GEDDEL ENTREVISTA FHC

O ex-ministro da Integração Nacional e atual vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica, Geddel Vieira Lima, publicou em seu blog (clique aqui) neste final de semana uma entrevista com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Na conversa, que foi gravada no Instituto que leva seu nome, FHC falou do legado de seus oito anos de governo, da relação com o ex-presidente Lula e com Dilma Rousseff, da crise econômica internacional, da importância das redes sociais no mundo moderno, da crise dos partidos brasileiros e de suas perspectivas para o futuro aos 80 anos de idade.

A entrevista foi dividida em quatro partes, confira os demais vídeos abaixo. 

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FHC ELOGIA DILMA, MAS CRITICA LULA

FHC é só elogios a Dilma.

Em mais uma demonstração de afinidade com a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso publicou ontem (sexta-feira, 23), em seu blog, texto em que elogia a postura dela diante da corrupção no governo.

Para o tucano, enquanto Dilma diz não aceitar irregularidades sem punições, seu antecessor no cargo, o ex-presidente Lula, tentava “permanentemente” minimizar casos de irregularidades em seu governo.

No texto, FHC ainda elogia as manifestações anticorrupção que “começam a ganhar corpo” e defende que o país adote o voto distrital. A medida, segundo ele, seria uma forma de diminuir custos das campanhas, uma das “causas (ou pretextos) para a roubalheira”.

Informações da Folha de São Paulo.

FHC LANÇA SITE PARA DISCUTIR POLÍTICA

O ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso entrou de vez na internet, com um portal destinado ao debate.

Ele lançou o site Observador Político, pra “olhar, participar e espalhar informação”.

A página funciona como um portal de artigos e debates, com espaço para discutir propostas políticas e econômicas. Além de ter um pé nas redes sociais Twitter e Facebook, onde a meta é aglutinar um milhão de usuários e um reunir vários blogueiros e especialistas para debater política.

Clique aqui para visitar o site.

LULA E FHC NO DEBATE DA REFORMA POLÍTICA

Os ex-presidentes da república Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva foram convidados a contribuírem de forma prática no debate da Comissão de Reforma Política.

Os dois afirmaram que tem interesse em participar de audiências públicas da comissão, porém em dias diferentes, para evitar faíscas. As sessões com os ex-presidentes podem acontecer nos próximos 15 dias.

Informações do site Bahia Press

FHC PROPÕE 3º ROUND À LULA

Em entrevista ao programa “Começando o Dia”, que estreou na rádio Cultura FM, nesta segunda-feira (18), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) colocou em jogo a enorme popularidade do também ex-presidente Lula.

FHC disparou: “Ele se esquece que eu o derrotei duas vezes. Quem sabe ele queira uma terceira. Eu topo.”

Informações da Folha de SP

NÃO SOU IDIOTA PARA ESQUECER O “POVÃO”, DIZ FHC

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso diz que foi mal interpretado no artigo de sua autoria, divulgado pelo PSDB.

No texto, o presidente de honra do partido diz que se os tucanos persistirem em disputar com o PT a influência sobre os movimentos sociais ou o “povão”, o partido falará sozinho.

FHC afirmou que se não fosse pela atenção dada ao “povão” ele não teria vencido Lula por duas vezes em primeiro turno.

Ele reiterou que o partido precisa ter uma mensagem com estratégia de futuro para Brasil, seja na classe média ou com as mais pobres. Ressaltou que a oposição precisa ir às ruas. Segundo ele, “agora boa parte do que o PT chama de povão, está mais cooptada pelo clientelismo, tem mais dinheiro no bolso.”

Para o ex-presidente, o PSDB tem que ter um discurso que mexa com essa nova definição de status social, criada no governo Lula.

Quando questionado sobre os 100 dias de governo de Dilma Rousseff, FHC foi taxativo e afirmou que essa avaliação é mais uma ficção, em três meses não há muito o que fazer, nem o que avaliar.

FHC NÃO VAI PARA ABL

Dessa vez, não vai dar para FHC. Apesar de o nome do ex-presidente ter sido cogitado para assumir uma vaga na Academia Brasileira de Letras (ABL), a disputa pela cadeira do padre Fernando Bastos de Ávila já foi fechada.

As inscrições se encerraram em 11 dezembro e há apenas dois candidatos: Marco Lucchesi e Gilberto Mendonça Telles.

A eleição será no dia 3 de março. Lucchesi é apontado como o favorito.

Informações do Poder Online.

QUE PAÍS QUEREMOS?

De Rubens Barbosa para o Estadão

Um novo governo estará dando seus primeiros passos a partir de 1.º de janeiro, com novos desafios e novas esperanças.

O Brasil transformou-se profundamente nos últimos 16 anos. Se pudéssemos sintetizar em poucas palavras o ocorrido, o País modernizou-se com FHC e foi iniciado o processo de redução das desigualdades regionais e individuais com Lula.

O mundo igualmente passa por grandes mudanças. A Ásia emerge como o centro dinâmico das atividades econômicas e comerciais. O Pacífico substitui o Atlântico como polo dinâmico de crescimento e os países emergentes, nos próximos cinco anos, serão responsáveis por mais de 50% do PIB global.

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PARA LULA, RECONCILIAÇÃO COM FHC É POSSÍVEL

FHC e Lula

Durante o café da manhã com a imprensa no Palácio do Plantalto, o presidente Lula foi questionado sobre a reconciliação com o ex-presidente, Fernando Henrique. O presidente respondeu que é preciso analisar os números entre os dois governos.

“Acho que é possível (a reconciliação). Sou um homem que não leva para casa as divergências. A relação de amizade continua a mesma. Mas é preciso entender que os tucanos são os principais adversários do governo e é normal que haja acirramento na relação”. “E sempre tem a chatice dos números. Cada um que analise do jeito que quiser”, disse, de forma irônica.

Lula ainda lembrou que  apoiou a candidatura de Fernando Henrique para o Senado, nas eleições de 1978, por São Paulo. “Eu que o procurei para ser candidato ao Senado”, disse. Lula ressaltou que é possível eles voltarem ser amigos. “Espero que a recíproca seja verdadeira”, completou.

Com informações do Limão.

PROGRAMA DO PT ATRAPALHOU ESTRATÉGIA DE SERRA DE EVITAR FHC

Por Vitor Hugo Soares para o Terra Magazine.

Quinta-feira passada foi um 13 de Maio para não esquecer na política brasileira. Não pelos atos e fatos relacionados com a data histórica em si, destinada a recordar a longa luta contra a escravidão e a discriminação racial no País, ofuscada pela movimentação dos dois principais pré-candidatos à Presidência da República, em situações diferentes mas destinadas a levantar poeira e polêmica por alguns dias, pelo menos enquanto a seleção de Dunga não entra em campo.

Mais cedo foi a movimentação de José Serra, do PSDB, em seu “tour” nordestino (campanha é palavra que o candidato recusa) por Pernambuco. Na Rádio Jornal do Comércio – famosa por falar para o mundo desde o tempo em que o grande Antonio Maria andava por seus estúdios – o tucano até arriscou alguns versos do samba canção “Fim de Caso”, de Dolores Duran, clássico da criativa e explosiva fase de rompimento de Dolores com o notável compositor e cronista pernambucano.

Isso tudo entre um elogio e outro do tucano ao presidente Lula em cada entrevista, encontro ou esquina do Recife por onde Serra passou. O pré-candidato do PSDB fez mais: proclamou Lula como “cidadão acima do bem e do mal” e ainda prometeu, se eleito, tocar adiante todas as obras em andamento do governo petista, incluindo a polêmica transposição das águas do Rio São Francisco, cantiga cara, problemática desde o tempo do Império, e que não soa maviosa aos ouvidos de todos os nordestinos.

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ARTIGO DE FHC: A HORA DA UNIÃO

Artigo de Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da república, publicado neste domingo (04 de abril).

A visão de futuro mostra quem é verdadeiramente líder. No auge das lutas pela volta às eleições diretas e pelo fim do autoritarismo, três personagens, cada qual à sua maneira, foram decisivos para que conseguíssemos mudar o rumo do país. Não foram os únicos. Muita gente se empenhou desde a campanha das Diretas Já com o mesmo propósito. Nem se deve esquecer o papel desempenhado pelas grandes greves do ABC e por seus líderes. Mas, a partir da derrota da emenda Dante de Oliveira, quando se colocou a possibilidade de derrotar o candidato do Sistema utilizando-se o próprio Colégio Eleitoral, a condução do processo passou a depender de Ulysses Guimarães, Franco Montoro e Tancredo Neves.

Houve hesitação sobre o que fazer. Fiz um discurso no Senado trocando o lema Diretas Já por Mudanças Já, com a convicção de que poderíamos derrotar os donos do poder. Foi difícil para Ulysses Guimarães tragar a dose e aceitar as eleições indiretas, ele que fora o anticandidato em 1974 e cujo nome se identificava com as eleições diretas. Foi mais difícil ainda, uma vez deslanchado o processo de conquista de votos no Congresso, unir a oposição em torno de um nome.

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SEM MEDO DO PASSADO

Artigo do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que, se a oposição ganhar, será o caos.

Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá: “o Brasil sou eu!” Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

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