Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio estimado em R$ 40 milhões

Apostas podem ser feitas até as 19 horas.

O concurso 2278 da Mega-Sena deste sábado (11) deve pagar um prêmio estimado em R$ 40 milhões aos apostadores que acertarem as seis dezenas sorteadas.

Também são premiados os que acertam a cinco e quatro números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Em cada volante devem ser marcados de seis 6 a 15.

A aposta mínima, com seis números, custa R$ 4,50. A mais cara, com 15 dezenas, sai por R$ 22.522,50. Os jogos podem ser feitos das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h.

Decreto com restrições mais duras para 62 cidades baianas é publicado Diário Oficial

Estratégia, que inclui toque de recolher, visa barrar o crescimento da disseminação da Covid-19 no estado.

As medidas mais duras estabelecidas pelo governador Rui Costa (PT), em conjunto com prefeitos e prefeitas de 62 cidades do interior da Bahia, para barrar o crescimento da disseminação da Covid-19 no estado, foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (11).

Entre as ações que serão adotadas estão a restrição de circulação de pessoas à noite, a restrição de atividades econômicas e a delimitação do horário de funcionamento dos serviços essenciais. O governo da Bahia ainda encaminhou ofício ao Tribunal de Justiça da Bahia e o Ministério Público com solicitação de apoio ao Estado e Municípios.

Divisão em grupos

O decreto 19.829 estabelece medidas voltadas a três grupos distintos de municípios. Fazem parte do anexo 1, 22 cidades: Cachoeira, Camamu, Campo Formoso, Catu, Conceição do Coité, Filadélfia, Gentio do Ouro, Guaratinga, Ibirapitanga, Igrapiúna, Ipiaú, Ituberá, Maragogipe, Nazaré, Nilo Peçanha, Nova Soure, Paulo Afonso, Ruy Barbosa, Santo Estêvão, Taperoá, Uauá e Valença.

Compõem o anexo 2, outros 22 municípios: Alagoinhas, Amélia Rodrigues, América Dourada, Barra do Choça, Barro Preto, Buerarema, Casa Nova, Ibirataia, Iraquara, Irecê, Jaguaquara, Jequié, João Dourado, Macururé, Mucuri, Presidente Tancredo Neves, Queimadas, Santa Bárbara, São Gonçalo dos Campos, Serrinha, Ubaitaba e Wenceslau Guimarães.

Por fim, o anexo 3 lista 18 cidades: Apuarema, Caravelas, Conceição do Almeida, Conceição do Jacuípe, Cruz das Almas, Gandu, Ibotirama, Ilhéus, Itapetinga, Jacobina, Luís Eduardo Magalhães, Nova Ibiá, Porto Seguro, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Ubatã, Uma e Vera Cruz.

As medidas

1 – O toque de recolher está determinado das 18h às 05h, a partir da 0h da próxima segunda-feira (13) até as 24h do dia 19 de julho, para os municípios dos anexos 1 e 2, em conformidade com as condições estabelecidas nos respectivos Decretos Municipais. A circulação noturna estará liberada apenas para ida a serviços de saúde ou farmácia, ou ainda em situações em que fique comprovada a urgência.

2 – Nos municípios que integram o anexo 2, também entre 13 e 19 de julho, está autorizado entre 5h e 16h apenas o funcionamento dos serviços essenciais, e em especial as atividades relacionadas ao enfrentamento da pandemia, o transporte e o serviço de entrega de medicamentos e demais insumos necessários para manutenção das atividades de saúde, as obras em hospitais e a construção de unidades de saúde.

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Decreto que suspende aulas, eventos e transporte intermunicipal é prorrogado até 31 de julho

O Governo do Estado publicou, no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (11), decreto que mantém suspensas em todo território baiano, até o dia 31 de julho, as aulas nas redes pública e privada e as atividades que envolvem aglomeração de pessoas, eventos religiosos, shows, feiras, apresentações circenses, eventos científicos, passeatas, aulas em academias de dança e ginástica, além da abertura e do funcionamento de zoológicos, museus, teatros, dentre outros. Outro decreto publicado no DOE também determina medidas mais duras em 62 municípios.

Todas essas restrições estão estabelecidas no decreto n° 19.586, que teria validade até este domingo (12). A prorrogação do decreto também inclui a suspensão do transporte intermunicipal em 385 cidades baianas, conforme anexo publicado no DOE. Central, Iramaia, Lafaiete Coutinho, Macaúbas, Marcionílio Souza, Mirante e Saúde passaram a fazer parte desta lista neste sábado.

Nesta sexta-feira (10), o governador Rui Costa também afirmou que os jogos de futebol, sem público, não poderão ser realizados na Arena Fonte Nova. No estádio foram instalados leitos de enfermaria e de Unidade de Terapia Intensiva para tratar pacientes contaminados pelo novo coronavírus.

“Entendemos que a Arena Fonte Nova não deve ser utilizada até porque, para a plena alegria e comemoração do futebol e jogadores é melhor que os jogos sejam realizados no estádio de Pituaçu”, destaca.

Corte de árvores e mudança de atitude

É preciso, sim, defender cada árvore de nossa cidade, pois não podemos perder as poucas que ainda temos (em toda a Av. Itabuna, por exemplo, não se acha uma árvore sequer); nem cair na falácia de que “árvores foram plantadas”. É mentira! Não se planta árvores, planta-se mudas, que, se sobreviverem – o que é difícil ante as dificuldades naturais, o descuido e o vandalismo que sofrem – poderão se tornar árvores, mas somente daqui há 15 ou 20 anos.

Por Julio Gomes.

Nesta semana a cidade de Ilhéus viveu momentos de alvoroço, polêmica e até reação pública, ante o corte de diversas árvores na Avenida Soares Lopes, destruindo, além delas, os ninhos e desalojando centenas de pássaros, sobretudo maritacas, que nidificavam naqueles grandes vegetais. Conseguiu-se a admirável façanha de, rapidamente, a golpes de tratores e motosserras, causar grande e simultâneo prejuízo à flora e à fauna.

Como até as ações mais indesejáveis podem trazer algo de bom (veja-se, por exemplo, os avanços tecnológicos surgidos durante as guerras), houve um fato surpreendente e, nas proporções em que ocorreu, absolutamente inédito em nossa cidade: uma grande comoção popular contra o corte daquelas árvores, que ocupou intensamente as redes sociais durante toda a semana, resultando, entre outras ações, em um abaixo assinado e também em convocação para concentração pública – mesmo em tempos de pandemia – contra o infeliz ato da Prefeitura de Ilhéus.

Esta reação popular merece especial destaque, pois as gerações mais antigas sempre foram mestras em atribuir às árvores situadas em Ilhéus as mais tristes ações, acusando-as de sujar ruas, de entupir redes de águas pluviais, de quebrar calçadas e alicerces de edificações, de sujar e causar prejuízo em carros com as fezes de pássaros e galhos que delas caem. Confesso que nunca vi inofensivas árvores serem agraciadas com tanto protagonismo negativo como acontece em nossa cidade!

Desta vez, porém, foi diferente.

Seja pelo deprimente espetáculo das centenas de pássaros em desespero, esvoaçando sem rumo no espaço urbano após a perda irreparável de seus ninhos; seja porque aquilo que há cinquenta anos é dito nos meios de comunicação e nas escolas sobre as árvores finalmente tocou nossas almas, parece que descobrimos subitamente o que o mundo inteiro já sabia: que árvores quebram a aridez das cidades, que amenizam o clima, que permitem a existência de uma fauna urbana mais rica, que amenizam a paisagem e o espírito humanos com seu verde natural, que fornecem sombra benfazeja e tornam o ar mais leve e puro, enfim, que árvores são bem vindas e imprescindíveis para um espaço urbano moderno e melhor.

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