Bahia tem 156 casos confirmados de Covid-19

A Bahia registra 156 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 3,8% do total de casos notificados. Até o momento, 1388 casos foram descartados e houve um óbito confirmado. Trata-se de paciente do sexo masculino, 74 anos, residente em Salvador, que estava internado em hospital da rede privada, com comorbidades associadas. Este número contabiliza todos os registros de janeiro até as 17 horas deste domingo (29). Ao todo, 17 pessoas estão curadas e 18 encontram-se internadas, sendo 8 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). 

Estes números representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA) em conjunto com os Cievs municipais. 

Dentre os casos confirmados, 54,49% são do sexo feminino e 45,51% do sexo masculino. Foi registrado o primeiro caso confirmado em uma criança de 2 anos de idade, que encontra-se em bom estado de saúde. O coeficiente de incidência por 100.000 habitantes foi maior na faixa de 70 a 79 anos (2,80) , indicando o maior risco de adoecer entre os idosos.

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Esposa de Augusto Castro dá entrada em hospital com desconforto respiratório

Augusto Castro.

Andrea Simas, esposa do ex-deputado estadual Augusto Castro, foi atendida na emergência do Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, por sentir desconforto respiratório. O atendimento ocorreu durante a noite deste domingo, 29.

Augusto Castro está internado desde o dia 24 de março, como consequência da contaminação pelo coronavírus. O ex-parlamentar está na UTI, registrou melhora considerável nos últimos dias e está fazendo hemodiálise.

Retorno ao trabalho para quem?

E como trabalharão essas pessoas ao reassumirem seus postos de serviço? Para muitas delas manter isolamento ou distanciamento será absolutamente impossível, pois terão de atender no comércio, de compartilhar a operação de uma máquina, de ocupar um mesmo cômodo na construção civil ou na fábrica, de prestar um serviço diretamente a uma pessoa ou a domicílio.

 

Por Julio Gomes.

Todos nós temos assistido aos pedidos de alguns setores da sociedade para que as pessoas retornem ao trabalho, de forma quase normal, e temos visto, inclusive, carreatas em alguns lugares do Brasil reivindicando que isto ocorra de imediato.

Ao assistir os vídeos de algumas dessas carreatas, certos fatos me chamaram a atenção, e o principal deles foi que muitos desses veículos trafegavam com os vidros fechados e, naturalmente, com o ar condicionado ligado, com seus ocupantes convenientemente isolados do ambiente exterior, seguros dentro dos veículos, que não raro era um modelo top de linha do mercado automobilístico.

Fiquei a pensar: sendo atendido o pleito dessas pessoas, elas irão, certamente, se deslocar para o trabalho em seus próprios veículos. Isso se forem se deslocar até lá, pois parecendo ser pessoas de uma condição social mais alta, muitas delas poderão trabalhar em regime de home office, ou até controlar de casa o trabalho que voltou a ser realizado em suas empresas, escritórios, fábricas, sem precisar estar fisicamente presentes.

E seus empregados, como irão para o trabalho? Decerto que em ônibus urbanos, no trem suburbano ou no metrô lotado, dividindo o mesmo vão com dezenas de pessoas desconhecidas, durante cerca de uma hora na ida, mais uma hora no retorno para casa.

E como trabalharão essas pessoas ao reassumirem seus postos de serviço? Para muitas delas manter isolamento ou distanciamento será absolutamente impossível, pois terão de atender no comércio, de compartilhar a operação de uma máquina, de ocupar um mesmo cômodo na construção civil ou na fábrica, de prestar um serviço diretamente a uma pessoa ou a domicílio.

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