Afastamento dos não-estáveis: APPI afirma que Marão mentiu sobre valor da folha de pagamento

Marão mente para servidores não-estáveis.

A APPI/APLB distribuiu pelo centro de Ilhéus, panfletos que contestam a versão dada pelo governo Marão sobre o a demissão de quase 300 servidores da Prefeitura, em 07 de janeiro 2019.

Segundo a gestão, a medida de afastar servidores contratados entre os anos de 1983 e 1988, teria como objetivo diminuir a folha salarial do município. A associação afirma que o prefeito mentiu ao dizer que a ação traria uma economia de R$ 2 milhões aos cofres públicos.

Segundo o panfleto, em outubro de 2016, antes de Mário Alexandre assumir a Prefeitura, a folha custava R$16.251.964,83. Em outubro de 2017, o valor chegou a R$18.059.175,12. No mesmo mês, em 2018, antes do afastamento dos servidores, a folha alcançou o valor de R$ 19.785.254,78. Já em outubro de 2019, após o afastamento, a folha custou R$ 19.759.299,74; aumentando em R$ 25.955,04 a diferença para 20018.

De acordo com o panfleto, Marão preferiu demitir servidores com 33 anos de serviços ininterruptos para contratar temporariamente pessoas para atuarem nas secretarias de Saúde, Assistência Social e Educação. A indignação dos servidores afastados aumenta ainda mais com o fato de o prefeito ter afirmado que esgotaria todos os recursos jurídicos em prol da classe e não cumprir o combinado, fazendo com que os trabalhadores vivam sem situação precária.



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