Vamos vacinar para reabrir tudo!

É dessa forma que todos os países do mundo, sem exceção, estão começando a superar os problemas gerados pela Covid-19, com vacinação em massa, e ponto final.

Por Julio Gomes.

Na manhã deste sábado, dia 16/01/2021, vi passar pelo Centro de Ilhéus um carro de som acompanhado de outros veículos particulares, formando um pequeno cortejo em que se pedia a reabertura das escolas e o reinício das aulas no Município de Ilhéus.

Sem nos estendermos por questões legais, decretos e normatizações advindas do Poder Público, tenho a dizer que é natural o anseio das pessoas pela volta às aulas, que faz parte do tão sonhado retorno ao que um dia chamamos de normalidade e que, neste momento, ainda nos parece uma distante utopia.

Confesso que também compartilho deste mesmo anseio pelo retorno às aulas. Mais ainda: sonho com o dia em que comércio e indústria voltarão a funcionar sem nenhuma restrição, com livre acesso para todos.

Igualmente, desejo andar pelas ruas sem a máscara que me incomoda, que me oprime, mas que uso com disciplina férrea, em respeito à minha vida e à vida das demais pessoas, porque entendo que não tenho o direito de expô-las a um mal mortal.

Por fim, anseio pelo dia em que voltarei a frequentar locais entupidos de pessoas, a termos carnaval, furdunço, abraços duplos e triplos e pulos de alegria em conjunto, daquele jeito que nós, brasileiros, tanto gostamos de fazer.

Entretanto, para que tudo isso ocorra, faz-se necessário uma providência urgente e insubstituível: que os brasileiros e brasileiras se vacinem em massa contra a Covid-19, algo que somente nós mesmos podemos fazer.

A solução para que a economia volte a funcionar, para que as escolas retomem as aulas, para que as pessoas possam se divertir e ganhar dinheiro no Carnaval, para termos estádios de futebol lotados e praias entupidas de pessoas, com cerveja, alegria e segurança passa, necessariamente, pela vacinação em massa.

É dessa forma que todos os países do mundo, sem exceção, estão começando a superar os problemas gerados pela Covid-19, com vacinação em massa, e ponto final.

Aqui no Brasil não será diferente. Embora cada um fale o que quiser – mesmo que suas palavras se configurem em crime contra a vida, a clamar pela devida responsabilização civil e penal – não cabem pronunciamentos antivacina, sobretudo para quem ama a vida e quer ver a economia voltar a funcionar plenamente.

Fica, pois, aqui uma humilde sugestão: ao invés de pressionar governos municipais, estaduais ou federal pela reabertura do comércio, retorno às aulas ou fim de restrições adotadas em função da Covid-19, que se concentrem os esforços em uma única frente: a vacinação em massa e imediata de toda a população brasileira!

Fora isso, é atacar o efeito sem combater as causas, é remar contra a maré da economia, da biologia e da sensatez. Fora da vacinação não há solução!

Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Blog do Gusmão.



3 responses to “Vamos vacinar para reabrir tudo!

  1. O que se vê nos países que estão vacinando em massa é a continuação do uso da máscara e do distanciamento social. Se o Sr. faz tanta questão da vacina que comece por você.

  2. Concordo com a matéria por completo, a pressa sempre foi a maior inimiga da perfeição..
    Estamos a assistir o caos em Manaus em outras cidades então que os governantes não aceitem imposições ou mesmo chantagem emocional. Vai passar pois tudo na vida passa.

  3. E já comprovaram a eficácia de alguma das vacinas?! Até onde sei, não se sabe quase nada, em eficácia, nulidade de transmissão aos vacinados, tempo de duração do efeito, efeitos colaterais, enfim, será obrigatório ainda o mesmo comportamento, distanciamento social, uso de máscaras, álcool, etc, etc, etc………. Nada muda com as vacinas por um longo tempo ainda. Mas há milhares de brasileiros morrendo por doenças coronarianas, todos os meses. A vacina por enquanto só garante efeitos político e financeiros. Minha opinião

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