Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 31 milhões

A Mega-Sena, acumulada, sorteia o prêmio de R$ 31 milhões nesta quarta-feira (21). As dezenas do concurso 2.181 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo.

De acordo com a Caixa, caso aplicado na poupança, o valor do prêmio poderia render aproximadamente R$ 115 mil por mês. Ele também é suficiente para adquirir dez apartamentos de R$ 3,1 milhões cada.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciado pela Caixa em todo o país. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50. Informações da Agência Brasil.

Vendas no comércio varejista baiano cresceram 5,2% em maio

Foto: Elói Corrêa/Secom-BA.

De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Comércio, analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), as vendas no comércio varejista baiano cresceram 5,2% em maio de 2019, quando comparado a igual mês de ano anterior. No varejo nacional, o volume de negócios expandiu apenas 1,0%, em relação à mesma base de comparação.

“O aumento das vendas do varejo na Bahia reflete muito as políticas públicas adotadas pelo Governo do Estado, uma vez que lideramos a geração de empregos formais no Nordeste em 2019. Esta geração de emprego ampliou as vendas de varejo exatamente nos segmentos que respondem pelo consumo das famílias, a exemplo dos artigos farmacêuticos, cosméticos, hipermercados e produtos alimentícios, dentre outros. Além disso, a Bahia é o segundo estado da federação que mais investe, principalmente em grandes obras, o que faz crescer o consumo de materiais de construção”, analisa o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

O resultado das vendas do varejo baiano em maio foi influenciado pelos estímulos da comemoração do Dia das Mães, mas também ao efeito-calendário, pois maio contou com um dia útil a mais do que em igual mês de 2018. Além da baixa base de comparação, uma vez que no ano passado o setor mostrou tímido desempenho refletindo os efeitos da paralisação dos caminhoneiros que afetou o volume de vendas do varejo no país. Outro fator que explica o comportamento do setor foi o aumento da ocupação, principalmente, dos empregos formais que no mês de maio aumentaram em mais de dois mil postos de trabalho.

Por atividade, os dados do comércio varejista do estado da Bahia, quando comparados a maio de 2018, revelam que cinco dos oito segmentos que compõem o Indicador do Volume de Vendas registraram comportamento positivo. Listados pelo grau de magnitude das taxas em ordem decrescente, têm-se: Combustíveis e lubrificantes (15,7%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (11,5%); Móveis e eletrodomésticos (7,3%); Tecidos, vestuário e calçados (4,0%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,6%); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,7%). No que diz respeito aos subgrupos, verifica-se que registraram variações positivas, Móveis (14,0%); Eletrodomésticos (4,2%); e Hipermercados e supermercado (1,3%).

Texto: Ascom-Seplan.

Medo do desemprego aumenta e satisfação com a vida diminui, diz CNI

Da Agência Brasil.

O medo do desemprego aumentou e a satisfação com a vida diminuiu entre os brasileiros. É o que revela a pesquisa da Confederação Nacional da Industria (CNI), divulgada hoje. O índice do medo do desemprego cresceu 2,3 pontos em relação a abril e alcançou 59,3 pontos em junho.

O indicador está acima da média histórica, que é de 49,9 pontos, mas está 8,6 pontos menor do que o registrado em junho de 2018. Segundo a CNI, o medo do desemprego vem aumentando desde dezembro do ano passado, quando atingiu o valor mínimo nos últimos cinco anos.

Para a entidade, a situação está um pouco melhor do que há um ano, mas, ainda assim, há uma certa frustração com o mercado de trabalho que, na verdade, reflete o fraco desempenho da economia. Em nota, a CNI afirma que “para reverter essa situação, é preciso, fundamentalmente, que o Brasil volte a criar empregos”.

De acordo com a pesquisa, o medo é maior entre as pessoas com mais de 45 anos de idade e com menor grau de instrução. Entre os brasileiros que têm entre 45 e 54 anos, o índice do medo do desemprego subiu 7,1 pontos frente a abril e ficou em 60,1 pontos em junho. Entre as pessoas cujo grau de instrução vai até a quarta série do ensino fundamental, o medo do desemprego aumentou 6,1 pontos na comparação com abril e atingiu 65,1 pontos em junho.

Os dados mostram ainda que o medo do desemprego é maior no Nordeste, onde o índice alcançou 66 pontos em junho. Já a região Sul apresenta o menor índice, 47,9 pontos, abaixo da média nacional.

Satisfação com a vida

A frustração dos brasileiros nestes primeiros meses de 2019 também aparece no índice de satisfação com a vida. O indicador caiu 0,5 ponto na comparação com abril e ficou em 67,4 pontos em junho, abaixo da média histórica de 69,6 pontos. Mesmo assim, está 2,6 pontos acima do verificado em junho de 2018.

A queda na satisfação com a vida é maior entre as pessoas que têm curso superior. Nesse estrato da população, o índice caiu de 71,4 pontos em abril para 68,6 pontos em junho.

De acordo com a CNI, o acompanhamento dos índices de satisfação com a vida e de medo do desemprego antecipa o que vai ocorrer com o consumo das famílias. Pessoas menos satisfeitas com a vida e com medo de perder o emprego tendem a reduzir o consumo, o que aumenta as dificuldades de recuperação da economia.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 20 e 23 de junho.

Nem todos os economistas se rendem

Texto publicado no site Outras Palavras.

Entidade a ser lançada em Brasília sustenta: “pensamento único” será superado. Papel da profissão é pensar caminhos para garantir bem-estar, igualdade e projetos que resgatem país do atraso e dependência.

 

Por Paulo Kliass.

Dia sim, outro também, os grandes meios de comunicação oferecem alguma manchete para seus leitores afirmando que “os economistas” pensam isso ou propõem aquilo. Nossos jornalões e as redes de televisão não se cansam de se apoiar na suposta narrativa técnica, neutra e isentona dessa entidade inatingível chamada de “os economistas” para oferecer suporte para medidas de política econômica de inspiração conservadora. Em geral, diga-se de passagem, trata-se de decisões a respeito das quais a maioria do povo nem imagina a natureza e muito menos as consequências.

Já falei e escrevi milhares de vezes a respeito de tal falácia. Não existe apenas uma única visão a respeito do fenômeno econômico. A economia não é uma ciência ou um campo do conhecimento que possa ser tratado como pertencendo ao ramo das chamadas “ciências exatas”. Muito pelo contrário! A economia é uma ciência social, um filão das tais “ciências humanas”, essas mesmas que o capitão considera desnecessárias e que pretende inviabilizar em nossas universidades a partir de agora.

Como muitas vezes a expressão final das movimentos da dinâmica da economia surge sob a forma de números, os mal intencionados tendem a tratá-la como algo unânime e tecnicamente consensual. No entanto, os resultados de variáveis como índice de inflação, taxa de câmbio, mensuração do Produto Interno Bruto (PIB), taxa de salários, reservas internacionais, balança comercial, superávit primário e tantos outros não têm quase nada de técnico em sua definição ou apuração.

Economia política ou apenas economia?

Pouco gente comenta, mas os famosos economistas clássicos como Adam Smith, David Ricardo e Karl Marx tratavam sua área de estudo e pesquisa como sendo “economia política”. Ocorre que, aos poucos, a corrente de economistas mais ligados à tradição anglo-americana no século XX promoveu a sutil subtração do adjetivo “política” dessa expressão. Com isso, a antiga “political economy” transformou-se simplesmente em “economics”. Ao retirar o segundo termo imaginavam que tudo ficaria mais fácil, pois essa coisa de “política” só faz complicar a vida das pessoas.

Toda segunda-feira as editorias de economia em nossas terras abrem suas colunas afirmando que “os economistas” preveem menor crescimento do PIB ou maior taxa de inflação. No entanto, quase nunca explicam que se trata de uma pesquisa encomendada pelo Banco Central (BC) junto à nata do dos dirigentes do sistema financeiro para avaliar a política econômica do governo e as expectativas desse seleto grupo para algumas variáveis relevantes da economia. Assim, fica evidente que a Pesquisa Focus não reflete o pensamento dos economistas em seu conjunto. Na verdade, há muito tempo que a maioria desses profissionais reclamamos por mudanças nesse modo de o BC avaliar a política monetária. Por que não incluir, por exemplo, na amostra da pesquisa professores universitários e pesquisadores de centros independentes dos interesses do financismo?

Em geral, os integrantes do “establishment” tem horror ao debate e à polêmica. Assim, preferem ficar isolados na ilha do conservadorismo da ortodoxia e evitam que vozes dissonantes tenham acesso aos meios de comunicação. Esse é o caso dos momentos em que se propõem ajustes fiscais às custas da maioria da população, como se não houvesse outras formas de se promover algumas mudanças nos rumos da economia. São típicos os momentos de busca de apoio desesperado às medidas de política monetária arrochada, onde a nossa taxa de juros ficou no patamar de campeã mundial sem nenhum tipo de espaço para questionamento no interior da nata das finanças.

Contra a voz única do conservadorismo ortodoxo!

Manipulação de dados e informações revelou-se como prática rotineira na tentativa de obter algum grau de apoio às medidas antinacionais, antipopulares e antidemocráticas. Ao envelopar o saber econômico com o véu da coisa técnica e inacessível, as elites evitaram a ampliação do debate a respeito dos rumos do país para o conjunto da população. No entanto, acabaram por entregar o poder de decisão a um reduzido grupo de profissionais umbilicalmente vinculados a uma parcela das nossas classes dominantes – os arautos do financismo.

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Sancionada lei para renegociação de dívidas do Baneb cedidas à Desenbahia

O governador Rui Costa sancionou lei que autoriza a repactuação de dívidas oriundas de operações de crédito contratadas com o extinto Banco do Estado da Bahia S.A. (Baneb), cedidas à Agência de Fomento do Estado da Bahia S.A. (Desenbahia).

A Lei Nº 14.096/19, publicada em 29/05 no Diário Oficial, oferece descontos significativos para quitação das operações. O desconto é aplicado sobre o valor principal da dívida, dispensando cobrança de multa e juros de mora, e varia de acordo com o saldo devedor do mutuário, conforme demonstrado na tabela abaixo:


O pagamento pode ser realizado à vista, ou parcelado em até 24 meses, com incidência de taxa de juros fixa de 15% ao ano.

“A Assembleia aprovou e o governador sancionou essa importante lei, que proporciona um grande benefício aos mutuários. As pessoas devedoras continuam a procurar a Desenbahia para resolver seus débitos de financiamentos do Baneb, que são bastante antigos, das décadas de 80 e 90. São cerca de 14 mil mutuários que podem negociar suas dívidas e terão agora a oportunidade de ficar adimplentes e livres de restrições, aproveitando os grandes descontos”, explicou o presidente da Desenbahia, Francisco Miranda.

Como proceder

1) O cliente que contratou a operação (pessoa física ou jurídica), ou seu procurador, deve enviar um e-mail com a solicitação de renegociação para correiocobranç[email protected], informando nome e CPF, ou razão social e CNPJ da empresa, telefone celular e fixo e e-mail para contato.

2) Após análise das possibilidades de renegociação ou liquidação, um analista da Desenbahia entrará em contato para esclarecer as opções e solicitar os documentos necessários para formalização do pleito, além do Termo de Adesão a Lei 14.096/19.

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Mais de 26 mil MEI devem entregar Declaração Anual no Sul da Bahia

A declaração é gratuita e obrigatória. Atendimento especializado é oferecido em Ilhéus e Itabuna.

O Sul da Bahia possui 26.172 microempreendedores individuais que precisam entregar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-Simei) até sexta-feira, 31. Os dados são da Receita Federal, que registrou, no primeiro trimestre de 2019, 1.547 novos MEI na região.

Para auxiliar o contribuinte na regularização, o Sebrae está com atendimento especializado das 9h às 13h e das 14h às 17h, nas agências de Ilhéus e Itabuna.

Em Itabuna, o Sebrae fica na Rua Paulino Vieira, 175, Centro. Já em Ilhéus, os empreendedores podem buscar atendimento na Avenida Osvaldo Cruz, 74, Edifício Premier Business Center, loja 5, Térreo, Cidade Nova. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (73) 3613-9734 (Itabuna) e (73) 3634-4068 (Ilhéus).

A declaração é gratuita e obrigatória, e deve conter o faturamento bruto registrado pela empresa em 2018, além de informar se houve contratação de funcionário. Ao declarar as informações, o MEI mantém resguardados os benefícios garantidos pela formalização, como a emissão de notas fiscais, isenção de tributos, aposentadoria, auxílio-doença e salário maternidade.

Estão aptos a declarar todos que estavam inscritos até 31/12/2018, independentemente de estarem inadimplentes, e até mesmo aqueles que estão recebendo o benefício do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS. Caso o segurado não informe os dados a Receita Federal, ele pagará multa de R$ 50, e corre o risco de ter o CNPJ cancelado.

Inadimplência

Dados da Receita Federal, referente ao mês de março desse ano, apontam que a Bahia registrou uma inadimplência de 49,75 %. Na região Sul da Bahia, o município com maior número de inadimplentes é Aurelino Leal com 64,92%, enquanto Itajuípe registrou o menor número de devedores, com 38,67%.

O gerente adjunto do Sebrae, Michel Lima, explica que no caso de inadimplência, o MEI pode solicitar após a declaração, o parcelamento do débito em até 60 vezes, desde que a parcela mínima seja de R$ 50. Ele lembra ainda que “o limite para declaração é de R$ 81 mil anual ou proporcional de R$ 6.750 mensal, para aqueles que se inscreveram a partir de fevereiro de 2018”.

A DASN-Simei também pode ser feita na Sala do Empreendedor, nas prefeituras municipais ou pela Internet, no Portal do Empreendedor. Informações da Agência Sebrae de Notícias Bahia.

Nota Premiada beneficia 528 entidades com repasses de R$ 13 milhões

Entidades Filantrópicas são apoiadas pela Nota Premiada Bahia do Governo do Estado Na foto: Abrigo São Gabriel | Foto: Elói Corrêa/GOVBA

O simples ato de realizar uma compra e solicitar a nota fiscal ao estabelecimento comercial pode ser convertido em solidariedade e apoio a entidades filantrópicas.

É a partir dessa premissa que o programa Sua Nota é um Show de Solidariedade contempla 528 instituições de toda a Bahia. Em 2018, a gestão estadual repassou R$ 13,9 milhões, por meio da campanha Nota Premiada Bahia, às entidades cadastradas no programa.

O superintendente de desenvolvimento da gestão fazendária da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz), Félix Mascarenhas, explica que o cadastro de novas instituições pode ser realizado em qualquer época do ano.

“O programa Sua Nota é um Show de Solidariedade hoje está vinculada à Nota Premiada Bahia. No momento que o consumidor realiza o cadastro no site da campanha, ele escolhe duas instituições: uma da área de saúde e outra ligada ao social. Toda vez que ele solicita a inclusão do CPF na nota fiscal, as instituições recebem essa doação de forma eletrônica”.

Mascarenhas acrescenta que “no final do quadrimestre, a depender do número de notas registradas para cada entidade, elas receberão uma doação de até R$ 3 milhões.

O cadastro de novas entidades pode ser feito por meio de solicitação à Secretaria de Justiça, se for da área social, e à Secretaria da Saúde, se for deste segmento”.

Os critérios de seleção podem ser consultados no regulamento do programa, que está disponível no site da Sefaz.

Sessão especial em defesa do Banco do Nordeste acontece dia 29 na ALBA

Sessão foi proposta pelo deputado estadual Eduardo Salles (PP). Foto: Ascom.

Evitar a fusão entre o BNB (Banco do Nordeste do Brasil) e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) proposta pela equipe econômica do governo federal será a pauta principal da sessão especial proposta pelo deputado estadual Eduardo Salles(PP). O evento acontece dia 29 de abril, a partir das 9h, no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia.

“A proposta de fusão é um equívoco porque as duas instituições têm funções diferentes e a junção vai, sem dúvida nenhuma, asfixiar a economia do Nordeste”, reclama Eduardo Salles.

“O BNB é o operador do FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste) e tem como missão contribuir com a redução da desigualdade do Nordeste às outras regiões brasileiras. Participa ativamente do fomento à agropecuária, agricultura, microcrédito aos micro e pequenos empresários e investimento estratégico na infraestrutura. Já o BNDES não trabalha especificamente com o Nordeste e atua por setor de atividades”, explica o parlamentar.

Eduardo Salles lista que em 66 anos de vida o BNB jamais apresentou qualquer balanço negativo, mesmo com sua função social, é o maior banco de desenvolvimento regional da América Latina, opera o maior programa de microcrédito produtivo orientado da América do Sul e é responsável pela produção de pesquisas e estudos econômicos voltados à dinamização da economia regional.

Na Bahia, apenas em 2018, o BNB injetou R$ 8,1 bilhões, o que equivale a 20% de todo o orçamento anual do Estado.

“Some a estes números o maior patrimônio do BNB: seus funcionários. São 7.000 profissionais que atendem quatro milhões de clientes ativos em 1990 municípios, 1.262 na região semiárida, atendendo 26 milhões de habitantes, e conhecem como poucos a realidade nordestina. Apenas no ano passado foram quase cinco milhões de operações, movimentando R$ 43,5 bilhões na região”, diz o deputado.

No início de abril, em Fortaleza, representando o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Nelson Leal, Eduardo Salles participou da implantação da Frente Parlamentar Nacional em Defesa do BNB.

“Como brasileiro, nordestino, baiano e represente do povo, estou junto na luta para que não se cometa este equívoco contra o BNB. Defendo ainda o fortalecimento da SUDENE (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca) e CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco), fundamentais para o desenvolvimento do Nordeste”, concluiu o parlamentar.   

Quer economizar energia elétrica? Então conheça a tarifa branca

Imagem: Falando a Verdade/reprodução.

Desde 1º de janeiro de 2018 entrou em vigor a Tarifa Branca. Com ela, a energia elétrica consumida fora do horário de pico será mais barata, mas a população deve avaliar muito bem o seu perfil de consumo antes de aderir à nova opção, pois, se mal utilizada, pode gerar aumento na conta de luz, em vez de economia.

Desde 1º de janeiro de 2019, unidades consumidoras com média anual de consumo mensal superior a 250 kWh podem aderir à nova tarifa. Em janeiro de 2020, todas as unidades consumidoras poderão aderir à Tarifa Branca.

A medida não valerá para os grandes consumidores, como as indústrias, nem para quem é incluído na tarifa social de energia. Também não se destina à classe de iluminação pública.

A intenção da Tarifa Branca é racionalizar o consumo nos horários de ponta e estimular a utilização nos períodos de baixa demanda. Alguns eletrodomésticos que representam um alto consumo, como chuveiros elétricos e climatizadores de ar (ar-condicionado e aquecedor) costumam ser acionados pelas pessoas ao chegarem em casa, no fim do dia. Então, nem todos conseguirão reduzir a utilização nos horários em que a tarifa é mais cara. O consumidor tem que ficar atento a esses detalhes e analisar bem antes de tomar a sua decisão.

Para auxiliar os clientes a entender o que é a Tarifa Branca e ajudá-los na tomada de decisão, a COELBA disponibilizou em seu site cartilhas explicativas sobre o tema. Também a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) preparou uma cartilha sobre a Tarifa Branca, assim como a Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel.

Nos dias úteis, o valor da Tarifa Branca irá variar em três horários: de ponta, intermediário e fora de ponta. De acordo com a Aneel, a COELBA têm os seguintes horários:

DE PONTA – das 18h às 20h59;

INTERMEDIÁRIO – das 16h às 17h59;

FORA DE PONTA – das 21h até 15h59.

Nos feriados nacionais e finais de semana, o modelo de cobrança da tarifa branca será considerado fora de ponta. O consumidor poderá fazer a solicitação da sua adesão junto à concessionária de energia que atende a sua cidade. Após análise do pedido, a concessionária tem 30 dias para fazer a troca do medidor de energia, no caso de unidades consumidoras já existentes, ou nos prazos e procedimentos padronizados para casos de novas solicitações de fornecimento.

Caso o consumidor queira reverter a medida e retornar à Tarifa Convencional, ele pode solicitar à distribuidora que irá providenciá-la no prazo de até 30 dias. Mas vale registrar que este consumidor só poderá solicitar uma nova adesão à Tarifa Branca após 180 dias do retorno à Tarifa Convencional.

A distribuidora será responsável pelos custos de aquisição e instalação dos equipamentos de medição necessários ao faturamento da Tarifa Branca. Porém, o consumidor é responsável pelos custos decorrentes de eventuais alterações no padrão de entrada de sua unidade consumidora.

É importante que o consumidor seja consciente e, antes de optar pela Tarifa Branca, faça uma análise profunda de seus hábitos de utilização da energia elétrica ao longo do dia, comparando-os com os períodos de ponta e intermediário definidos pela Aneel.

Vale ainda registrar que a Tarifa Branca nada tem a ver com as bandeiras tarifárias (verde, amarela e vermelha patamares 1 ou 2). Estas, por sua vez, indicam se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade no país. A definição da bandeira tarifária do mês seguinte é publicada pela Aneel ao final de cada mês, sendo compulsória para todos os clientes.​

Com informações do site da Coelba.

Assista reportagem da Rede Globo sobre o assunto.

CENOE REPRESENTA ILHÉUS NO 7º FÓRUM EMPRESARIAL DA BAHIA

A 7ª edição do Fórum Empresarial da Bahia começa hoje, 09, e vai até o próximo domingo, 11, no Hotel Transamérica localizado na Ilha de Comandatuba,  em Una.

Neste ano, o tema do evento é o “Capitalismo Consciente”, e tem por objetivo reunir as principais lideranças empresariais do país, a fim de intensificar e fomentar debates sobre politica econômica, gestão empresarial, responsabilidade social, desenvolvimento das empresas, das cidades e das pessoas.  O evento é o principal encontro de lideranças empresariais. Uma das premissas é a reconstrução da Bahia e do Brasil.

Ilhéus será representada pelo médico oftalmologista Antônio Nogueira Formiga, sócio fundador do CENOE Hospital de Olhos. Dr. Antônio vai realizar uma palestra no sábado, 10, com o tema “Crescendo na Crise”, onde contará um pouco da sua história como empreendedor, traçando um paralelo entre a crise econômica que assola o nosso país e os desafios para crescer neste cenário. 

“Faço questão de fazer parte de debates que possam promover o desenvolvimento da região em que atuo.  Será uma honra passar um final de semana com grandes líderes. É um momento para troca de ideias, relacionamento e grande aprendizado”, disse Antônio Nogueira.

CAIXA PARTICIPA DA SEMANA NACIONAL DO CRÉDITO

Micro e pequenas empresas terão condições diferenciadas na contratação de crédito e renegociação de dívidas

A CAIXA participa, durante todo o mês de novembro, da Semana Nacional de Crédito, evento voltado para atendimento das micro e pequenas empresas. Serão disponibilizadas ofertas nas linhas de capital de giro e pagamento de 13º, de contratação de crédito para necessidades urgentes, de ampliação do negócio, além de facilidades para pagamento de dívidas com o banco

Para capital de giro, pagamento de 13º e Crédito Especial CAIXA foram disponibilizadas taxas de juros a partir de 0,83% a.m. Na modalidade voltada para investimento e ampliação do negócio, é possível contratar com até um ano de carência. Além disso, os empresários contarão com facilidades na renegociação de dívidas, com dispensa dos juros de até duas parcelas em atraso.

Segundo o vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital, Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa, a participação da CAIXA no evento reforça a imagem do banco como principal parceiro das micro e pequenas empresas. “Será ofertado aos micro e pequenos empresários um pacote completo de atendimento, que inclui desde condições especiais para contratação de crédito e regularização de dívidas até oficinas sobre gestão financeira do negócio”, explica.

Semana Nacional de Crédito:

O evento reúne as principais instituições financeiras do país e órgãos como o Sebrae, a CNI e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), com o objetivo de prestar atendimento qualificado aos micro e pequenos empresários, tanto por meio da oferta de condições diferenciadas para contratação de crédito e regularização de dívidas quanto por meio de seminários e oficinas sobre como fazer uma gestão eficiente nas empresas.

A Semana Nacional do Crédito foi concebida no Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, espaço de interlocução entre o Governo Federal e as instituições nacionais de apoio e representação das Micro e Pequenas Empresas, que tem por finalidade orientar e assessorar a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços na formulação da política nacional de apoio e desenvolvimento das MPE, bem como acompanhar e avaliar a sua implantação.

FLORESTA PRESERVADA VALE MAIS QUE TERRA DESMATADA, DIZ ESTUDO

Foto: Carl de Souza/ O Globo/Reprodução.

Cerca de 40% dos produtos farmacêuticos dependem da riqueza biológica desses biomas brasileiros.

Reportagem do site de O Globo publicada no dia 28 de outubro.

Em meio ao debate de ruralistas e ambientalistas levantado por declarações do candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro [hoje presidente eleito], no sentido de enfraquecer o licenciamento ambiental e a fiscalização do Ibama, estudos indicam que a floresta em pé vale bem mais do que a terra desmatada. Análises do economista Bernardo Strassburg, diretor do Instituto Internacional para a Sustentabilidade e professor da PUC-Rio, mostram que os serviços ambientais proporcionados pela Amazônia e pelo Cerrado geram mais recursos econômicos que a substituição da vegetação nativa por culturas como a soja ou a pecuária.

São chamados serviços ambientais — ecossistêmicos, no jargão técnico — a oferta de água, a regulação do clima, a manutenção da fertilidade do solo, a prevenção da erosão e a polinização das culturas. Pelos cálculos de Strassburg, um hectare de floresta em pé na Amazônia presta serviços precificados em R$ 3.500 por ano. No Cerrado, a vegetação gera de R$ 2.300 anuais. O mesmo hectare desmatado para a pecuária daria um lucro de R$ 60 a R$ 100 por ano. Se usado para soja, o valor será de R$ 500 a R$ 1 mil por ano. Outros serviços que podem ser precificados, mas não estão nesse cálculo, são o impacto na saúde, o turismo e a biodiversidade em si. Cerca de 40% dos produtos farmacêuticos dependem da riqueza biológica desses biomas brasileiros.

O estudo do valor do capital natural surgiu nos anos 1980 e amadureceu ao ponto de ser usado para fundamentar negócios hoje em dia. Do ponto de vista do país, não faz o menor sentido desmatar mais do que já foi feito até hoje, assegura Strassburg, único integrante brasileiro do painel de valoração do capital natural da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, com 127 países membros. O Brasil tem mais de 50 milhões de hectares em terras degradadas e sem uso.

A questão é que os serviços ambientais são benefícios para o agronegócio de forma geral e para toda a sociedade, numa perspectiva de longo prazo. Já os ganhos da pecuária e agricultura são imediatos e vão diretamente para o bolso do proprietário de terra, o que aumenta a pressão pelo desmatamento. Mas existem formas de compensar. Há pagamentos por serviços ambientais e mecanismos de compensação em tratados internacionais, como o Acordo de Paris.

Restrições comerciais

O Fundo Amazônia, por exemplo, capta doações para o combate ao desmatamento no Brasil. Petrobras, Noruega e Alemanha são os principais doadores e os valores oscilam em função do tamanho da área desmatada no país — quanto menor, maiores os recursos. Em dez anos, o fundo recebeu US$ 1,2 bilhão. Strassburg observa que a Noruega acena com a ampliação das doações para o Cerrado, que entrou no radar dos investidores internacionais devido à pressão da expansão das commodities agrícolas.

— É o governo brasileiro que decide para onde esse dinheiro vai, não há ingerência estrangeira. Hoje é usado, principalmente, em unidades de conservação e monitoramento. Mas também poderia, se o governo quisesse, ser empregado em parte para compensar proprietários de terra que abrissem mão de desmatar áreas legais — diz o economista.

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DESTRUIÇÃO DE FLORESTAS VAI CAUSAR PREJUÍZOS À ECONOMIA, ALERTA CIENTISTA

Carlos Nobre. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo.

Enfraquecer a conservação do meio ambiente prejudicará a economia e as ambições de política internacional do Brasil, alerta o climatologista Carlos Nobre em entrevista ao site de O Globo.

Nos últimos meses, a campanha eleitoral trouxe à tona assuntos polêmicos como a saída do Brasil do Acordo de Paris (o tratado mundial do clima), a forma de atuação dos fiscais do Ibama no combate aos desmatadores e os prazos para o licenciamento ambiental. Outro tema controverso, levantado pelo candidato Jair Bolsonaro (PSL) , é a fusão do Ministério do Meio Ambiente com o da Agricultura. Para Nobre, membro das academias de Ciências do Brasil e dos Estados Unidos, ex-diretor da Capes e do Inpe e um dos mais renomados especialistas em mudanças climáticas do mundo, a condução desses temas de forma errada pode impactar negativamente a economia brasileira.

Clique aqui para ler a entrevista.

ASSOCIAÇÃO REALIZA ENCONTRO DAS MICROEMPRESAS E EMPREENDEDORES INDIVIDUAIS

A AMPESB promove no próximo sábado, 20, no auditório do Colégio Ação Fraternal (Itabuna), o Encontro Regional da Microempresa e dos Empreendedores Individuais.

A abertura será as 13h30 e o evento é direcionado a pequenos e microempresários, empreendedores individuais, pequenos produtores da agricultura familiar, presidentes de entidades do segmento empresarial da região, estudantes universitários e de cursos profissionalizantes, técnicos, e novos empreendedores de pequeno e médio porte.

A programação terá palestras técnicas e motivacionais. Os diretores da AMPESB (Associação da Micro, Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais do Estado da Bahia) estimam a participação  de 300 pessoas.

Mais informações: [email protected] 73 99178-3684 e 98886-1436 ZAP.

SEBRAE OFERECE 540 VAGAS DE CAPACITAÇÕES EM ITABUNA E ILHÉUS

Semana do MEI em Itabuna. Foto: Mauricio Maron.

O Sebrae está com inscrições abertas para 540 vagas de capacitações. O objetivo é capacitar os micro e pequenos empreendedores nas atividades de gestão do próprio negócio. Na programação, estão previstos consultores especializados nas áreas de gestão de conflitos, finanças, estoques, tempo, clínicas médicas e planejamento. Os interessados já podem se inscrever na Loja Virtual do Sebrae ou pelos telefones (73) 3613-9734 / (73) 99974-2262, em Itabuna, e (73) 3634-4068 / (73) 99974-2263, em Ilhéus.

As capacitações tiveram início na segunda-feira, 1º, em Itabuna, com as atividades da Semana Municipal do Microempreendedor Individual, e continuam nesta quinta-feira, 4, das 13h às 17h, na unidade do Sebrae Ilhéus, com a oficina Pratique Gestão de Tempo para Microempresas. A mesma atividade acontece no próximo dia 9, das 18h às 22h, na agência do Sebrae em Itabuna.

Ainda em Itabuna, acontece a oficina Quero Ser MEI, nesta sexta-feira, 5, das 9h às 12h. Já no período da tarde, das 14 às 17hs, especialistas estarão oferecendo orientações atualizadas de mercado sobre “Como planejar o seu negócio”. A mesma programação será realizada em Ilhéus, no dia 19, das 13 às 17hs e será repetida no dia 26, em Itabuna, das 14h às 17h.

Com o objetivo de despertar para o potencial empreendedor e influenciar nas escolhas certas, será realizada a oficina SEI Empreender, em Ilhéus, no dia 15, das 13h às 17h. No dia seguinte, 16, também em Ilhéus, acontece a palestra sobre a importância do atendimento humanizado em clínicas médicas, das 19h às 21h. O encontro será conduzido pela consultora e instrutora nas áreas de planejamento e gestão estratégica, Érika Barreto.

Já em Itabuna, acontece a oficina gratuita sobre Gestão de Conflitos nas empresas, no dia 16, das 18h às 22h, com a assistente social, Ana Paula Refosco, destinado aos proprietários e gerentes de micro e pequenas empresas. Na programação gratuita, em Ilhéus, ainda está prevista a Clínica Tecnológica sobre processos logísticos e modelos de gestão de estoques, no dia 25, das 19h às 21h.

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