Mais 3 óbitos são confirmados pela Covid-19 em Ilhéus; casos ativos também subiu

De acordo com o boletim epidemiológico da Prefeitura de Ilhéus, atualizado nessa quarta-feira (08), mais três óbitos foram confirmados por causa da Covid-19 no município. No total, são 74 vidas perdidas por causa da doença. Ontem (terça, 07), outros 3 óbitos também haviam sido confirmados.

Ainda de acordo com os dados municipais, houve aumento no número de casos ativos da Covid-19 em Ilhéus, que somam 521 (+29). O número de internados em UTIs é 50, os casos confirmados 1.790, casos monitorados 252 e aguardando o resultado de exames 379.

Itabuna: Fernando Gomes autoriza reabertura do comércio a partir dessa quinta-feira (9)

Reabertura acontece após 100 dias de suspensão das atividades.

O prefeito Fernando Gomes autorizou, através do Decreto Municipal nº 13.738, o início, a partir desta quinta-feira (9), da “Fase 2” do Plano de Retomada das Atividades Comerciais de Itabuna. Dessa forma, após mais de 100 dias de suspensão por conta das ações de combate a pandemia da Covid-19, uma série de atividades não essenciais serão retomadas.

De acordo com o decreto, o comércio estará liberado de segunda à sexta-feira, das 9h às 15h. Dentre as atividades liberadas estão: lojas de vestuário, cama, mesa e banho, artigos esportivos e utilidades do lar, calçados, bolsas e demais acessórios, tecidos, armarinhos, lojas de cosméticos e perfumarias, joalherias, relojoarias e bijuterias, lojas de eletrodomésticos e eletrônicos, lojas de informática, móveis, artigos para escritório, estúdios de revelação e impressão fotográficas, gráficas, papelarias e livrarias, lojas de colchões, artigos para festas, chocolates e bombonieres.

Nessa fase estão autorizados ainda o funcionamento de lava-jatos, concessionárias, indústria não essencial, bancas de jornal e revista, floricultura e do shopping popular. Sábado e domingo todas as lojas estarão fechadas, liberadas igrejas, templos religiosos, e feiras livres, conforme diretrizes estabelecidas pela secretaria de sustentabilidade econômica e meio ambiente.

A reabertura do comércio acontece a partir da ampliação de leitos clínicos e intensivos no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. Na última terça-feira (7), o município recebeu 15 respiradores do Ministério da Saúde, que serão destinados aos pacientes com a Covid-19.

Além de permitir o funcionamento do comércio, o Decreto estabelece um protocolo sanitário, no qual os comerciantes precisarão seguir recomendações para preservar a saúde de funcionários e clientes, como: redução do número de pessoas no interior das lojas, de modo a respeitar o distanciamento, a obrigatoriedade de máscaras para funcionários e clientes, e disponibilização de álcool em gel nas entradas dos estabelecimentos, dentre outras medidas para prevenir a transmissão da Covid-19.

Ministério da Saúde vai habilitar leitos de UTI em Ilhéus

Secretário Fabio Villas-Boas e Pazuello.

O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, conseguiu nesta quarta-feira (8), em Brasília, que o Ministério da Saúde ampliasse em R$ 43 milhões, o custeio de serviços já em funcionamento no estado, como as UTIs Covid de hospitais na capital e no interior.

Na reunião com o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello e os principais secretários do ministério, também ficou assegurado o envio de novos ventiladores pulmonares e até 500 mil kits de amplificação do RT-PCR, o que corresponde a mais de 70% do custo do exame molecular para Covid19.

De acordo com o secretário, “o Ministério permitirá ainda que os recursos das emendas parlamentares da bancada da Bahia sejam utilizados para comprar equipamentos para montar hospitais, bem como enviarão medicamentos anestésicos para pacientes entubados, que estão escassos em todo o Brasil”, afirma Vilas-Boas.

Os leitos de Terapia Intensiva que serão habilitados pelo Ministério da Saúde estão localizados nos municípios de Salvador, Feira de Santana, Jequié e Ilhéus. São unidades de referência para o tratamento de pacientes graves com o diagnóstico de coronavírus: Hospital de Campanha Arena Fonte Nova, Hospital Espanhol, Instituto Couto Maia, Hospital Geral Ernesto Simões Filho, Prohope, Hospital Estadual da Criança, Hospital Costa do Cacau e Hospital Geral Prado Valadares.

Também foram realizadas reuniões com os secretários Luiz Duarte (Atenção Especializada à Saúde) e Arnaldo Medeiros (Vigilância em Saúde), ambos do Ministério da Saúde. Os deputados federais Jonga Bacelar e Paulo Magalhães acompanharam as agendas em Brasília.

Enfermeiro da linha de frente agradece os cuidados recebidos no Hospital Regional Costa do Cacau

Thalissan Rodrigues.

“Algo que merece ser destacado naquela enfermaria Covid, é o carinho, a atenção, a disponibilidade das pessoas. Muito difícil encontrar essas três qualidades nos serviços de saúde”.

Esse foi o sentimento expressado pelo enfermeiro Thalissan Rodrigues Sales, que foi internado no Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, no dia 20 de junho e ficou sob os cuidados da equipe hospitalar da unidade por oito dias.

O profissional da linha de frente de combate ao novo coronavírus, que trabalha na coordenação da Vigilância Epidemiológica do município de Gongogi, relatou que estava com o diagnóstico confirmado da Covid-19, desde o dia 3 junho.

“Inicialmente tive sintomas de leves, só a tosse que ainda existia. Ao aproximar do período de remissão da doença, que é o décimo quarto dia, meus sintomas progrediram. Fiz uma tomografia de tórax, aí o médico disse que eu deveria ser hospitalizado”, contou.

Logo quando saiu a regulação para o HRCC, Thalissan disse que o seu primeiro sentimento foi medo, ficou assustado, pois não conhecia o hospital, apesar de saber que é referência na região sul da Bahia.

“Sou profissional de saúde, mas como paciente, acho que o primeiro sentimento mesmo, é o medo. “A gente acaba ouvindo muita Fake News, comentários sensacionalistas, maldosos. Mas, graças a Deus, isso não interferiu na minha decisão. Eu sou uma pessoa bem decidida e prefiro tirar as minhas próprias conclusões. Não sou uma pessoa influenciável”, relatou.

O fato de ser enfermeiro, não facilitou a decisão de Thalissan, que alegou, mesmo sabendo que o correto era seguir as recomendações médicas, não estava ele fazendo parte da equipe, que aconselha e apoia o paciente na decisão.

“Eu estava do outro lado da cadeira, eu era o cliente no momento, mas assim, ao chegar no Costa do Cacau, fui bem recebido pela equipe de enfermagem. Da mesma forma que eu sempre cobro da minha equipe e busco receber meus pacientes”, confessou.

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Ilhéus: sem dinheiro para o parto, gestante teve que voltar para casa com barriga já esverdeada

Catarina chegou a ficar em um leito, quando foi informada do pagamento.

Segundo o defensor público Tandick Resende, uma mulher identificada como Catarina Soares, de 18 anos, residente no bairro Nossa Senhora da Vitória, em Ilhéus, procurou a maternidade Santa Helena na noite de ontem (terça, 07) sentindo contrações que indicavam o início do trabalho de parto.

Já no leito 34 da unidade de saúde, ela foi informada que o parto só poderia ser realizado mediante um pagamento. Sem o dinheiro, ela foi liberada para casa, mas apresentando uma coloração esverdeada na região da barriga.

De acordo com informações de pessoas que acompanhavam Catarina, ela também chegou a tentar o parto em Itabuna, mas foi “rejeitada”, por motivo não explicado.

Em nota, a maternidade afirmou que “por não haver médico pediatra naquele momento, só haveria a possibilidade de realizar [o parto] de forma particular”.

O estado de saúde de Catarina e do bebê é desconhecido, no momento.

Ilhéus: atordoados e sem lar, pássaros buscam refúgio em prédios após derrubada de amendoeiras

Maritacas na tela de proteção de um apartamento na Av. Soares Lopes.

Após a derrubada das tradicionais amendoeiras na Avenida Soares Lopes, as maritacas que se abrigavam nas árvores agora buscam refúgio em prédios da localidade, conforme registrado por um morador no vídeo abaixo.

A derrubada foi feita por homens da Prefeitura Municipal de Ilhéus, que alega ter uma licença ambiental para isso.

No lugar das amendoeiras serão plantadas palmeiras imperais.

Assista:

 

Una: prefeito vai distribuir ivermectina para a população; nenhum estudo comprova eficiência do medicamento

Vermífugo será distribuído para a população de Una.

O prefeito de Una, Tiago Birschner, vai distribuir ivermectina para a população. O anúncio foi feito através de uma live e confirmada, nessa quarta-feira (08), em entrevista ao programa O Tabuleiro, na Ilhéus FM.

De acordo com o prefeito, o vermífugo será entregue, inicialmente, para contaminados pelo novo coronavírus e familares, além de profissionais de saúde e segurança. A previsão é que, em 3 ou 4 meses a ivermectina seja distribuída para todos os munícipes.

O uso da ivermectina tem gerado polêmica no Brasil. Apesar de nenhum estudo comprovar a eficiência na prevenção ao novo coronavírus, ele tem sido adotado em diversas cidades do país.

Birschner acredita que o medicamento é seguro e sua intenção é tratar a população de “maneira precoce”.

Turkey Telecom: trasmissão de TV “IPTV” pela internet tem seus riscos

O valor dos planos é atraente. Porém, os riscos que eles apresentam podem acabar saindo mais altos do que o imaginado. É com preocupação que especialistas observam o crescimento de serviços ilegais de transmissão de canais de televisão pela Internet, as chamadas IPTVs.

Além de estar usando um produto pirata, o consumidor não tem garantias de atendimento, pode prejudicar outros aparelhos que existem em sua casa e reduzir a qualidade do serviço prestado pelo provedor de rede, sem contar as possíveis acusações de crimes.

O que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) destaca é que nem todas as IPTVs são ilegais. Na maior parte dos casos, a ilegitimidade ocorre quando uma pessoa assina legalmente um pacote de canais e retransmite pela Internet a inúmeros outros usuários, sem a devida posse de direitos autorais.

Neste processo, acaba cobrando pelo serviço um valor que pode chegar a custar apenas 10% do que seria o normal. Para dificultar a fiscalização, os servidores responsáveis pelo envio desses dados são hospedados no exterior.

“O que as pessoas precisam entender é que há um outro lado nessa equação, que muitas vezes não aparece”, frisa o diretor da Sinosnet, Henrique Pufal.

A transmissão pode ocorrer, sobretudo, de duas maneiras: por meio de aplicativos em smartphones ou com o uso de equipamentos semelhantes às caixinhas de TV a cabo – as chamadas set-top boxes. Neste último caso, há mais complicadores. “Geralmente, esses aparelhos decodificadores são importados de países como o Paraguai e não possuem o selo de homologação da Anatel. Então, no caso de qualquer problema, a pessoa não tem para quem reclamar”, diz.

Pandemia, raça, gênero e classe é tema da 4ª mesa redonda online do Curso de Comunicação Social da UESC 

O Projeto de Extensão Diálogos Avançados em Comunicação, do Curso de Comunicação Social da UESC promove, no próximo dia 09 de julho, quinta-feira, às 14h, a quarta mesa redonda do ciclo de palestras “Diálogos em tempos de Pandemia”.

Com transmissão online, o tema da vez será “Pandemia, raça, classe e gênero: uma reflexão do ponto de vista sanitário, econômico e educacional”.

O objetivo é discutir quais os impactos sociais, econômicos, educacionais e culturais da COVID-19 sobre diversos grupos raciais/sociais na atualidade, a partir de uma análise de seus contextos de vida, situação de moradia, níveis de renda e condições educacionais. Como também abordar as maneiras pelas quais os meios de comunicação contemporâneos, hegemônicos e não hegemônicos, tratam essas questões em seus espaços de atuação, no Brasil e na América Latina.

A convidada da tarde é a professora Márcia Santos Lemos, da Universidade do Sudoeste da Bahia. Doutora em História Social, a palestrante é coordenadora do Laboratório de Estudos Marxistas UESB e concentra seus estudos nas discussões sobre mulheres, feminismo e ideologia, assim como na formação social brasileira na contemporaneidade. Os mediadores da mesa serão os professores do Curso de Comunicação Social, Verbena Córdula Almeida e Samuel Mattos.

O ciclo de debates “Diálogos em tempos de pandemia” tem o apoio do Departamento de Letras e Artes (DLA) e da TV UESC e começou no mês de maio. Com a participação de pesquisadores e especialistas de diversas áreas de conhecimento, o evento problematiza as mudanças sociais percebidas com a chegada da pandemia do novo coronavírus e os desdobramentos históricos, políticos, socioeconômicos, culturais e educacionais causados pela crise atual.

 O projeto é aberto ao público em geral e continua nos próximos meses. Todas as mesas são transmitidas pelo canal do Youtube da TV UESC através do site: www.youtube.com/tvuesc.

Bolsonaro sanciona lei para atendimento a indígenas e quilombolas

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que institui medidas para prevenir a disseminação do novo coronavírus junto aos povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e comunidades tradicionais. A Lei nº 14.021/2020 foi publicada hoje (8) no Diário Oficial da União.

Segundo o texto, essas populações serão consideradas como grupos em situação de extrema vulnerabilidade “e, portanto, de alto risco e destinatários de ações relacionadas ao enfrentamento de emergências epidêmicas e pandêmicas”. Todas as medidas deverão levar em consideração a organização social, as línguas, os costumes, as tradições e o direito à territorialidade dos povos.

O texto cria o Plano Emergencial para Enfrentamento à Covid-19 nos Territórios Indígenas, coordenado pela União, para assegurar o acesso às ações e aos serviços de prevenção e tratamento de covid-19, com a participação efetiva dos povos indígenas por meio de suas entidades representativas.

O presidente Bolsonaro vetou 16 dispositivos da medida aprovada no Congresso Nacional no mês passado. As razões dos vetos também foram publicadas no Diário Oficial da União e ainda serão apreciadas pelos parlamentares.

O Executivo argumentou que o texto criava despesa obrigatória ao poder público sem demonstrar o impacto orçamentário e financeiro, contrariando a Constituição. Também pela dificuldade operacional, foi vetado o dispositivo que obrigava o governo a facilitar aos indígenas e quilombolas, em áreas remotas, o acesso ao auxílio emergencial e a benefícios sociais e previdenciários.

Povos indígenas

Entre os trechos vetados também está o que garantia o acesso à água potável e distribuição gratuita de materiais de higiene, de limpeza e de desinfecção para as comunidades indígenas.

Pela nova lei, ser ofertado acompanhamento diferenciado nos casos de média e alta complexidade, nos centros urbanos, com a construção de hospitais de campanha nos municípios próximos às aldeias, contratação emergencial de profissionais de saúde e disponibilização de ambulâncias para transporte, seja fluvial, terrestre ou aéreo.

O presidente, entretanto, vetou a oferta emergencial de leitos hospitalares e de unidade de terapia intensiva (UTI) aos indígenas e aquisição de ventiladores e de máquinas de oxigenação sanguínea. Também foi vetada a elaboração de materiais informativos com tradução e instalação de pontos de internet nas aldeias, “a fim de viabilizar o acesso à informação e de evitar o deslocamento de indígenas para os centros urbanos”.

O plano deve prever ainda um rigoroso protocolo de controle sanitário e vigilância epidemiológica do ingresso nas terras e comunidades indígenas e a construção de casas de campanha para situações que exijam isolamento de indígenas. Mas o presidente da República vetou o dispositivo que obrigava a União a liberar verba emergencial para a saúde indígena e para implementação do plano emergencial.

Especificamente para os povos indígenas isolados ou de contato recente com a cultura brasileira, o texto determina que somente em caso de risco iminente e em caráter excepcional será permitido qualquer tipo de aproximação para fins de prevenção e combate à pandemia.

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Feira de Santana: TJ-BA decide que Embasa deve cumprir lei e reduzir taxa de esgoto de 80 para 40%

O Tribunal de Justiça da Bahia apresentou um parecer favorável para a Associação de Defesa e Proteção dos Direitos do Consumidor do Estado da Bahia (Protege) na ação civil pública que pediu a redução de 80 para 40% sobre o consumo de água, para a tarifa de serviço de esgotamento sanitário no Município de Feira de Santana, prestado pela Empresa Baiana de Saneamento e Águas (Embasa).

A ação foi movida em 2018 por conta do descumprimento de uma lei municipal de 2016 de autoria do vereador Pablo Roberto. A Embasa recorreu e manteve a cobrança, porém na segunda-feira (6), o Tribunal de Justiça da Bahia determinou o cumprimento da lei. Segundo o advogado Magno Felzemburgh presidente da Protege, a decisão foi tomada por unanimidade.

“A lei foi aprovada pela Câmara Municipal e promulgada, porém não foi cumprida. Ingressamos com uma ação civil pública na justiça. A sentença foi dada favorável ao Protege pela juíza da 4ª Vara Cível Dalia Queiróz, que determinou que a Embasa cumprisse a lei. A Embasa recorreu da decisão e o Tribunal de Justiça na segunda-feira (6), por unanimidade deu voto a favor do Protege, ou seja, contra a Embasa. A Embasa apelou e perdeu”, informou Magno ao site Acorda Cidade.

Segundo ele, a decisão cabe recurso. Ele disse também que o relator, o desembargador Mário Augusto Albiani Júnior, foi claro ao afirmar que o convênio entre a prefeitura e a Embasa não interfere no cumprimento da lei municipal.

“A resposta que o Tribunal deu foi a favor do consumidor de Feira de Santana e também respeita a autonomia legislativa da Câmara Municipal. Agora vamos aguardar os prazos de recurso, mas foi confirmada a decisão de que realmente quem decide sobre este percentual é o município de Feira de Santana. Mesmo que a Embasa tenha feito convênios com a prefeitura a termos de cooperação, o desembargador foi bem claro. Nada disso interfere no cumprimento de uma lei municipal. A decisão ainda não foi publicada, mas já está a disposição no site do Tribunal de Justiça”, afirmou.

* Informações do Acorda Cidade.

Mais seis cidades têm transporte suspenso na Bahia; total chega a 371

Lençóis entrou para a lista de municípios com transporte suspenso na Bahia.

Boa Nova, Caetanos, Guajeru, Lajedinho, Lençóis e Várzea da Roça terão o transporte intermunicipal suspenso a partir de quinta-feira (9). A decisão, que tem o objetivo de conter o avanço do coronavírus na população baiana, foi publicada em decreto no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (8).

Ficam proibidas nesses municípios a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de van. O decreto ainda mantém suspensas, até 12 de julho, a circulação, a saída e a chegada de ônibus interestaduais no território baiano.

O decreto ainda autoriza a retomada do transporte intermunicipal em Mundo Novo, cidade com 14 dias ou mais sem novos casos de Covid-19.

Lista de municípios

No total, a Bahia possui 371 cidades com transporte suspenso. São elas: Abaíra, Abaré, Acajutiba, Adustina, Água Fria, Aiquara, Alagoinhas, Alcobaça, Almadina, Amargosa, Amélia Rodrigues, América Dourada, Anagé, Andaraí, Andorinha, Anguera, Antas, Antônio Cardoso, Antônio Gonçalves, Aporá, Apuarema, Araçás, Aracatu, Araci, Aramari, Aratuípe, Aurelino Leal, Baianópolis, Baixa Grande, Banzaê, Barra, Barra da Estiva, Barra do Choça, Barra do Mendes, Barreiras, Barro Alto, Barro Preto, Barrocas, Belmonte, Biritinga, Boa Nova, Boa Vista do Tupim, Bom Jesus da Lapa, Bom Jesus da Serra, Boninal, Botuporã, Boquira, Brejões, Brumado, Buerarema, Buritirama, Caatiba, Cabaceiras do Paraguaçu, Cachoeira, Caculé, Caém, Caetanos, Caetité, Cafarnaum, Cairu, Caldeirão Grande, Camacã, Camaçari, Camamu, Campo Alegre de Lourdes, Campo Formoso, Canarana, Canavieiras, Candeal, Candeias, Candiba, Cândido Soares, Cansanção, Canudos, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Caraíbas, Caravelas, Cardeal da Silva, Carinhanha, Casa Nova, Castro Alves, Catu, Chorrochó, Cícero Dantas, Cipó, Coaraci, Conceição da Feira, Conceição do Almeida, Conceição do Coité, Conceição do Jacuípe, Conde, Condeúba, Coração de Maria, Cordeiros, Coribe, Correntina, Coronel João Sá, Cotegipe, Cravolândia, Crisópolis, Cristópolis, Cruz das Almas, Curaçá, Dário Meira, Dias D’Ávila, Dom Basílio, Dom Macedo Costa, Elísio Medrado, Encruzilhada, Entre Rios, Esplanada, Euclides da Cunha, Eunápolis, Fátima, Feira da Mata, Feira de Santana, Filadélfia, Firmino Alves, Floresta Azul, Formosa do Rio Preto, Gandu, Gentio do Ouro, Glória e Gongogi.

A restrição também inclui Governador Mangabeira, Guajeru, Guanambi, Guaratinga, Heliópolis, Iaçu, Ibiassucê, Ibicaraí, Ibicoara, Ibicuí, Ibipeba, Ibipitanga, Ibirapitanga, Ibirapuã, Ibirataia, Ibitiara, Ibotirama, Ichu, Igaporã, Igrapiúna, Iguaí, Ilhéus, Inhambupe, Ipecaetá, Ipiaú, Ipirá, Irajuba, Iraquara, Irará, Irecê, Itabela, Itaberaba, Itabuna, Itacaré, Itaetê, Itagi, Itagibá, Itagimirim, Itaguaçu da Bahia, Itaju do Colônia, Itajuípe, Itamaraju, Itamari, Itambé, Itanagra, Itanhém, Itaparica, Itapé, Itapebi, Itapetinga, Itapicuru, Itapitanga, Itaquara, Itarantim, Itatim, Itiruçu, Itororó, Ituberá, Jacaraci, Jacobina, Jaguaquara, Jaguarari, Jaguaripe, Jandaíra, Jequié, Jeremoabo, Jiquiriçá, Jitaúna, João Dourado, Juazeiro, Jucuruçu, Jussara, Jussari, Laje, Lajedão, Lajedinho, Lajedo do Tabocal, Lamarão, Lapão, Lauro de Freitas, Lençóis, Licínio de Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Luís Eduardo Magalhães, Macajuba, Macarani, Macururé, Madre de Deus, Maiquinique, Mairi, Malhada, Malhada de Pedras, Manoel Vitorino, Mansidão, Maracás, Maragogipe, Maraú, Mascote, Mata de São João, Medeiros Neto, Miguel Calmon, Milagres, Mirangaba, Monte Santo, Morpará, Morro do Chapéu, Mortugaba, Mucugê, Mucuri, Mulungu do Morro, Muniz Ferreira, Muquém de São Francisco, Muritiba, Mutuípe, Nazaré, Nilo Peçanha, Nordestina, Nova Canaã, Nova Ibiá e Nova Itarana.

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Fundador da Ricardo Eletro é preso por sonegação e lavagem de dinheiro

Ricardo Nunes.

O MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) e a Receita Estadual deflagraram na manhã desta quarta-feira (8) a operação “Direto com o Dono” que mira sonegação fiscal e lavagem de dinheiro na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ricardo Nunes, fundador da rede de lojas Ricardo Eletro, foi 1 dos presos.

A polícia cumpre 3 mandados de prisão e 14 de busca e apreensão. Desde as 6h da manhã, policiais cumprem mandados de busca e apreensão no centro da Ricardo Eletro, na região de Contagem (MG).

Outros 2 empresários do ramo de eletrodomésticos e eletroeletrônicos também são alvos da operação. Segundo as investigações, aproximadamente R$ 400 milhões em impostos foram sonegados em 5 anos. Informações do Poder360.