacidade de reflexão e, portanto, de qualquer autonomia da vontade.

E assim a classe média tomou as ruas para defender os interesses da restrita elite de proprietários, quer seja no mercado, no Estado ou na esfera pública. Uma vez mais, sob a batuta ideológica da classe do privilégio, a “massa” da classe média e até setores populares criminalizam e vociferam ódio ao Estado. Esquecem estes, que na história não há experiências exitosas de equalização das desigualdades que ousaram prescindir do Estado. Enquanto isso, os privilegiados arautos do liberalismo tupiniquim, aumentam seu patrimônio se apropriando do mesmo Estado que ensinaram a classe média odiar. Basta verificar a evolução exponencial dos lucros auferidos pelo sistema financeiro.

Acontece que essa situação produz danos sistêmicos, ou seja, as repercussões nefastas do modelo de país instaurado desde a ascensão de Michel Temer são sentidas por todos. Para os setores produtivos, quer sejam nacionais ou estrangeiros, a precarização das relações de trabalho, fruto da Reforma Trabalhista, em curto prazo já achata o mercado consumidor interno, visto que subtraiu o poder de consumo da população, excetuando segmentos numericamente pouco expressivos da classe média e os supericos.

Num quadro como este, passamos a ter uma economia mais refém das oscilações nos mercados externos. Para piorar, o presidente trata as relações comerciais internacionais como a luta do bem contra o mal. Orientando-se por um ideologismo barato, ataca parceiros comerciais estratégicos, a exemplo do Irã. Fiel à doutrina Monroe, o mito arrisca até mesmo o apoio da bancada ruralista, tão fundamental na sua corrida ao palácio do planalto, mas que ainda o suporta dada sua anuência em torno da orgia dos agrotóxicos (com uma só canetada foram liberados 239 novos registros dessas substâncias) e os ataques ao complexo florestal amazônico e outros biomas protegidos legislativamente.

(mais…)

Faculdade de Ilhéus graduou quarta turma de odontólogos

Novos bacharéis em odontologia, professores, homenageados e diretores da Faculdade de Ilhéus. Foto: Ascom.

A Faculdade de Ilhéus realizou a solenidade de colação de grau da quarta turma de bacharéis em Odontologia no dia 27, no auditório Jorge Amado do Centro de Convenções Luiz Eduardo Magalhães, localizado na Avenida Soares Lopes. Iniciada por volta das 20 horas, a cerimônia foi presidida pelo diretor-geral da instituição, Almir Milanesi, com a participação de 37 formandos, cuja turma foi denominada “Professora Danielle Maia.”

Na oportunidade, o diretor Almir Milanesi destacou o pioneirismo da Faculdade de Ilhéus pela implantação do curso de Odontologia na região Sul da Bahia e o trabalho social que as atividades de extensão têm proporcionado à comunidade. Conforme afirmou, “milhares de pessoas, de todas as idades, são beneficiadas, gratuitamente, com o tratamento odontológico oferecido por meio da vivência prática dos acadêmicos, sob a supervisão direta dos professores. Com certeza, nosso curso contribui para elevar a saúde bucal da população mais necessitada de nossa cidade e região”, acrescentou.

A mesa oficial da solenidade teve também a presença da diretora acadêmica da Faculdade, Sandra Agrizzi Milanesi, do coordenador do curso de Odontologia e patrono da turma, professor Fábio Silveira de Souza, da paraninfa da turma, professora Rebeca Carolina Moraes Dantas, e o secretário acadêmico Paulo César Castro Xavier.

A oradora da foi a formanda Camila de Souza Fernandes, sendo que Emille Lessa Correia oficializou o requerimento para a colação de grau. Já Murilo Matos Monteiro Filho conduziu o juramento junto aos seus colegas. Os novos bacharéis prestaram homenagens aos professores Rebeca Moraes Dantas, Fábio Silveira, Ramon Barreto Mendes, Cristina de Carvalho Abreu, Rodrigo Bezerra, Murillo Matos, Vanessa Gonçalves, Robson Vidal, Thaís Barreto Santos, Thalita Chagas, Gabriel Severo, Antonio Carlos Salomão, Marcelo Lins, e às funcionárias Márcia Conceição dos Santos e Luciana Santos Conceição. 

O diretor da Faculdade de Ilhéus fez questão de salientar o projeto pioneiro que o curso de Odontologia tem realizado na região, de atendimento especializado a crianças e adultos com fissuras lábio palatinas, além da atenção aos idosos no Abrigo São Vicente de Paulo de Ilhéus, aos estudantes da rede pública e à prática dos alunos em diversas unidades de saúde. “A dimensão da nossa ação social alcança também creches, associações de bairro, sindicatos, clubes de serviço e outras organizações civis”, completou Milanesi.

Sinebahia Itabuna tem 35 vagas de trabalho nessa quinta-feira

Há duas vagas para técnico em manutenção predial.

Confira abaixo as oportunidades de emprego do Sinebahia Itabuna. As vagas estarão disponíveis nessa quinta-feira, 08 de agosto.

A agência funciona no Shopping Jequitibá. Não esqueça de levar o número do PIS, PASEP ou NIS, Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Vagas exclusivas para Itabuna.

OPERADOR DE TELEMARKETING (PCD)

Vaga Exclusiva Para Pessoas Com Deficiência

Ensino Médio Completo

Não exige experiência

05 VAGAS 

TÉCNICO EM MANUTENÇÃO PREDIAL

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

experiência com pintura, hidráulica, elétrica, alvenaria entre outras

Possuir disponibilidade de horário

Possuir NR10 ativo

Possuir CNH ‘B’

02 VAGAS 

Técnico de informática

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses com manutenção de impressora e notebook/PC

Possuir CNH ‘AB’

01 VAGA  (mais…)

Importando mercenários

“Nunca se viu na história desse país tanto furor e ganância, algo sem precedentes de tamanha dimensão e magnitude. Falo isso me referindo ao furor destrutivo que se levanta na imprensa contra as instituições do Estado e o governo constituído eleito pelo povo, diga-se por maioria do voto livre e democrático. E isso não se restringe ao ambiente exclusivo da nação; essa voracidade transcende às fronteiras geográficas do país a ponto dos “combates”, praticados a partir de linguagem das bocas imundas dos militantes insurgentes que estandardizam difamações e infâmias e, que denigrem e emporcalham a imagem do Brasil no contexto das nações como se uma terra sem leis, sem ordem social, sem justiça, porquanto dominada por ditadores de ultradireita que usurparam o poder via eleições fraudadas. É surpreendente não”.

Por Mohammad Jamal.

Tema político prepucial? Chamava-se Eberhardt Tibúrcio da silva santos, que lá em casa tratavam-no como Ebe; na rua era Tambu, diminutivo de tamborete. Tambu foi Herança viva deixada por vovô assumida por papai – alguns agregados que viveram por décadas em nossa casa na fazenda em Bagé – lá nos frios campos dos pampas. Ebe ou Tambu era baixinho, troncudo, muito forte, de pouca conversa; andava sempre de bombachas e carregando uma enorme peixeira na cintura. Fui eu que, já rapaz, propus a mudança do seu simplório, mas carinhoso apelido de Tambu para o elástico e flexível Prepúcio. Coisa que ele gostou muito porque o achava parecido com Vespúcio, o navegador, escritor e comerciante florentino Américo Vespúcio. Colou igual uma comenda, tal qual àquela que brasileiros carregam pesada sobre seus destinos políticos. Por aqui povo não fode nem sai de cima, só os políticos são orgásticos por natureza e status. Nós somos apenas e tão somente o tecido prepucial que acolhe ou expõe resignado o ator principal em suas performances copulares na cena política.

PP ou, pulando o prólogo desimportante, mas, necessário. Vamos ao nosso bagual Prepúcio. Eu _ Prepúcio! Que fazes aí por tanto tempo trancado nesse quartinho? Ele _ Estou terminando de esculpir minha obra de arte: Cago e a cinzelo. Pois é, Prepúcio estudou ate o quarto ano primário, mas converteu-se autodidaticamente num sátiro filósofo do cotidiano. Suas tiradas eram ferinas, mordazes, picantes, afinal ele era “o prepúcio”, não? Tudo a ver.

Professor Prepúcio. Aprendi muito com o Prepúcio. Lembro que ele tremia de medo do Papai, homem enorme, forte e decidido que não costumava aceitar desculpas e escapismos espertos de empregados relapsos. As matreirices do Prepúcio resumiam-se ao seu “filosofismo” singular ele era o maiúsculo prepucial das palavras e frases de efeitos. Eu volto ao Prepúcio mais tarde, mas por enquanto, vamos encarar nossa dura realidade; sério.

Arregaçando o Brasil. Nunca se viu na história desse país tanto furor e ganância, algo sem precedentes de tamanha dimensão e magnitude. Falo isso me referindo ao furor destrutivo que se levanta na imprensa contra as instituições do Estado e o governo constituído eleito pelo povo, diga-se por maioria do voto livre e democrático. E isso não se restringe ao ambiente exclusivo da nação; essa voracidade transcende às fronteiras geográficas do país a ponto dos “combates”, praticados a partir de linguagem das bocas imundas dos militantes insurgentes que estandardizam difamações e infâmias e, que denigrem e emporcalham a imagem do Brasil no contexto das nações como se uma terra sem leis, sem ordem social, sem justiça, porquanto dominada por ditadores de ultradireita que usurparam o poder via eleições fraudadas. É surpreendente não. De fato surpreendem-nos o volume dos recursos financeiros e as suas obscuras origens, que custeiam essas operações midiático-escandalosas nitidamente tendenciosas que se supõe direcionadas a beneficiar algumas lideranças e bandeiras políticas varridas do cenário eleitoral brasileiro pelo “teje preso” da autoridade judicial.

Importando mercenários. (Permitam-me este solilóquio) Foi particularmente notável a presença militar cubana na África, com mais de 36.000 efetivos em 1985, especialmente em Angola (23.000) e Etiópia (12.000). Dentro de Cuba, o regime justificava o envio “soldados” cubanos para as distantes guerras africanas sob o discurso de que Cuba era uma nação «latino-africana». O «internacionalismo militar cubano» que incluíram tanto as intervenções militares diretas (envio de forças militares) como indiretas (apoio logístico de governos ou de movimentos guerrilheiros, atividade do serviço de inteligência, incitação de golpes de Estado). O regime socialista cubano deu preferência ao patrocínio de organizações de esquerda — em resposta às políticas de vários países latino-americanos que optaram apoiar as medidas dos Estados Unidos contra Cuba, como a Nicarágua, dos Somoza e a Guatemala de Miguel Ydígoras Fuentes, que apoiaram a invasão da Baía dos Porcos. Cuba até apoiou a resistência clandestina contra Augusto Pinochet e contra as juntas militares na Argentina. O regime socialista cubano nos planos de expansão da sua influência, também deu preferência por direcionar as intervenções militares diretas nas conflagrações ocorridas na África subsaariana. Observem que não mencionei nem de longe o movimento socialista comunista no Brasil que forçaram o desencadeamento da Revolução de 1964, que restaurou a democracia e libertou o país das mãos sangrentas de ideólogos oportunistas de esquerda radical.

(mais…)

Trio da Huanna assina contrato com a Som Livre

Integrantes do Trio da Huanna na sede da gravadora Som Livre. Foto: Ascom- Trio da Huanna.

Na tarde desta terça-feira, 6, a banda Trio da Huanna, de Ibicaraí, sul da Bahia, deu um grande salto na carreira e desembarcou no Rio de Janeiro para assinar contrato com uma das gravadoras mais renomadas do cenário musical brasileiro, a Som Livre. Para os integrantes da banda, que já tem 16 anos de estrada, esse é um momento de total reconhecimento pelo trabalho desenvolvido.

Dona de grandes sucessos como “Piriri Pom Pom” e “Chuva De 100”, a banda é composta pelos irmãos Luizinho, Neto e Lúcio, além do parceiro Fuscão, e agora está focada na gravação do seu novo álbum que, segundo o empresário Leonardo Alves, já começou a ser produzido e em breve será lançado em parceria com a Som Livre. “Também estamos trabalhando em cima do projeto da gravação do DVD e, dentro de pouco tempo, teremos mais novidades”, explicou Alves.

Deputados e senadores estão cada vez mais favoráveis aos cassinos

Deputados e senadores estão cada vez mais favoráveis ao retorno dos cassinos no Brasil. Essa já é uma discussão antiga, mas que voltou à tona este ano durante o Encontro de Líderes, evento realizado na cidade de Foz de Iguaçu. O tema selecionado para o fechamento da rodada de painéis do evento foi “Projetos que geram Impacto Econômico no Turismo”.

Em sua fala, o deputado Newton Cardoso Júnior, presidente da Comissão de Turismo na Câmara, defendeu a instalação de cassinos no Brasil. “Existe a possibilidade de geração de mais de 600 mil empregos no país com uma arrecadação de 30 bi (reais) em tributos por ano. É uma boa estratégia para a recuperação da economia brasileira”, afirmou Cardoso.

A temática também gerou debates nas casas legislativas nos últimos meses. Em 2019, alguns novos Projetos de Lei com intuito de legalizar o funcionamento de cassinos no Brasil foram apresentados por deputados e senadores. Dentre as propostas em discussão, duas se destacam: o PL 2648/2019, de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB/PSL), e o PL 3234/2019, apresentado pelo Deputado Damião Feliciano (PDT/PB). Para os que não desejam aguardar a tramitação do projeto e sua aprovação, contudo, já possível viver a experiência dos cassinos online com os jogos do cassino Sportingbet. Isso porque a antiga lei não prevê a proibição do uso de serviços de jogos operados por empresas com sede no exterior.

PL 2648/2019 

Proposto pelo senador Roberto Rocha (PSDB/PSL), o Projeto de Lei 2648/2019 propõe a flexibilização das diretrizes que proíbem cassinos no Brasil, criando um regime especial que autoriza a exploração do ramo no país. A proposta, no entanto, prevê que essa permissão seja atribuída apenas a resorts existentes ou que venham a existir em qualquer parte do território nacional.

O Brasil, claro, possui um alto potencial turismo, mas que ainda é desperdiçado por problemas estruturais, como revela ranking internacional. A proposta, então, de acordo com o senador, visaria explorar esse potencial e aumentar a competitividade do Brasil na área em questão:

“Diante deste cenário competitivo no Turismo como atividade econômica, alternativas que atraiam empreendimentos estrangeiros e aumentem o fluxo de turistas, são a busca constante dos governos. Por esta razão, os cassinos surgem como opção de entretenimento já existente em vários países e que exercem grande impacto nessas economias, com grandes fluxos de capital e altos investimentos”, declarou o senador ao defender sua proposta, já lida em plenário e que agora segue para análise de comissões diversas.

PL 3234/2019 

O Projeto de Lei 3234/2019, por sua vez, de autoria do Deputado Damião Feliciano (PDT/PB), busca estabelecer a criação de Regiões Especiais de Turismo (RET) em zonas de forte potencial turístico do Nordeste brasileiro. Na Bahia, medidas pontuais de incentivo ao turismo também estão sendo tomadas pelo governador Rui Costa.

A criação das Regiões Especiais de Turismo (RET) visa proporcionar uma série de benefícios a fim de alavancar ainda mais a exploração do turismo no Nordeste, a exemplo da suspensão e isenção de impostos e contribuições incidentes sobre os equipamentos importados e os adquiridos no mercado interno para prestadores instalados na RET. A permissão para o funcionamento de cassinos seria outras dessas vantagens.

“É fundamental que lancemos mão de criatividade para encontrar alternativas que estimulem o desenvolvimento do turismo no Brasil. Por meio desta nossa iniciativa, procuramos dar nossa contribuição à busca de caminhos que destravem a pujança das atividades”, declarou o deputado ao apresentar o PL.

Proibição dos cassinos

Os cassinos são proibidos no Brasil desde abril de 1946, quando o presidente Eurico Gaspar Dutra assinou um decreto estabelecendo a ilegalidade dos jogos a partir do argumento que eles eram “nocivos à moral e aos bons costumes”.