Prefeitura de Ilhéus exclui dados sobre Covid-19 em nova versão de boletim; 487 casos estão ativos

Nova versão do boletim epidemiológico em 09/07.

Nessa quinta-feira, 09, a prefeitura de Ilhéus apresentou uma nova versão do boletim epidemiológico.

Dados como casos descartados, quantidade de pessoas que aguardam resultados de exames, monitorados, casos notificados, atendimentos realizados no dia e liberados foram excluídos na nova versão, que traz apenas 5 itens.

De acordo com as informações de hoje, o município possui 487 casos ativos em isolamento, 49 pessoasi internadas em UTI, 75 óbitos e 1.839 casos confirmados, além de 1.228 curados.

Bahia registra 2.783 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

Boletim epidemiológico 09/07.

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.783 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de + 2,9%), 51 óbitos (+2,2%) e 2.548 curados (+3,8%). Dos 98.319 casos confirmados desde o início da pandemia, 69.098 já são considerados curados, 26.893 encontram-se ativos e 2.328 tiveram óbito confirmado.

As confirmações ocorreram em 394 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (42,90%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Gandu (2.419,53), Itajuípe (2.283,93), Ipiaú (1.868,20), Lauro de Freitas (1.590,41) e Itabuna (1.552,37).

O boletim epidemiológico contabiliza 98.319 casos confirmados, 194.329 casos descartados e 98.644 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (9).

Na Bahia, 10.760 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Todos os dados estão disponíveis no Painel Epidemiológico. Para acessar o boletim completo, clique aqui.

Taxa de ocupação

Na Bahia, dos 2.351 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.531 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 65%. No que se refere aos leitos de UTI adulto, dos 898 leitos exclusivos para o coronavírus, 730 possuem pacientes internados, compreendendo uma taxa de ocupação de 81%. A região Extremo-Sul da Bahia possui a maior taxa de ocupação, com 96% dos leitos de UTI ocupados, seguida da região Sul, com 92%.

Cabe ressaltar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia. Intercorrências com equipamentos, rede de gases ou equipes incompletas, por exemplo, inviabilizam a disponibilidade do leito. Ressalte-se que novos leitos são abertos progressivamente mediante o aumento da demanda.

Cacá Colchões está com Covid-19 e continuará hospitalizado em Ilhéus

Cacá Colchões.

O empresário e ex-vice prefeito de Ilhéus, Cacá Colchões, teve resultado positivo para Covid-19. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa de Cacá. A boa notícia é que ele deixou a Unidade de Terapia Intensiva ontem (quarta, 08), mas continuará em tratamento no Hospital de Ilhéus.

Resultado do exame de Cacá.

Covid-19: áudio do Dr. Espírito Santo recomenda uso de Ivermectina; epidemiologista da UESC afirma que efeitos positivos não foram provados

Ivermectina: a substância “milagrosa” mais comentada nas redes sociais.

 

Reportagem: Emilio Gusmão.

Num áudio que circula no Whatsapp, o médico geriatra Antonio Espírito Santo, profissional muito respeitado em Ilhéus, recomenda o uso da substância Ivermectina para reforçar o organismo contra os efeitos nocivos da Covid-19.

A Ivermectina é uma medicação usada para o tratamento de verminoses, sarna (escabiose) e piolhos (pediculose). Segundo o médico, a substância é muito usada na África e esse fato justifica a baixa incidência do novo coronavírus no continente.

Antonio Espírito Santo menciona cidades onde o uso gerou bons resultados e revela que profissionais da medicina têm usado a medicação.

Ouça o áudio do médico.

 

Sobre o uso da Ivermectina, o BG ouviu a epidemiologista e professora da UESC, Anaiá da Paixão Sevá, membro da equipe responsável pelo Informativo Epidemiológico Microrregião Ilhéus-Itabuna, publicado às quintas-feiras no site da universidade.

Anaiá Sevá disse que ainda não há estudos científicos comprovando a eficácia da medicação para o tratamento da Covid-19. A informação baseada na África não se justifica do ponto de vista epidemiológico, pois não é possível garantir que a baixa incidência está vinculada ao uso da Ivermectina. Podem existir fatores genéticos ou de outras características dos africanos que impedem ou amenizam os sintomas da Covid-19, explica a professora.

Anaiá Sevá: epidemiologista e professora da UESC. Foto: Jornal da USP.

“Será que todos os [pacientes] que não estão doentes foram de fato vermifugados? E os [pacientes] que estão doentes não foram vermifugados? Essa afirmação sobre a África pode ser considerada uma falácia ecológica. Esse erro ocorre quando abrange dados de uma população inteira (no caso de um continente) para justificar a causa [ou a baixa incidência] de uma doença sem especificar outros fatores”, disse a epidemiologista.

A professora reconheceu a existência de casos no Brasil em que pessoas usaram Ivermectina no tratamento da sarna, e posteriormente tiveram Covid-19, mas não a desenvolveram de forma grave. No entanto, ela adverte que não há estudos capazes de provar quais danos seriam causados, caso essas pessoas não tivessem usado o vermífugo. Anaiá explica que estudos com “grupos de controle” podem indicar o histórico e as características de quem usou ou não a Ivermectina, para que a eficácia da substância seja avaliada.

A professora admite a eficácia da Ivermectina em alguns casos observados, mas lembra que até agora, não há estudos comparativos entre quem tomou e quem não tomou.

“A medicação precisa sempre ser indicada pelo médico que está acompanhando o paciente. Todo medicamento, se for usado de forma incorreta, pode ser perigoso e causar efeitos prejudiciais à saúde”, advertiu Anaiá Sevá.

A lei das fakes news: violação, proteção, garantia ou cerceamento?

Na linha de frente do movimento que visa combater a desinformação, a Coalização Direitos na Rede – formada por organizações da sociedade civil, ativistas e acadêmicos em defesa da Internet livre e aberta – foi fundamental para retirar do PL as medidas que à luz das garantias constitucionais, estrangulariam a livre expressão. Estou me referindo a análise de conteúdo pelas plataformas com base em conceitos subjetivos de desinformação, assim como a criminalização de usuários por críticas políticas a autoridades e poderosos.

Por Nicole Rodrigues Vieira.

Não é de hoje que a regulação da comunicação constitui uma questão adiada pelo legislativo. Todavia, a proliferação de notícias falsas, conhecidas como fake news, apontou, mas uma vez, os holofotes sobre o marco regulatório da comunicação no Brasil. Em Delírio Do Poder: psicopatia e loucura coletiva na era da desinformação (2019), a filósofa Márcia Tiburi, refletindo sobre o potencial corruptivo da (des) informação, alerta para a seguinte questão: o amadurecimento da democracia brasileira depende, dentre outras questões, da requalificação normativa do sistema comunicacional.

Nesse sentido, assinto com Marcia: “a indústria das fake news que surgiu nos últimos tempos é também efeito da desregulamentação dos meios de comunicação, que, em um país de instituições frágeis como o Brasil, seguirá fazendo seu caminho cada vez mais perverso’’. Diante dessa constatação, eu, como tantas (os) outras (os) interessadas (os) na qualificação do exercício da cidadania, alerto para a importância de se compreender os pormenores da PL 2.360/2020, batizado de “Lei das Fake News”.

Tramitando desde final de maio, o projeto supracitado, promete ser o antídoto à indústria de produção e disseminação da desinformação. De autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania – SE), com iniciativa conjunta dos deputados Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tabata Amaral (PDT-SP), esse dispositivo legislativo, no seu conjunto, deseja promover a liberdade, responsabilidade e transparência na internet.

Seguindo o fluxo nas casas legislativas, depois de algumas versões, idas e vindas, o texto-base foi aprovado pelo Senado no dia 30 de junho, seguindo, então, para a Câmara dos Deputados. A versão aprovada trouxe diversas mudanças em relação a original. O relator do texto, senador Ângelo Coronel (PSD – BA), que também preside a Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) das Fakes News, excluiu da atual proposta, disposições que ameaçam as liberdades de expressão e associação e o direito à privacidade, tendo como exemplo a coleta em massa de dados dos usuários.

Entidades nacionais e internacionais em parceria com a rede Coalização Direitos na Rede, como a Global Network Initiative e Human Rights Watcha, divulgaram cartas e manifestações apontando graves riscos de violação da privacidade dos usuários, caso o PL seja aprovado. A diretora da Human Rights Watch no Brasil, Maria Laura Ganineu, explica que ‘’o Congresso parece estar correndo para aprovar um projeto de lei que resultará no sufocamento da liberdade de expressão nas redes e permitirá que empresas provedoras de serviços de comunicação pela Internet coletem enormes quantidades de dados sobre todos os usuários’’.

Na linha de frente do movimento que visa combater a desinformação, a Coalização Direitos na Rede – formada por organizações da sociedade civil, ativistas e acadêmicos em defesa da Internet livre e aberta – foi fundamental para retirar do PL as medidas que à luz das garantias constitucionais, estrangulariam a livre expressão. Estou me referindo a análise de conteúdo pelas plataformas com base em conceitos subjetivos de desinformação, assim como a criminalização de usuários por críticas políticas a autoridades e poderosos.

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Valderico Junior lamenta falta de comunicação da prefeitura antes de derrubar árvores

Valderico Junior.

O empresário Valderico Junior, presidente municipal do DEM, lamentou a forma como a Prefeitura de Ilhéus conduziu a derrubada de amendoeiras na Avenida Soares Lopes.

Segundo Junior, “o governo alega existência de licenciamento ambiental feito em 2015, mas não foi capaz de comunicar a decisão com antecedência. Também não explicou por que a medida foi necessária. Lamentável.”

De acordo com Valderico Junior, é sabido que as amendoeiras impõem dificuldades para a manutenção das redes pluviais, pois perdem folhas o ano inteiro, além dos frutos que caem. No entanto, observou que “as pessoas têm uma relação afetiva com as árvores da cidade. Se era mesmo necessário derrubá-las, faltou a consideração de avisar à sociedade. É o mínimo”.

O democrata avalia que Ilhéus merece um berçário de árvores nativas da Mata Atlântica para substituir gradualmente os espécimes que causam danos na área urbana.

“Essa é uma das propostas que estamos formulando no plano de governo, mas, isso não significa demonizar amendoeiras, que têm uma relação histórica com a paisagem da cidade e se adaptaram muito bem às praias, por exemplo, onde não causam nenhum problema, muito pelo contrário”, concluiu.

Ministério Público instaura inquérito civil para apurar derrubada de amendoeiras na Soares Lopes

Após derrubada das árvores, pássaros ficaram sem abrigo.

O Ministério Público da Bahia, através da 11ª Promotoria de Justiça de Ilhéus, instaurou um inquérito civil para apurar a derrubada das amendoeiras na Avenida Soares Lopes, ocorrida nessa semana. O fato fez com que diversos pássaros conhecidos como “maritaca” ficassem sem abrigo ao entardercer, gerando cenas comoventes como no vídeo publicado anteriormente.

De acordo com o promotor Paulo Sampaio, diversas representações foram encaminhadas ao Ministério Público sobre o assunto.

Apesar da existência de uma licença ambiental e de compreender a necessidade da remoção das árvores, o promotor considera que o ato não atendeu os critério técnicos no tocante ao manejo da fauna local, “o que demonstra a inexistência de plano de manejo em relação a esses indivíduos [pássaros], ou simplesmente a inadequada execução do plano por parte do Município de Ilhéus”. O documento foi solicitado ao município.

O Ministério Público pede ainda que a supressão das amendoeiras seja interrompida até a apresentação e avaliação desse plano, sob pena de pagamento de multa no valor de R$ 10 mil por cada árvore derrubada, sendo responsabilizados o secretário Hermano Fahning (serviços urbanos) e Joelia Sampaio (superintendente de meio ambiente), em caso de descumprimento.

De acordo com a Prefeitura de Ilhéus, a derrubada das amendoeiras atende ao sistema viário da nova ponte Jorge Amado.

Preso na Bahia, Geddel Vieira testou positivo para Covid-19

Geddel.

Em um teste rápido, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, 61 anos, foi diagnosticado como positivo para a infecção por Covid-19. As informações foram dadas pelo advogado do ex-ministro ao portal G1 na quarta-feira (8).

Geddel cumpre pena no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, pela condenação no caso do bunker dos R$ 51 milhões.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap), Geddel tem apenas sintomas leves e já fez um exame de contraprova. Ainda de acordo com a secretaria, ele segue isolado de outros detentos.

* Com informações da Agência Estado.

Bahia tem mais cinco municípios com transporte suspenso; total chega a 376

Nova Fátima está na lista de municípios com transporte suspenso na Bahia.

Cocos, Itiúba, Iuiu, Nova Fátima e São Gabriel terão o transporte intermunicipal suspenso a partir de sexta-feira (10). A decisão, que tem o objetivo de conter o avanço do coronavírus na população baiana, foi publicada em decreto no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (9).

Ficam proibidas nesses municípios a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de van. O decreto ainda mantém suspensas, até 12 de julho, a circulação, a saída e a chegada de ônibus interestaduais no território baiano.

Lista de municípios

No total, a Bahia possui 376 cidades com transporte suspenso. São elas: Abaíra, Abaré, Acajutiba, Adustina, Água Fria, Aiquara, Alagoinhas, Alcobaça, Almadina, Amargosa, Amélia Rodrigues, América Dourada, Anagé, Andaraí, Andorinha, Anguera, Antas, Antônio Cardoso, Antônio Gonçalves, Aporá, Apuarema, Araçás, Aracatu, Araci, Aramari, Aratuípe, Aurelino Leal, Baianópolis, Baixa Grande, Banzaê, Barra, Barra da Estiva, Barra do Choça, Barra do Mendes, Barreiras, Barro Alto, Barro Preto, Barrocas, Belmonte, Biritinga, Boa Nova, Boa Vista do Tupim, Bom Jesus da Lapa, Bom Jesus da Serra, Boninal, Botuporã, Boquira, Brejões, Brumado, Buerarema, Buritirama, Caatiba, Cabaceiras do Paraguaçu, Cachoeira, Caculé, Caém, Caetanos, Caetité, Cafarnaum, Cairu, Caldeirão Grande, Camacã, Camaçari, Camamu, Campo Alegre de Lourdes, Campo Formoso, Canarana, Canavieiras, Candeal, Candeias, Candiba, Cândido Soares, Cansanção, Canudos, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Caraíbas, Caravelas, Cardeal da Silva, Carinhanha, Casa Nova, Castro Alves, Catu, Chorrochó, Cícero Dantas, Cipó, Coaraci, Cocos, Conceição da Feira, Conceição do Almeida, Conceição do Coité, Conceição do Jacuípe, Conde, Condeúba, Coração de Maria, Cordeiros, Coribe, Correntina, Coronel João Sá, Cotegipe, Cravolândia, Crisópolis, Cristópolis, Cruz das Almas, Curaçá, Dário Meira, Dias D’Ávila, Dom Basílio, Dom Macedo Costa, Elísio Medrado, Encruzilhada, Entre Rios, Esplanada, Euclides da Cunha, Eunápolis, Fátima, Feira da Mata, Feira de Santana, Filadélfia, Firmino Alves, Floresta Azul, Formosa do Rio Preto, Gandu, Gentio do Ouro, Glória e Gongogi.

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Ilhéus: comida com cabelo, salários atrasados e AIDS. Denúncia revela condições de trabalho no Centro de Triagem para Covid-19

Centro de Triagem instalado no Centro de Convenções de Ilhéus.

Profissionais da saúde que atuam no Centro de Triagem para Covid-19 instalado no Centro de Convenções de Ilhéus procuraram o Blog do Gusmão para denunciar as condições de trabalho no local.

De acordo com as informações, técnicos de enfermagem recebem um salário de R$ 1.600, sem acréscimento de insalubridade ou adicional noturno, o que é garantido por lei à categoria. Por esse motivo, alguns profissionais se negam a assinar um contrato de trabalho e passaram a ser ameaçados de demissão. Os profissionais também afirmam que não recebem vale-transporte. Há ainda o atraso no pagamento do salário referente ao mês de abril.

Ainda de acordo com as informações, vários profissionais foram contaminados pelo novo coronavírus e não tiveram qualquer assistência. Os relatos dão conta de que os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) “rasgam com um espirro”, e que apenas médicos recebem um material de melhor qualidade.

Apesar de ser um Centro de Triagem para a Covid-19, os profissionais relatam que pessoas com tuberculose e até mesmo AIDS procuram a unidade para atendimento. “Temos que lavar panos com sangue sem ao menos ter os EPIs adequados”, relatou uma profissional.

Uma área destinada ao descanso dos profissionais não possui cama ou lençol, e um banheiro para pacientes foi instalado na frente dessa área, que também não possui porta. Os profissionais relatam que as marmitas de comida fornecidas por um conhecido restaurante na cidade já vieram com alimentos estragados e cabelo. Por conta da falta de um forno, a refeição muitas vezes é ingerida gelada por eles.

A gestão do Centro de Triagem é feita pela “HSC Serviços Empresariais”, empresa de Itororó (BA) contratada em junho pela Prefeitura Municipal de Ilhéus por quase R$ 3 milhões para atender, temporariamente, demandas da secretaria de saúde no combate à Covid-19. A contratação foi feita com dispensa de licitação.

Nessa quinta-feira (09), o Blog do Gusmão tentou contato com a HSC através dos telefones ****-2114 (fixo) e *****-4068 (WhatsApp), mas sem êxito. Os números estão disponíveis no site da empresa. Às 12h10min o BG também pediu esclarecimentos à Secretaria Municipal de Comunicação. Aguardamos resposta.