Bahia tem 267 casos confirmados de Covid-19

Bahia registra 267 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 4,1% do total de casos notificados. Até o momento, 1763 casos foram descartados e houve três óbitos, todos residentes em Salvador que apresentavam comorbidades associadas. Este número contabiliza todos os registros de janeiro até as 17 horas desta quinta-feira (2). Ao todo, 43 pessoas estão curadas e 33 encontram-se internadas.

Estes números representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.

Dentre os casos confirmados, 50,94% são do sexo masculino e 49,06% do sexo feminino. O coeficiente de incidência por 100.000 habitantes foi maior na faixa de 70 a 79 anos (3,66), indicando o maior risco de adoecer entre os idosos.

Diferente do que foi divulgado anteriormente, o município de Irecê não possui casos confirmados de Covid-19. Ressaltamos que os números são dinâmicos e, na medida em que as investigações clínicas e epidemiológicas avançam, os casos são reavaliados, sendo passíveis de reenquadramento na sua classificação. Outras informações em saude.ba.gov.br/coronavirus.

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Acidente deixa três mortos na BR 101

Rodovia BR 101.

Um grave acidente aconteceu nesta quinta-feira, 2, na BR-101, próximo ao município de Uruçuca. Um veículo Gol se chocou em uma ambulância. O médico, Paulo Afonso, morreu na hora, outras duas vitimas, ainda não identificadas, que estavam no Gol, também morreram no local.

Outras três pessoas sobreviveram ao acidente e foram encaminhadas para um hospital em Ilhéus. A Polícia Rodoviária Federal investiga o acidente.

Do iPolítica.

Médico e enfermeira estão entre os oito casos da Covid-19 em Ilhéus

Imagem ilustrativa.

Dos oito casos de coronavírus confirmados em Ilhéus, um deles é de um médico e o outro de uma enfermeira.

Os dois casos indicam a vulnerabilidade dos profissionais de saúde, responsáveis pela missão, muitas vezes inglória, de salvar vidas.

De acordo com informações da Secretaria de Saúde de Ilhéus, os profissionais da saúde que atuam na área passam por desgastes físico e emocional intensos e ainda devem proteger familiares mais próximos da contaminação.

Toda essa carga de responsabilidade os leva a trabalhar no fio da navalha.

Em Ilhéus já há contaminação de origem comunitária. Antes do anúncio desse quadro, a equipe da Vigilância Epidemiológica que realiza coleta de material para exames foi ampliada.

Ministérios Públicos se unem à Fieb para elevar produção de álcool gel na Bahia

Foto : Reprodução/TV Integração.

O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) estão unindo esforços para sensibilizar as empresas industriais baianas a direcionarem suas linhas de produção para a fabricação de álcool em gel ou líquido. Empresas com capacidade para adequar sua linha de produção podem obter de forma rápida e desburocratizada a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Um comunicado informando as regras simplificadas para a obtenção da autorização está sendo distribuído às indústrias que poderiam ajustar suas plantas para atender à grande demanda do mercado. Assinam o documento a promotora de Justiça Patrícia Medrado, coordenadora do Grupo de Trabalho criado pelo MPBA para enfrentamento ao coronavírus, a procuradora do Trabalho Séfora Char e o presidente da Fieb, Ricardo Alban. O cadastro pode ser feito apenas com o envio de um e-mail com a solicitação, acompanhada de alguns documentos.

O documento está sendo expedido pelos canais diretos que a Fieb mantém com as indústrias do estado. Nele, além de descrever as facilidades para a obtenção de autorização para comercializar álcool de 50 a 70 graus, nas formas gel e líquida, as três instituições destacam a necessidade de união da sociedade em torno do combate à pandemia. Desde que começaram a surgir os primeiros casos, o produto tornou-se raro nos pontos de venda por causa da forte demanda.

Justiça determina que governo da BA forneça alimentação a alunos da rede estadual

Sede do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), em Salvador — Foto: Alan Oliveira/G1.

A Justiça da Bahia determinou na quarta-feira (1º) que o governo do estado forneça alimentação para todos os alunos da rede pública estadual, que tiveram as aulas suspensas como medida para impedir a propagação do coronavírus.

Na decisão, o juiz Ruy Eduardo Almeida Britto, da 6ª Vara de Fazenda Pública, dá um prazo de 48h para que determinação seja cumprida, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

A decisão, de caráter liminar, foi tomada após ação civil pública impetrada pela Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA).

Na decisão, a Justiça diz que o Estado pode escolher a forma de garantir que os estudantes recebam alimentação: pode ser pelo repasse de verba, pela oferta de cestas básicas/kit alimentação, ou da forma mais conveniente para a administração pública, desde que não gere ônus para as famílias.

Além disso, para receber a alimentação, as famílias não precisam ser beneficiárias de programas de transferência de renda ou estarem em determinados cadastros.

De acordo com a DPE-BA, em 18 de março, o órgão encaminhou nota recomendatória ao secretário de Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues de Souza,, requerendo que a pasta continuasse fornecendo alimentação a todos os alunos da rede pública estadual que tiveram as aulas suspensas.

Posteriormente, em uma reunião, a DPE-BA foi informada da impossibilidade do fornecimento da alimentação pela Secretaria de Educação do Estado. Com isso, resolveu entrar com a ação civil pública.

Do G1 Bahia.

Bolsonaro sanciona MP da renda básica emergencial

Foto : Antônio Cruz / Agência Brasil.

Fonte: Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na tarde da quarta-feira (1º), a Medida Provisória (MP) que cria uma renda básica emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa, durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

A informação foi confirmada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Jorge Oliveira, em uma postagem no Twitter. A medida teve a votação concluída no Senado na segunda-feira (30) e agora será regulamentada por meio de um decreto.

O líder do governo no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), informou que o texto sancionado por Bolsonaro contém três vetos, que ainda não foram publicizados pela Presidência da República.

A liberação dos recursos também depende da abertura de um crédito extraordinário no Orçamento federal. O pagamento será efetuado ao longo de três meses, com operacionalização pelas redes dos bancos públicos federais: Caixa Econômica Federal, casas lotéricas, Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB), após o cruzamento de dados para definir quem tem direito ao benefício.

Pelas regras contidas no projeto de auxílio emergencial aprovado pelo Congresso, os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito benefício, como não ter emprego formal; não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro anunciou novas medidas para enfrentar a crise gerada pela pandemia da covid-19, inlcuindo uma MP para ajudar as empresas na manutenção dos empregos. Serão liberados R$ 51 bilhões para complementação salarial, em caso de redução de salário e de jornada de trabalho de funcionários, e R$ 40 bilhões (R$ 34 bilhões do Tesouro e R$ 6 bilhões dos bancos privados) de crédito para financiamento da folha de pagamento. Os detalhes da medida serão informados pelo Ministério da Economia.