De Bolsonaro a Rui Costa: entre pintos, pepecas, tchutchucas e malvadezas!

 

Diante desse cenário, não sei o que está sendo pior: vê Bolsonaro fazer o que prometeu, ou assistir Rui desvirtuar-se programaticamente das pautas mais importantes da esquerda.

 

 

 

Por Caio Pinheiro.

Prevaricações, intrigas, teorias conspiratórias, achismo oportunos e ideologismo barato, constituem o modus operandi de Bolsonaro e seus asseclas. Dirigindo o país há quase um ano, o governo da “nova política” asfixia-se no mar de promessas inexequíveis, quer seja pela sua inviabilidade política, institucional ou constitucional. As grandes questões nacionais ainda não foram enfrentadas. Para camuflar sua completa inoperância administrativa e jogar uma cortina de fumaça na corrupção do clã Bolsonaro, a exemplo do caso Queiroz, então esquecido com a anuência da lava jato, o presidente “mito” se mostra muito mais preocupado com a maneira pela qual os cidadãos e cidadãs vivem sua sexualidade.

Se para a ministra Damares, aquela que jura ter visto Jesus na goiabeira, meninos devem usar AZUL e meninas ROSA, para o “mito”, homens só podem gostar de PEPECA e mulheres de PINTO. Isso causa certo estranhamento, já que, segundo reza o senso comum: só não se gosta daquilo que um dia provou! A julgar pela minha perspicácia enquanto ouvidor de narrativas imagino que essa repulsa de Bolsonaro por PINTO, certamente deva estar relacionada a uma ou mais experiências que tenham lhe causado muita dor.

Mudando de alho para bugalhos, a economia continua patinando. O ministro Paulo Guedes, outrora Posto Ipiranga, mas agora carinhosamente alcunhado de Tchutchuca, tenta, mas não consegue nem mesmo convencer a base do governo acerca de sua Reforma da Previdência. Até os parlamentares do laranjal (referência aos deputados do PSL) temem os malefícios sociais decorrentes do que será a destruição da seguridade social, num país com tantas disparidades socioeconômicas, sem falar nas iniquidades sociais.

Na educação, sai Ricardo Vélez e entra Abraham Weintraub, mas o Ministério da Educação e Cultura (MEC) continua um carro desgovernado. Se não bastassem os cortes orçamentários do governo Temer, alegando a ineficácia de algumas programas, tendo como exemplo o Ciência Sem Fronteira, agora, a BALBURDIA foi o argumento evocado para contingenciar 30% das verbas de três Universidades (UFBA, UNB e UFF). Entretanto, dado o sucesso dessa medida esdruxula, invés do recuo, decretou-se o contingenciamento do mesmo percentual de todas as Universidade Federais. Diante desse quadro estarrecedor, indaguei-me: e se esses recursos forem para o espaço?  Mas, logo me resignei por saber que o ministro da Ciência e Tecnologia é um astronauta, por isso, certamente poderá busca-los tais recursos com a ajudinha da NASA, afinal de contas cedemos aos EUA a Base de Alcântara, ou seja, uma mão lava a outra!

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Exclusivo. Quase dois anos depois, assassinato do Soldado Tyrone continua sem solução

Soldado PM Tyrone Thomaz Aquino, assassinado em abril de 2017.

Reportagem: Emílio Gusmão.

“Em sociedades como as nossas, onde tudo é efêmero, a informação voa e desaparece. A vulgaridade como os fatos são contados resulta em abandono e esquecimento, sem contexto e explicações. Vivemos com mais ruído midiático do que informação. Com certeza há certos fatos e certos momentos que constroem uma ferida, e essa ferida continua aberta e não fecha”.

O pensamento acima é do escritor espanhol, naturalizado mexicano, Paco Ignacio Taibo II. Com essa reflexão, ele inicia uma reportagem sobre o desaparecimento de 43 jovens mexicanos, moradores do vilarejo de Ayotzinapa, em setembro de 2014.

O caso que trataremos nesta reportagem, infelizmente, já está cicatrizado na opinião pública de Ilhéus. A lembrança sofrida e a saudade persistem apenas nos familiares do soldado PM Tyrone Thomaz de Aquino.

Tyrone foi assassinado no dia 23 de abril de 2017, de madrugada, numa lanchonete da Rua Bela Vista, do bairro Nelson Costa. O comportamento pacífico do soldado de 44 anos, que sequer andava armado quando estava sem a farda da PM, não correspondeu à violência do crime que lhe tirou a vida.  Quinze tiros foram disparados contra Tyrone e quatro balas atingiram suas costas.

A tragédia deixou um legado de imagens fortes e sangrentas, uma vez que a falta de escrúpulos, inclusive de profissionais da imprensa, disseminou na internet vídeos em que Tyrone agoniza ferido e desesperado em seus momentos finais.

Passados quase dois anos da execução, o crime continua insolúvel. Os dois assassinos chegaram na lanchonete vestidos com casacos pretos e cabeças envolvidas por capuzes.

Nas proximidades não havia câmeras de segurança que pudessem fornecer imagens à investigação.

A principal testemunha do caso, Danilo José Silva Santos, presa menos de 48 horas após o crime, disse em depoimento à delegada Andréa Oliveira que a morte foi encomendada por Adailton Soares dos Santos (Dai), líder da facção Raio A, na época encarcerado no complexo penal de Itabuna.

Conforme relato de Danilo, Fabrício Santana Caetano (Beiço) e um homem conhecido como Everton mataram Tyrone. Eles receberiam dois mil reais e um quilo de maconha pelo crime. Um terceiro envolvido, Fabrício Magno de Santana (Testinha), teria dirigido o carro que propiciou a fuga dos executores.

Como não houve prisão em flagrante, a delegada Andréa Oliveira foi obrigada a liberá-lo. Depois que saiu da delegacia, Danilo foi assassinado misteriosamente na Avenida Princesa Isabel. O taxi que o transportava foi emparedado e homens não identificados atiraram nele.

Após o depoimento de Danilo, os suspeitos foram mortos ou desapareceram.

Dai, o suposto mandante, foi morto em Vitória da Conquista no dia 29 de outubro de 2017. Ao tentar matar o filho de um cigano, recebeu tiros da reação implacável de um segurança e não sobreviveu.

“Beiço” morreu no dia 11 de outubro de 2017 após confronto com a Polícia Militar. Exame realizado numa pistola 380 encontrada com ele, não indicou relação com o crime.

Testinha desapareceu de Ilhéus. Informações desencontradas afirmam que ele pode estar em Brasilia (DF).

Outro suspeito, Pippou Cleber Machado dos Santos, foi assassinado em Uruçuça.

Cristiane Soares, mãe de Dai (líder do raio A), também sumiu de Ilhéus. Ela acompanhava o marido Danilo, no dia em que ele foi emboscado na Avenida Princesa Isabel. Segundo a delegada Andréa Oliveira, ela tinha várias passagens na delegacia e abandonou o apartamento que morava no Condomínio Moradas do Porto.

O suspeito de primeiro nome “Everton” jamais foi identificado.

Com as sucessivas mortes e desaparecimentos, a investigação não teve tempo e condições para apurar se o depoimento de Danilo era verdadeiro.

Delegada Andréa Oliveira, do núcleo de homicídios da 7ª Coorpin/Ilhéus. Foto: Emilio Gusmão.

A delegada Andréa Oliveira disse à reportagem do BG que a esperança de solucionar o caso está no resultado do exame feito numa arma encontrada com um homem chamado Felipe Ariel. Trata-se de outro suspeito que não pode ser incriminado, pois o Departamento de Polícia Técnica (DPT) ainda não disponibilizou o resultado.

A delegada também revelou que dias antes de ser assassinado, Tyrone fez carga de uma arma de fogo da PM, para uso fora do serviço, procedimento poucas vezes registrado no histórico dele.

Uma névoa de mistério ronda o caso. Um policial militar, servidor da segurança pública, foi brutalmente assinado e o Estado não oferece condições mínimas para que o crime seja resolvido.

O apelo ao esquecimento está feito. A impunidade tende a prevalecer e só restará a memória das pessoas que gostavam de Tyrone devido ao seu jeito tranquilo e gentil.

Soldado PM Tyrone.

No peito aberto dos seus amigos e familiares ecoa o canto e a letra de Milton Nascimento, na música Sentinela.

“Longe, longe, ouço essa voz

Que o tempo não vai levar”.

A tragédia de Brumadinho e dois trechos do livro “O Mito do Desenvolvimento Econômico”, de Celso Furtado

Desafios ao senso comum.

Vista aérea da região afetada pelo rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). Foto: Andre Penner/AP.

“A evidência à qual não podemos escapar é que em nossa civilização a criação de valor econômico provoca, na grande maioria dos casos, processos irreversíveis de degradação do mundo físico. O economista limita o seu campo de observação a processos parciais, pretendendo ignorar que esses processos provocam crescentes modificações no mundo físico” (página 17).

Imagem: G1.

“A atitude ingênua consiste em imaginar que problemas dessa ordem serão solucionados necessariamente pelo processo tecnológico, como se a atual aceleração do processo tecnológico não estivesse contribuindo para agravá-los. Não se trata de especular se teoricamente a ciência e a técnica capacitam o homem para solucionar este ou aquele problema criado por nossa civilização. Trata-se apenas de reconhecer que o que chamamos de criação de valor econômico tem como contrapartida processos irreversíveis no mundo físico, cujas as consequências tratamos de ignorar”(página 18).

Zé Dirceu e o circo

Por Julio Gomes.

Ilhéus teve a presença, no dia 18 de janeiro do ano que se inicia, na tenda de circo do Teatro Popular de Ilhéus, do polêmico Zé Dirceu, militante histórico da esquerda e do PT, Zé Dirceu, ex-Ministro da Casa Civil e homem forte do Governo Lula. O evento, sem dúvida tão marcante quanto a própria personalidade de seu protagonista, merece algumas considerações.

A primeira delas diz respeito à enorme e indispensável contribuição que os reacionários de Ilhéus deram para o sucesso do evento. Explico: Após terem pressionado a Academia de Letras de Ilhéus a desmarcar o evento, que inicialmente seria realizado naquele espaço, a pretexto de “reformas”; e depois de alguns legítimos herdeiros do coronelismo terem afirmado que Ilhéus “não é casa de puta” para receber Zé Dirceu, estes legítimos representantes do que há de mais medíocre no coronelismo acabaram por promover enormemente ao evento, mediante a polêmica que suscitaram em torno do mesmo.

Além disso, como foram vendidos mais de 300 livros com a presença de cerca de 300 pessoas, livraram os organizadores de um grave problema de espaço físico, pois apesar da louvável boa vontade inicial da Academia de Letras, seu espaço físico simplesmente não comportaria tal número de pessoas, que ficariam, pelo menos a metade, do lado de fora, sem ouvir Dirceu.

Sem perder mais tempo com os arautos do atraso, vamos às considerações em torno do evento, que passam, inicialmente, pelo reconhecimento acerca da admirável contribuição dos artistas ilheenses Romualdo Lisboa, Isidoro Cabeça e Sérgio Nogueira.

Quanto a Zé Dirceu, chamou a atenção a lucidez e conhecimento com que discorreu sobre os últimos 100 anos da história de nosso país. Transitando não só pela política, mas com referências valiosas à economia e à cultura brasileira.

De forma especial, em nossa ótica, ficou gravada a ênfase que colocou na dignificação das pessoas e do processo educativo como saída privilegiada para o desenvolvimento das pessoas, sem o qual o do país fica prejudicado em seu sentido maior. Dirceu defendeu investimento nos excluídos, sobretudo junto aos jovens, para quem é indispensável oferecer, em tempo integral, Educação de qualidade, arte, cultura e esporte, como única forma eficaz de retirá-los das graves influências negativas que agridem nossa juventude na atualidade.

Dirceu também fez uma autocrítica sintética, porém contundente, ao lembrar aos membros de seu Partido acerca da necessidade de voltar às raízes populares e acercar-se do povo. Para bons entendedores, é mais do que substancial.

Para muitos dos que comparecera à tenda de circo do Teatro Popular de Ilhéus naquela memorável noite, ficou a magia e a gratíssima satisfação de, em um espaço popular, encontrar erudição, conteúdo, crítica e autocrítica e, sobretudo, encontrar uma pessoa humana que, com erros e acertos, tenta de todas as formas fazer o que considera ser o melhor para seu país e para o povo brasileiro.

Parafraseando Fernando Pessoa, a expressar-se por seu pseudônimo Álvaro de Campos, na obra Poema em Linha Recta, afirmo: “estou farto de semideuses!” Quero pessoas de carne e ossos, que erram, acertam, erram e tentam de novo, porém sempre querendo, de fato, acertar um dia. Viva a Democracia!

Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz.

Marão “falta com a palavra”, afirma nota dos sindicatos

Foto: Ascom/APPI.

Nota dos sindicatos: Sinsepi, Sindiguardas, APPI/APLB, Sindiacs.

Embora tenha se comprometido publicamente a esgotar todos os recursos judiciais cabíveis a fim de evitar a demissão de centenas de servidores municipais admitidos antes de outubro de 1988, o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, surpreendeu a todos os sindicatos representativos da categoria e publicou, na madrugada de hoje, 8 de janeiro, o Decreto nº 128 que determina o afastamento dos funcionários com mais de 32 anos de trabalho.

O prefeito alega a necessidade de cumprir sentença judicial do juiz local da Fazenda Pública, mesmo tendo feito apelação ao Tribunal de Justiça da Bahia solicitando a suspensão da medida. Através dos sindicatos, os servidores atingidos afirmam que seus contratos são legais, que foram admitidos quando não havia exigência de concurso público e por nunca terem sido ouvidos no processo. “Nós vamos resistir até o último momento em busca de nossos direitos”, afirma o presidente da AAPI\APLB, Osman Nogueira.

Por outro lado, o governo municipal divulga que serão economizados R$ 35 milhões ao ano com o afastamento dos servidores, quando a relação constante do decreto mostra que o valor da folha dos atingidos equivale a R$ 1.590.000 por mês. “Após 35 anos de serviços ininterruptos prestados à população, por meio de contratos regidos pela CLT, os servidores estão sendo vítimas de perseguição e assédio moral. Um ato injusto e desumano praticado pelo prefeito”, assegura o presidente do Sindiguardas, Pedro Oliveira.

Os sindicatos representativos da categoria (Sinsepi, Sindiguardas, APPI/APLB, Sindiacs) estão adotando medidas judiciais com a finalidade de suspender o efeito do Decreto do prefeito Mário Alexandre. “Ele se comprometeu conosco que daria uma resposta ao nosso pedido ou marcaria uma reunião conosco. Nada fez nesse sentido. Nos sentimos traídos”, salienta o sindicalista Osman Nogueira.

NOTA PÚBLICA DE ESCLARECIMENTO DO CENTRO DE OLHOS ESPECIALIZADO (CENOE)

O CENOE – Centro de Olhos Especializado esclarece que o Processo Administrativo nº 003639/2018, movido pela Prefeitura Municipal de Ilhéus que gerou o relatório que suspendeu os atendimentos do hospital e o direito de participar do chamamento público, foi completamente anulado, pela própria Procuradoria Municipal de Ilhéus, por conta dos erros e vícios identificados no processo.

Conforme o trecho da conclusão abaixo extraído do parecer da Procuradoria sobre o caso: “Em face do exposto, opino pela nulidade absoluta do processo administrativo ora analisado, por entender ter havido violação dos princípios do contraditório, ampla defesa e devido processo legal”.

A Procuradoria Geral do Município de Ilhéus entendeu que não foi respeitado o direito de defesa do CENOE e que o processo administrativo não correu da forma correta como a lei determina e diante disso, a própria procuradoria abre processo interno para apurar irregularidades da secretaria de saúde neste processo.

Assim, o CENOE reafirma seu compromisso com a população, colocando-se à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Sob a proteção de Deus e com o apoio dos colaboradores e parceiros, o CENOE continuará trabalhando como sempre trabalhou a serviço da saúde dos seus pacientes.

SINEBAHIA ILHÉUS OFERECE 9 OPORTUNIDADES DE TRABALHO

Uma vaga para garçon no Sinebahia Ilhéus.

Confira abaixo as vagas de emprego disponíveis na próxima segunda-feira, 17, na agência do Sinebahia Ilhéus, que fica na sala 13 do SAC, situado na Rua Eustáquio Bastos, 308, Centro.

Não esqueça de levar a carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e de chegar antes das 9.

TÉCNICO DE MANUTENÇÃO ELETRÔNICA

Ensino Médio Completo

Experiência na função

Possuir curso de Eletroeletrônica

01 VAGA

AUXILIAR DE COZINHA

Ensino Fundamental Completo

Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho

Residir preferencialmente na Zona Sul de Ilhéus

Disponibilidade de Horário

02 VAGAS

OFICIAL DE SERVIÇOS GERAIS

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho

Residir preferencialmente na Zona Sul de Ilhéus

01 VAGA

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DA ÍNDIA AO HAITI. TUDO A VER

Por Mohammad Jamal.

Não justifique sua passividade perante aos fatos argumentando que está só de passagem nesse mundo. Não vai colar. Há um argumento decisivo empregado pelo senso comum contra a liberdade; ele consiste da nossa indisfarçável impotência. Longe de podermos modificar nossa situação ajustando-a a nosso bel-prazer; parece que não podemos modificar-nos a nós mesmos. Não sou livre nem para escapar ao destino do meu país, da cidade em que resido nem sequer para construir atitudes reacionais efetivas contra meus supostos representantes constitucionais nos descaminhos. Os coeficientes de adversidades e problemas são de tal ordem que anos de paciência são necessários para obtermos o mais ínfimo resultado. Posto que profundamente tomados pelo enraizamento das adversidades sobre nossa tolerante submissão; infundidos que estamos de temores à vista duma resignada passividade que nos conduziu ao estado de combalida e debilitada cidadania. Neste momento, não reunimos suficiências para fazermos face ao gigantismo daquilo que nos atribula em aflição.

Privilégio: ser autorizado a respirar, sem ter de subornar alguém primeiro. Refiro-me a esses “institutos democráticos” atribulativos que nos coisificam como seres inanimados, sem vontade própria como se fôramos incapazes em razão e sanidade. De fato, estamos com pouco valor e quase nenhuma importância perante a Constituição Brasileira. Nesse caso em particular, ante o Estado, somos apenas e simplesmente povo! Ou seja, nada senão povo… E povo não reage, não late, morde! “Quem faz isso são marginais travestidos em grupos paredistas, fazendo-se passar por povo.”. No povo, monta-se.

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