EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 34 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Pós-graduando em artes visuais pelo SENAC. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

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Jamile Ocké
Sistema:
Marcelo Guerra
Fotografia:
Sandro Andrade

setembro 2010
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MUSEU DA PIEDADE ATRAI MUITOS VISITANTES

Texto de Jonildo Glória.

Mobiliário antigo, exposto no Museu da Piedade.

Um dos pontos turísticos mais visitados na cidade de Ilhéus é o Museu da Piedade. Situado na Rua Madre Thais, 197 – Alto da Piedade, faz parte do Conjunto Arquitetônico do Instituto Nossa Senhora da Piedade, uma tradicional instituição educacional dirigida pelas Irmãs Ursulinas, radicadas em Ilhéus desde 1916.

O Museu da Piedade tem a missão de revelar a história regional, ao reunir tesouros que guardados na memória, representações dos séculos XIX e XX na Região Sul da Bahia, tornou-se um pólo de visitação turística pela sua arquitetura neo-gótica, única na região.

Dentre os objetos e bens móveis que podem ser vistos e visitados destacam-se esculturas, trabalhos em cerâmica e em óleo sobre tela com temáticas diversas, roupas eclesiásticas utilizadas por cada Capelão durante as celebrações, deixando a sua marca, seu ícone mais sagrado, sua indumentária, a Capela Nossa Senhora da Piedade, uma das belas da Bahia, no seu estilo.

De acordo com a professora Anarleide Cruz Menezes, coordenadora do Museu, o objetivo é comunicar aos ilheenses e visitantes, códigos de comportamento e padrões de civilização do século XIX e XX no Sul da Bahia, daquilo que é digno de ser preservado e guardado na memória.

“Queremos potencializar a Educação Patrimonial em nosso município, transformando-nos em referencial da preservação dos valores culturais e do registro dos processos de mudança da realidade cotidiana, auxiliando, assim, na construção contínua e dinâmica da identidade regional”. Afirma a professora.

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