Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.
Hoje, no 12º Encontro Regional do PMDB, em Itabuna, um amigo desinformado deste blogueiro saiu com esta pergunta: “Gusmão, quem é aquele tabaréu vestido com um terno reluzente?”
Surpreso com o tom da pergunta, informei que se tratava do presidente da câmara de vereadores de Itabuna, Clóvis Loiola. Curioso, indaguei ao amigo porque ele usou a palavra “tabaréu”, a meu ver preconceituosa.
“P… Gusmão, no palco não tem ninguém de terno. Será que ele não viu isso?”
Como não sou de observar as vestimentas dos homens, decidi registrar a imagem.
O ministro da integração nacional e pré-candidato ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima, durante entrevista concedida na tarde deste domingo (30), em Itabuna, ficou irritado com as perguntas do radialista Vila Nova, e do blog Pimenta na Muqueca, relacionadas à denúncia do ministério público, que acusam o PMDB de “ferir” a legislação eleitoral, ao antecipar a campanha para as eleições de 2010.
Surpreso com a “ousadia” das indagações, Geddel pediu que o repórter Domingos (do Pimenta), identificasse para qual veículo estava trabalhando.