Marão emprega cabos eleitorais de olho na reeleição

Marão instrumentaliza a máquina.

No dia 08 de janeiro de 2019, o prefeito Mário Alexandre (PSD) suspendeu 268 servidores não estáveis da folha de pagamento da prefeitura.

Os trabalhadores que entraram sem concurso entre 5 de outubro de 1983 e 5 de outubro de 1988 foram pegos de surpresa, uma vez que o prefeito Mário Alexandre assegurou que insistiria em meios legais para mantê-los no quadro.

O prefeito Mário Alexandre se valeu de uma decisão do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ilhéus, Alex Venícius Miranda, cujo objetivo legal era estabelecer os concursos como a única porta de acesso à estabilidade do serviço público. Posteriormente, a desembargadora Silvia Zarif, do TJ-BA, determinou a reintegração dos servidores, mas o prefeito não cumpriu a determinação.

Passados 13 meses do afastamento cruel dos servidores, Marão utiliza os recursos públicos economizados para nomear apadrinhados e reforçar por meio do clientelismo seu projeto de reeleição.

De 20 de dezembro até hoje, 10 pessoas assumiram cargos comissionados na prefeitura de Ilhéus.

O BG levantou os seguintes nomes com respectivos cargos e salários: Francine Dias de Oliveira (Chefe de Seção de Vigilância Sanitária, R$1.700); Jeovana Catarino da Silva S. Nascimento (Chefe de Divisão de Vigilância R$3.800); Jackson Lima Araújo Sobrinho (Chefe da Divisão de Licitação e Contratos, R$ 3.800); Alan dos Santos Pereira (Chefe de Seção de Praias, R$1.700); Luciano Matos Sampaio (Gerente de Projetos Turísticos, R$5.600); Jorge Farias dos Santos (Chefe de Setor de Unidades de Conservação e Coleta Seletiva de Resíduos, R$2.500); Márcia Pereira Conceição (Chefe de Seção de Edição do Jornal Oficial, R$ 1.700); Emenson Santos Silva (Assessor de Assuntos Legislativos e Parlamentares, R$8.000); Bárbara Santiago da Silva (Administrador Regional I, R$ 1.500) e  Gilberto Fagundes dos Santos (Administrador Regional I, R$ 1.500).

Somados, os cargos geram o total de trinta mil e trezentos reais por mês à prefeitura. Muitas destas pessoas não têm perfil técnico para desempenhar as funções.

Fora essas nomeações elencadas, o governo Marão inchou a folha com a contratação temporária de servidores indicados no “dedaço”, por meio de seleções simplificadas.



One response to “Marão emprega cabos eleitorais de olho na reeleição

  1. Quem nunca comeu a Pitaya quando a come se apaixona. Porque ela é doce, macia, nutritiva e deliciosamente revigorante em todos os sentidos. Pena que só é acessível àqueles com grana. A Pitaya é cara, não chega ao bico do povão.

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